China inaugura maior usina de energia solar flutuante do mundo
Depois de anos desativada, uma porção de terra antes utilizada como mineradora de carvão nas proximidades de Huainan, na China, agora funciona com um propósito muito mais sustentável: tornou-se a maior usina de energia solar flutuante do mundo.
A área, que foi abandonada por moradores, foi pouco a pouco se enchendo de água da chuva até atingir uma profundidade de 10 metros. A inundação permitiu que a empresa Sungrow adicionasse placas solares modulares, estas capazes de produzir 40 megawatts de energia, o suficiente para abastecer uma cidade com 15 mil residências.
Além de produzir energia limpa, a usina ainda contribui para que o clima seja mais fresco na região. Segundo o governo chinês, esta é uma das várias iniciativas verdes para tentar amenizar os efeitos do país, considerado um dos mais poluídos.
Depois de anos desativada, uma porção de terra antes utilizada como mineradora de carvão nas proximidades de Huainan, na China, agora funciona com um propósito muito mais sustentável: tornou-se a maior usina de energia solar flutuante do mundo.
A área, que foi abandonada por moradores, foi pouco a pouco se enchendo de água da chuva até atingir uma profundidade de 10 metros. A inundação permitiu que a empresa Sungrow adicionasse placas solares modulares, estas capazes de produzir 40 megawatts de energia, o suficiente para abastecer uma cidade com 15 mil residências.
Além de produzir energia limpa, a usina ainda contribui para que o clima seja mais fresco na região. Segundo o governo chinês, esta é uma das várias iniciativas verdes para tentar amenizar os efeitos do país, considerado um dos mais poluídos.
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O novo Prius 2017 é o primeiro carro híbrido plug-in disponível comercialmente com o opcional de carregamento solar fotovoltaico no teto.
O teto solar recarrega a bateria auxiliar de 24Ah enquanto o sistema de combustível híbrido de alta eficiência garante o funcionamento do carro. Sendo o sistema apenas auxiliar, pode contribuir com as luzes de iluminação, vidros elétricos e ar condicionado. Além disto, enquanto estacionado carrega o sistema para andar adicionais 6 quilometros por dia.
Com metas de vendas de 2.500 unidades por mês no Japão e preço médio de R$ 89 mil, a intenção da Toyota é ofertar esta opção nos mercados do Japão, Europeus e estuda lançar nos Estados Unidos em breve.
Em termos de autonomia, o elétrico Prius pode rodar 68.2 km por carga, praticamente o dobro do modelo anterior.
Outro ponto bastante interessante desta versão é que o sistema do carro poderá ainda ser conectado com a casa e a energia gerada enquanto o carro esta estacionado no quintal ser aproveitada nas tomadas da residência.
Mudanças de um futuro distante que mostram-se cada vez mais perto.
Tarifa Branca: o que é, quem pode aderir e quando é vantagem!
A Tarifa Branca é um dos
principais assuntos do começo deste ano no segmento de energia. Isto porque,
conforme já previsto na Resolução
Normativa nº 733/2016, a partir de 1º janeiro de 2020 todas as unidades
consumidoras enquadradas na resolução passaram a ter o direito de escolher
aderir à modalidade tarifária horária branca.
Neste post, iremos explicar como funciona a Tarifa Branca e dar informações para que você analise se esta opção de modelo tarifário faz sentido em sua residência, comércio ou indústria.
O que é a Tarifa Branca?
A Tarifa Branca é, em suma, uma opção de modelo tarifário. Ou seja, é uma maneira diferente da convencional de se pagar pela energia. Neste modelo tarifário, o preço que pagamos pela energia varia conforme determinados horários. Assim, nos dias úteis, são cobrados três valores diferentes de tarifa, denominados horário de:
Ponta: tarifa mais elevada.
Intermediário: tarifa de valor intermediário.
Fora Ponta: tarifa de valor menor.
Já nos fins de semana e feriados
nacionais, o valor é sempre da tarifa Fora
de Ponta.
