No segmento empresarial, especialmente no industrial, fica
evidente como a conta de energia elétrica é uma das despesas que mais consome
recursos financeiros. No entanto, nas últimas décadas, o uso da energia solar tem
se democratizado para empresas como forma de economia, tornando os processos
mais sustentáveis.
Nesse texto vamos mostrar os benefícios obtidos com a
instalação de um sistema de geração de energia solar no seu negócio. Acompanhe!
Quais são as
vantagens da energia solar para empresas?
1. Economia de Energia
Elétrica
Esse é um dos maiores gastos em uma empresa e, na maioria
das vezes, não há como escapar dele. Porém, a energia solar tem grande
potencial de reduzir ou neutralizar esse gasto e é um recurso renovável na
natureza. Por isso, as empresas que instalam os sistemas de geração de energia
solar percebem uma redução significativa na tarifa de energia, o que resulta em
economia no orçamento.
2. Retorno do Investimento
A estimativa de retorno em plantas industriais pode ocorrer,
em média, entre 3 a 5 anos. Isso quer dizer que após o período de amortização
do investimento, o cliente passa apenas a lucrar com o investimento.
No momento de avaliar um investimento, é preciso considerar
diversos fatores. Entre eles: prazo de retorno do investimento (payback);
riscos envolvidos; custos de instalação; tempo de performance do equipamento;
custos de aquisição do produto; entre outros.
Todas essas informações devem estar em posse do gestor para
iniciar o processo de tomada de decisão, já que os painéis solares podem
permanecer funcionais por décadas. Isso significa que esse é um investimento com
vida útil muito longa, que requer análise minuciosa. No caso da energia solar,
o retorno é percebido na economia mensal na conta de luz.
3. Facilidade na Instalação
dos Equipamentos
Um dos aspectos que motiva a adoção dessa tecnologia é o
baixo impacto ambiental. Os painéis solares não emitem nenhum tipo de resíduo e
não apresentam riscos à saúde dos usuários. O processo de instalação também é
bastante simples e não requer a necessidade de reformas para que o sistema seja
compatível com a rede elétrica já presente no local. A única limitação é o
espaço disponível e a demanda contratada da unidade consumidora, que pode
restringir o tamanho e a quantidade de painéis alocados para captação de
energia solar.
4. Melhoria da imagem
da empresa
Cada dia que passa os consumidores buscam adquirir produtos
de empresas que se preocupam com o seu impacto no meio ambiente. Dessa forma, a
implantação de fontes de energia renováveis é fundamental para conquistar novos
clientes e consolidar a imagem de uma empresa que investe em processos
sustentáveis. Essa é uma estratégia de marketing bastante comum atualmente e
tem o objetivo de criar a valorização e consolidação da marca por meio de
iniciativas consideradas verdes.
[rock-convert-cta id=”6689″]
5. Cultura de
sustentabilidade
Até um tempo atrás se imaginava que somente as grandes
indústrias – que são as maiores poluidoras – devem ser responsáveis por
minimizar o impacto no meio ambiente. Mas essa ideia está muito longe de ser
verdade, pois mesmo os pequenos empreendedores podem desenvolver processos
voltados para a preservação ambiental.
A economia de energia elétrica é somente uma das ideias. É
possível implementar projetos para reduzir o consumo de papel, ampliar a
utilização de biocombustível para abastecer a frota e substituir máquinas
antigas que possuam alto consumo de eletricidade. A expansão do uso da energia
solar para empresas é apenas uma consequência natural do desenvolvimento de uma
consciência ambiental que busca preservar os meios de produção e garantir a
qualidade de vida das próximas gerações.
Agora que você conhece alguns dos benefícios, que tal fazer uma simulação sem compromisso? Clique aqui e faça agora mesmo!
No segmento empresarial, especialmente no industrial, fica
evidente como a conta de energia elétrica é uma das despesas que mais consome
recursos financeiros. No entanto, nas últimas décadas, o uso da energia solar tem
se democratizado para empresas como forma de economia, tornando os processos
mais sustentáveis.
Nesse texto vamos mostrar os benefícios obtidos com a
instalação de um sistema de geração de energia solar no seu negócio. Acompanhe!
Quais são as
vantagens da energia solar para empresas?
1. Economia de Energia
Elétrica
Esse é um dos maiores gastos em uma empresa e, na maioria
das vezes, não há como escapar dele. Porém, a energia solar tem grande
potencial de reduzir ou neutralizar esse gasto e é um recurso renovável na
natureza. Por isso, as empresas que instalam os sistemas de geração de energia
solar percebem uma redução significativa na tarifa de energia, o que resulta em
economia no orçamento.
2. Retorno do Investimento
A estimativa de retorno em plantas industriais pode ocorrer,
em média, entre 3 a 5 anos. Isso quer dizer que após o período de amortização
do investimento, o cliente passa apenas a lucrar com o investimento.
No momento de avaliar um investimento, é preciso considerar
diversos fatores. Entre eles: prazo de retorno do investimento (payback);
riscos envolvidos; custos de instalação; tempo de performance do equipamento;
custos de aquisição do produto; entre outros.
Todas essas informações devem estar em posse do gestor para
iniciar o processo de tomada de decisão, já que os painéis solares podem
permanecer funcionais por décadas. Isso significa que esse é um investimento com
vida útil muito longa, que requer análise minuciosa. No caso da energia solar,
o retorno é percebido na economia mensal na conta de luz.
3. Facilidade na Instalação
dos Equipamentos
Um dos aspectos que motiva a adoção dessa tecnologia é o
baixo impacto ambiental. Os painéis solares não emitem nenhum tipo de resíduo e
não apresentam riscos à saúde dos usuários. O processo de instalação também é
bastante simples e não requer a necessidade de reformas para que o sistema seja
compatível com a rede elétrica já presente no local. A única limitação é o
espaço disponível e a demanda contratada da unidade consumidora, que pode
restringir o tamanho e a quantidade de painéis alocados para captação de
energia solar.
4. Melhoria da imagem
da empresa
Cada dia que passa os consumidores buscam adquirir produtos
de empresas que se preocupam com o seu impacto no meio ambiente. Dessa forma, a
implantação de fontes de energia renováveis é fundamental para conquistar novos
clientes e consolidar a imagem de uma empresa que investe em processos
sustentáveis. Essa é uma estratégia de marketing bastante comum atualmente e
tem o objetivo de criar a valorização e consolidação da marca por meio de
iniciativas consideradas verdes.
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5. Cultura de
sustentabilidade
Até um tempo atrás se imaginava que somente as grandes
indústrias – que são as maiores poluidoras – devem ser responsáveis por
minimizar o impacto no meio ambiente. Mas essa ideia está muito longe de ser
verdade, pois mesmo os pequenos empreendedores podem desenvolver processos
voltados para a preservação ambiental.
A economia de energia elétrica é somente uma das ideias. É
possível implementar projetos para reduzir o consumo de papel, ampliar a
utilização de biocombustível para abastecer a frota e substituir máquinas
antigas que possuam alto consumo de eletricidade. A expansão do uso da energia
solar para empresas é apenas uma consequência natural do desenvolvimento de uma
consciência ambiental que busca preservar os meios de produção e garantir a
qualidade de vida das próximas gerações.
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4 aparelhos que consomem mais energia dentro de casa
Responda rápido: quais aparelhos mais consomem energia dentro da sua casa? Talvez você tenha lembrado primeiramente do ar-condicionado e do chuveiro. Mas existem outros que impactam diretamente no consumo da sua fatura de energia. Nesse texto vamos 4 aparelhos que consomem mais energia dentro de casa além de explicar como o uso de alguns aparelhos pode interferir no valor que você paga mensalmente!
Mas primeiro…
É importante saber que o consumo de energia depende de 2 fatores: a potência do equipamento e o total de horas em que ele é usado por dia ou por mês.
Por isso, a geladeira é em geral apontada como uma das maiores fontes de consumo de energia: afinal, ela fica ligada 24 horas por dia, certo?
4 aparelhos que consomem mais energia dentro de casa
Agora que já explicamos como calcular o consumo de cada aparelho, vamos apresentar a relação de 4 dos “vilões” da casa quando o assunto é a conta de energia elétrica no fim do mês.
1. Chuveiro elétrico
Campeão no quesito consumo de energia, o chuveiro elétrico representa em média de 25% a 35% no valor da conta. Simulando o uso diário de um chuveiro de 5.400 W (Watts) de potência por 20 minutos, por exemplo, o consumo é de 54 kWh, o equivalente a R$ 31,86 mensais.
2. Cooktop elétrico
Acredite, o cooktop é um dos aparelhos que consomem mais energia em casa. Segundo um levantamento de 2013 do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), esse tipo de fogão elétrico é um dos que lideram o consumo, juntamente com o chuveiro e a geladeira.