Qual a diferença entra a Tarifa Branca e a Convencional?
Enquanto a Tarifa Branca varia conforme horários pré-determinados, a Tarifa Convencional possui um preço fixo independente do horário do dia. No gráfico abaixo mostramos o comportamento do preço tarifário para a Tarifa Branca e para a Tarifa Convencional em um dia útil. As preços e horários são com base na distribuidora de energia Celesc de Santa Catarina. Sendo assim, estes podem ter variações de estado para estado. Consulte os valores e horários do seu estado acessando o site da ANEEL AQUI.
Gráfico 01: comportamento do preço tarifário para a Tarifa Branca e para a Tarifa Convencional em um dia útil.
O que mudou em 1º de janeiro de 2020?
Até ano passado apenas unidades
consumidoras com média anual de consumo mensal superior a 250 kW/h poderiam
solicitar aderir a Tarifa Branca. A partir de 1º de janeiro de 2020 todas as
unidades atendidas em baixa tensão passaram a ter este direito, com algumas
exceções conforme descrito no próximo tópico.
Qual consumidor pode aderir?
Podem aderir à Tarifa Branca os consumidores de baixa tensão
do grupo B ou do grupo A com tarifa do grupo B. As classes destes grupos são:
B1: Residencial.
B2: Rural.
B3: Industrial, Comércio, Serviços e outras atividades, Serviço Público, Poder Público e Consumo Próprio.
Em contrapartida, existem as exceções que são: baixa renda da classe residencial, iluminação pública ou as unidades consumidoras que façam uso do sistema de pré-pagamento, estas não podem solicitar adesão a este modelo tarifário.
Na sua fatura de energia você encontra a qual grupo pertence. A informação fica na campo “Grupo de Tensão”, conforme indicado num exemplo de fatura abaixo.
Quais seus
benefícios?
Como a rede elétrica é dimensionada com
base no consumo energético do horário de ponta, quando aumentamos ainda mais o
consumo neste horário, a consequência é a necessidade de melhorias da rede e da
capacidade instalada.
Em conclusão, para incentivar o consumo de energia elétrica fora ponta foi criada a Tarifa Branca. Com ela, se o consumidor centralizar seu consumo no período fora ponta, pode reduzir gastos na fatura de energia e ainda ajudar a retardar investimentos na capacidade instalada da rede elétrica.
Como saber quando é melhor optar pela Tarifa Branca?
O ideal é verificar se é possível deslocar grande parte do seu consumo de energia elétrica para o horário fora de ponta. Lembrando que existem pequenas variações de estado para estado sobre quais horários são considerados fora ponta, já que em Santa Catarina é considerado fora ponta o horário entre 22:30h até 17:30h.
Alguns estabelecimentos já concentram seu consumo em horário fora ponta, como no caso da maioria dos comércios, pois o seu horário de funcionamento já é no período fora ponta. Todavia, cada caso deve ser analisado com cuidado.
Se por exemplo, o comércio ou a indústria em questão, depende do uso de equipamentos que não podem ser desligados, deve-se analisar qual o consumo destes equipamentos e se a mudança do modelo tarifário realmente vale a pena. Se acaso existam equipamentos que ligam esporadicamente, uma solução para aderir a Tarifa Branca seria concentrar o funcionamento destes aparelhos, se possível, no horário fora ponta.
Portanto, é importante ter a consciência que mudando para a Tarifa Branca o controle com seus gastos de energia deve ser maior. Afinal, se não houver controle, você pode acabar consumindo muita energia no horário de ponta e ao invés de diminuir a fatura de energia irá aumentar.
Como solicitar mudança para a Tarifa Branca
Se você é um consumidor de baixa
tensão enquadrado nos subgrupos B1, B2, ou B3 ou então pertence ao grupo A, com
cobrança conforme grupo B, pode solicitar mudança no modelo tarifário
comparecendo nos postos de atendimento da concessionária que atende sua região.
A solicitação deve ser feita pelo titular da unidade consumidora.