Estima-se que sejam gastos 68,55 kWh de energia por mês, considerando o uso de cada queimador por uma hora diariamente – o que representa no simulador um valor mensal de R$ 40,44.
3. Ar condicionado
Se você vive em uma cidade quente, sabe que já foi a época em que o ar condicionado era item de luxo. Mas esse aparelho acaba sendo um vilão!
Um aparelho de 12 mil BTUs, ligado durante 6 horas por dia, consome uma média de 151,20 kWh – o equivalente a R$ 104,32.
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4. Aparelhos em standy-by
Sabe aquele aparelho que está na tomada e tem uma luzinha pequena ligada? Na verdade, ele está no modo de espera, que impacta e muito no consumo de energia.
De acordo com uma pesquisa europeia, a média anual de consumo de dispositivos em stand-by em uma casa é de cerca de 305 kWh. Se levarmos em conta a tarifa de R$ 0,77 o kWh do simulador, podemos dizer que, por ano, você gasta R$ 234,85 – com aparelhos desligados no botão, mas não na tomada.
Dentre os aparelhos que você precisa retirar da tomada estão:
Micro-ondas;
Cafeteira elétrica (ela consome 1W se estiver desligada, mas na tomada);
Televisão;
Carregadores de celular e notebook;
Telefones sem fio;
Notebooks ligados sem necessidade na energia.
Se somarmos o consumo aos altos encargos que são embutidos na conta, o susto pode ser grande no fim do mês.
A solução? Investir em um sistema de geração de energia solar. Com ela, você pode economizar mais de 90% no consumo mensal.
Se está interessado em saber o que a energia solar pode fazer pela sua casa, tire todas as suas dúvidas. Aproveite e faça uma simulação sem compromisso:
Conteúdo publicado originalmente 28 de Maio de 2019
Nos dias 21, 22 e 23 de junho de 2022, a Ecoa Energias Renováveis participou da 33ª edição da EXPOSUPER, maior evento de geração de negócios no varejo de Santa Catarina.
O evento, tradicional no calendário do setor, é patrocinado pela ACATSe contou com a participação de milhares de visitantes qualificados, especialmente proprietários, diretores, executivos, gerentes, chefes de setor e compradores do varejo supermercadista.
No stand da Ecoa, estavam presentes nosso time de engenheiros especialistas que puderam conversar, explicar e apresentar aos interessados um pouco mais sobre como o sistema fotovoltaico é um diferencial competitivo, já que a energia elétrica está entre os 3 maiores custos fixos de uma empresa.
No espaço da EXPOSUPER, recebemos também clientes que já fizeram a opção por gerar sua própria energia e puderam passar para conversar com nosso time. Afinal, com o pós-vendas como diferencial, a Ecoa está sempre fortalecendo sua relação tirando dúvidas sempre que preciso. Um deles foi o casal Sr. Carlos Trentini e a Sra. Eliane Trentini, empresários do ramo de piscicultura. Clientes da Ecoa Energias desde agosto de 2020, fizeram questão de nos visitar.
Estou realmente muito satisfeito com o meu sistema fotovoltaico. Mas não basta só instalar, é preciso ter uma empresa de confiança para fazer. Por isso eu sempre indico a Ecoa para todos que me perguntam, pois, a qualidade, conhecimento dos atendentes e o pós-venda são diferenciais que me tranquilizam para fazer essa indicação.”
E você comerciante, já pensou o que poderia fazer caso reduzisse o custo fixo do seu negócio?
Então entre em contato conosco e faça uma simulação gratuita. Você verá que o investimento vale a pena!
A partir de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o sistema de Bandeiras Tarifárias.
O sistema possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha – as mesmas cores dos semáforos – e indicam se a energia custa mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade:
Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,020 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,035 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
O sistema de bandeiras é aplicado por todas as concessionárias conectadas ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A partir de 1º de julho de 2015, o sistema de bandeiras passou a ser aplicado também pelas permissionárias de distribuição de energia.
A chamada corrida solar tem feito com que, em 2022, a emissão de autorizações relacionadas a projetos de sistemas de energia fotovoltaica no Paraná tenha dado um salto de 77% em relação ao ano passado.
As Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), de acordo com o Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), somaram 14.404 até o fim de agosto, ultrapassando o ano anterior, que teve pouco mais de 8 mil e, 2020, com pouco mais de 2,5 mil.