No entanto, a distribuidora de energia tem o prazo de 30 dias para atender a solicitação no caso de unidades consumidoras já existentes e para nova ligação o prazo máximo é de 5 dias em área urbana e 10 dias em área rural.
Assim sendo, se o consumidor desejar retornar ao modelo convencional de tarifa, a distribuidora tem um prazo de 30 dias para atender à solicitação. Contudo, se após retorno ao modelo convencional, quiser retornar novamente ao modelo de Tarifa Branca, o prazo de adesão passa a ser de 180 dias.
Sob o mesmo ponto de vista, outro ponto de atenção é com relação ao relógio medidor. Para aderir à Tarifa Branca será necessária a troca do relógio medidor por um que meça o consumo de hora em hora. Os custos para a troca do medidor e instalação é por conta da concessionária. No entanto, se o ramal de entrada possuir qualquer irregularidade com as normas vigentes, a adequação deste ramal é por conta do consumidor.
Se acaso, o consumidor ainda deseje um medidor com maiores funcionalidades do que o necessário, a diferença de preço entre os equipamentos também fica por conta do consumidor.
Como posso diminuir ainda mais minha conta de energia?
Se seu objetivo é realmente diminuir gastos com energia elétrica a solução é começar a gerar sua própria energia. Você pode fazer isso escolhendo investir em um sistema solar fotovoltaico para sua residência, comércio ou indústria. Dessa maneira, redução do consumo de energia pode chegar a até 95%!
Se quiser saber mais sobre o assunto, baixe nosso e-Book ‘Energia Solar Fotovoltaica para Iniciantes’. Nele explicamos tudo que você precisa saber para começar a gerar sua própria energia a partir do sol!
Se acaso prefira, entre em contato por AQUI com um especialista da Ecoa Energias Renováveis, ele irá te atender, explicar como funciona e fazer um orçamento sem compromisso.
Posso ter um sistema fotovoltaico e aderir a Tarifa Branca de energia?
Sim, é possível! O procedimento é exatamente o mesmo para um consumidor com sistema solar fotovoltaico. Você deve comparecer nos postos de atendimento da distribuidora de energia e solicitar a troca do modelo tarifário. Assim a concessionária terá 30 dias para fazer a adesão e realizar a troca do medidor para um medidor que além de medir a energia injetada, medirá o consumo de energia hora em hora.
Joinville inaugura sistema de energia solar em escola municipal
A Escola Municipal Júlio Machado da Luz, na comunidade do Jativoca, bairro
Nova Brasília, é a pioneira de Joinville a receber um sistema de geração de
energia solar em escola pública. O equipamento foi inaugurado nesta terça-feira
(24). A General Motors, por meio do Instituto GM, foi a investidora dentro do
Programa Escolas Sustentáveis. O sistema representou um investimento de R$ 42
mil.
“Esta ação tem um profundo cunho de como tratar a cidadania, a natureza
e olhar o presente sem perder a visão do futuro. Esta é uma das poucas escolas
do Brasil a ter sistema de produção de eletricidade a partir da energia solar”,
afirmou o vice-presidente da General Motors do Brasil.
Na cerimônia de inauguração, com presença de um público formado por
autoridades, convidados, professores e muitos alunos, o prefeito Udo
Döhler agradeceu à GM e referiu-se à rede municipal de ensino e aos estudantes
e professores como os melhores do Brasil. “Temos conquistado muitos
prêmios na área pedagógica, nossas escolas ganharam ar condicionado; os
alunos, tablets; as salas de aula, lousas digitais; e agora temos essa pioneira
com energia solar”.
O sistema solar fotovoltaico da Escola Municipal Júlio Machado da Luz
foi dimensionado para gerar por mês a média de 500 Kwh,
que representa 33% dos 1.500 Kwh consumidos.