Em relação ao tamanho dos projetos, as ARTs solicitadas pelo Crea-PR ficaram divididas entre 96% para as usinas de microgeração, e 4% para as de minigeração. A microgeração envolve geração menor ou igual a 75 kW para cogeração qualificada ou para fontes renováveis de energia elétrica; a minigeração é superior a 75 kW e menor ou igual a 5 MW.
O documento é necessário visto que toda instalação fotovoltaica, tanto para microgeração quanto para geração distribuída acima de 5MW, é considerada serviço técnico de engenharia. A ART serve como um contrato entre as partes e define responsabilidades técnicas e legais do profissional que a executa.
Esse avanço rápido em busca da tecnologia ocorre pela proximidade da data limite, que garante benefícios previstos na lei da micro e minigeração de energia. Sancionada em janeiro deste ano, quem tem um sistema solar instalado ou para instalar até 12 meses após a divulgação da Lei nº 14.300, tem isenção de taxas até o fim de 2045, com cobrança gradual pelo uso da rede de distribuição.
A corrida solar tem benefícios, mas também gera efeitos negativos
Entre os pontos positivos dessa corrida, segundo o engenheiro eletricista Ricardo Bertoncello, coordenador-adjunto da Câmara Especializada em Engenharia Elétrica (CEEE) do Crea-PR no Sudoeste do Paraná, estão “o aumento da geração de energia por fontes renováveis, que alivia o sistema de transmissão, e também a movimentação da economia, com mais trabalhos e empregos”, diz ele. A estimativa é que existam, no Brasil, mais de 25 mil empresas nesse setor, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
Porém, o aumento abrupto da demanda, segundo o especialista, atraiu muitas empresas que vendem e instalam sistemas de energia solar, sendo algumas delas administradas por leigos e “aventureiros que estão surfando a onda e que não permanecerão no mercado”, o que pode gerar riscos.
Bertoncello alerta que, ao adquirir um sistema de geração de energia solar fotovoltaica, o cliente deve estar ciente de que não está adquirindo um eletrodoméstico, mas sim um sistema que injeta energia na rede da concessionária. “Isso envolve risco de choque, aquecimento, sobrecarga e até de desabamento de estruturas, por este motivo é preciso o acompanhamento de um responsável técnico qualificado”, cita. Este profissional irá atuar desde o estudo de viabilidade, dimensionamento do sistema, aprovação de projeto na concessionária de energia, execução da obra e monitoramento após a instalação.
Quanto à fiscalização do setor, em agosto o Crea-PR intensificou ações, especialmente em empresas sem registro no conselho e que não contam com responsável técnico registrado. Foram mapeadas 50 empresas que se enquadram nessa situação, no estado. O coordenador-adjunto da CEEE justifica que a fiscalização é motivada para evitar acobertamento profissional e exercício irregular da profissão.
Em relação aos materiais, equipamentos e fluxos dos processos, todos eles devem observar normas de segurança regulamentadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e dispositivos legais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Caso o projeto seja mal feito, a economia almejada pela instalação do sistema pode não ser alcançada, com prejuízos decorrentes, por exemplo, de um dimensionamento errado do sistema. “E, em vez de economizar, o consumidor passa a gastar ainda mais do que gastaria se continuasse adquirindo toda a energia da concessionária”, diz Bertoncello.
Placas solares são um “casamento” para 25 anos
Para a coordenadora da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica(Absolar) no Paraná e CEO da Ribeiro Solar, Liciany Ribeiro, o cliente que deseja instalar as placas fotovoltaicas tem de pensar que investir em energia solar é como um casamento, visto que por pelo menos 25 anos você vai ficar com aquele equipamento – o período comumente garantido de produção de energia pelos módulos.
Por esse motivo é preciso buscar informações como, por exemplo, se os equipamentos têm selo Inmetro ou ainda se a empresa iniciou algum processo de certificação
“Por esse motivo é preciso buscar informações como, por exemplo, se os equipamentos têm selo Inmetro ou ainda se a empresa iniciou algum processo de certificação”, diz ela, cuja associação que coordena reúne mais de 750 empresas e lançou, recentemente, um Programa de Certificação Voluntária para empresas. A Absolar ainda coordena uma comissão especial de estudos de energia solar fotovoltaica para aprimorar e criar normas técnicas para o setor.
Liciany explica que, como a produção de energia solar cresceu muito e de forma acelerada, as normas técnicas por vezes não acompanharam na mesma velocidade e, por um tempo, algumas legislações também não foram aprimoradas.
“Como a tecnologia dos equipamentos no setor fotovoltaico avança mais rapidamente que as legislações sobre o tema, é necessária uma atualização constante das legislações”, diz a coordenadora da Absolar, que aponta ser preciso aprimoramento do crivo técnico a boas práticas e certificações na área, tanto a empresas como a profissionais, algo que a associação tem buscado trabalhar.
Ela cita que desde 2012 a legislação sobre o tema permanece a mesma, a Resolução Normativa ANEEL Nº 482, que estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica e o sistema de compensação de energia elétrica. “Desde que foi regulamentada, a resolução foi aprimorada apenas em 2017, incluindo novas modalidades de geração, como a geração compartilhada, e aumentando os limites de potência de 1 MW a 5 MW”, diz ela. Após isso, em janeiro deste ano foi criado o marco legal da geração própria de energia solar e demais renováveis, a Lei 14.300.
Neste ano ainda, segundo Liciany, o Inmetro publicou uma nova Portaria do Programa Brasileiro de Etiquetagem para equipamentos fotovoltaicos, de forma a incorporar mais tecnologias de módulo fotovoltaicos e aumentar os limites de potência de inversores, por exemplo.
Como a pessoa deve se cercar de cuidados
Para o cliente que não quer errar na escolha dos módulos e na instalação, Liciany recomenda mais atenção à decisão pelos painéis, visto que as garantias que envolvem tais equipamentos são muito longas, mais de 10 anos para a fabricação e 25 da produção de energia, porém há usinas fotovoltaicas em operação no mundo há mais de 40 anos.
“Após esse tempo, o painel deve seguir entregando 80% da potência dela. Então, como você ‘casa’ com esse equipamento, é importante conhecer a marca, para poder cobrar depois e ter alguém para quem ligar em casos de necessidade”, diz ela, que recomenda verificar se os equipamentos que a empresa vende são registrados no Inmetro, se a empresa tem certificações e se realiza cursos e atualizações, sinais de profissionalismo.
Liciany cita que, como o brasileiro se guia muito pelo preço, “o mercado cresceu muito, dando ao consumidor final diversas opções para escolher, no entanto, é sempre bom que essas opções sigam as legislações vigentes, como também é necessário que os profissionais tenham conhecimento das normas técnicas da ABNT que regem a instalação de sistemas solares”, diz ela.
Há também desinformação em relação a outros benefícios que se pode ter segundo a lei do marco legal, visto que boa parte das pessoas não sabe que se pode produzir em um lugar e pagar contas de outras propriedades da mesma titularidade, que se encontram na mesma área de concessão da distribuidora, e que se tem até 60 meses para usar os créditos gerados pelo excesso de energia elétrica gerado.
“Eu não injeto essa energia no sistema hoje para pegar amanhã, esse crédito pode ser usado para frente”, diz ela, que assinala que ainda tem muita gente que pensa que energia fotovoltaica serve apenas para aquecimento de água e desconhece esse sistema.
Liciany afirma ainda que a corrida estimulada pela lei exige que a instalação tenha protocolos de solicitação de acesso na distribuidora iniciados até começo de janeiro de 2023, ganhando mais tempo para frente para a efetiva instalação. “Mesmo após o fim desse período que garante benefícios e a mudança da legislação, no ano que vem ainda vai valer a pena implantar as placas, visto que o benefício de não pagar PIS e Cofins vai até 2030, um valor que certamente ajuda a pagar o investimento em longo prazo, se pensarmos em um financiamento que vai até 72 meses”, diz ela.
Mais de 40 mil conexões no Paraná geram energia fotovoltaica
Mapeamento recente da Absolar mostra que o estado do Paraná tem 527,8 megawatts (MW) de energia solar em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. Desde 2012, o estado atraiu mais de R$ 2,9 bilhões em investimentos no setor, com geração de mais de 15,8 mil empregos e arrecadação de mais de R$ 657,6 milhões aos cofres públicos. A potência instalada em telhados e pequenos terrenos no Paraná coloca o estado na sétima posição do ranking nacional da associação. O território paranaense tem mais de 43,1 mil conexões operacionais, espalhadas por 395 municípios, ou 99% dos 399 municípios da região.
Gostaria de ter mais informações
Olá Valdecir, por gentileza, entre em contato conosco através do whats 47 999 509 012 ou pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br