A proposta de instalação do sistema de captação da energia solar nasceu em reunião do Rotary Clube Joinville Manchester, que levou a ideia ao Instituto GM como projeto de sustentabilidade. “Unimos o útil ao agradável com apoio da empresa Ecoa, que avaliou o projeto como viável”, relembrou o diretor da GM em Joinville e rotariano Luiz Fernando Duccini. Ele lembrou que o Rotary já vem desenvolvendo por meio de seu voluntariado o projeto “Estímulo à Leitura”.
O sistema de energia solar vai representar uma economia inicial de 33% na
conta de luz, percentual que pode ser ampliado com ações paralelas como
troca de lâmpadas mais econômicas, ampliação dos painéis
captadores da luz e uso racional da energia em equipamentos.
Acesse aqui a reportagem do jornal Notícias do Dia. Publicado em 24/05/2016.
Acesse aqui a reportagem da RICTV Record de Joinville. Publicado
em 25/05/2016.
Apesar de iniciada em 2019, a conclusão dessa operação que
era prevista para o primeiro trimestre de 2020, foi oficialmente divulgada em 5
de agosto deste ano.
O que estava em jogo na venda da divisão de inversores solares?
Essa divisão empregava cerca de 800 funcionários espalhados
em mais de 30 países. As fábricas e centros de pesquisa e desenvolvimento estão
localizados na Itália, Índia e na Finlândia.
A divisão de inversores solares atende diferentes tipos de instalações,
tendo uma cartela de produtos bem diversificados. Em 2018 teve uma receita
aproximada de US$ 290 milhões.
Já em 2019 a aquisição do negócio registrou uma receita de
aproximadamente US$ 340 milhões.
Por que a ABB vendeu a operação de inversores?
De acordo com a empresa, a venda permitirá à ABB focar em seu
portfólio de negócios em outros mercados, também em crescimento.
Em 2018 a ABB já anunciou a venda de outra divisão, a Power
Grids para a japonesa Hitachi. Na época a justificativa já foi de cada vez mais
ter um foco direcionado, enxugando a cartela de mercados.
Então, o anúncio em 2019 da venda da divisão de inversores
solares foi algo esperado pelo mercado.
Ainda, conforme Tarak Mehta, presidente do negócio de
Eletrificação da ABB: “A venda está alinhada com nossa estratégia de gestão
sistemática e contínua de portfólio para fortalecer a competitividade, focar na
qualidade da receita e nos segmentos de maior crescimento. O negócio de Solar é
um foco fundamental para a FIMER e, como tal, acreditamos que ela seja uma
excelente proprietária para os negócios de inversores solares da ABB.”
Como foi a fusão entre as duas empresas?
As duas empresas trabalharam de modo a garantir uma transição suave para o mercado, clientes e funcionários. Até então tem sido uma relação de estreita colaboração. A FIMER assumiu o compromisso de manter empregos e honrará com todas as garantias existentes.
Quem é a FIMER?
A empresa italiana foi fundada em 1942 e já é envolvida com
tecnologia de inversores desde 1983. Antes da aquisição do negócio de
inversores da ABB, a FIMER ocupava o 8º lugar em maior fabricante de inversores
do mundo.
O seu principal negócio é a produção de inversores para
instalações fotovoltaicas, estações de soldagem e recarga de veículos elétricos,
produzidos em sua planta operacional na Itália. A FIMER possui vantagem
competitiva se tratando de inovação e alta qualidade, tanto em termos de
produto quanto em atendimento ao cliente.
Como fica a FIMER após conclusão da aquisição da operação de inversores, ocorrida em 5 de agosto?
A multinacional italiana se torna a 4ª maior fornecedora de
inversores solares do mundo. Está presente em 26 países, possui mais de 1.100
funcionários no nicho de inversores solares e um dos maiores portfólios de
produtos. Conta com três fábricas, sendo duas na Itália e uma na Índia.
Para o ano de 2020 a espera é de embarque de mais de 7 GW em
inversor solar.
O que muda para o consumidor?
O consumidor pode esperar cada vez produtos mais tecnológicos
e de alta qualidade. Para isso a FIMER manteve o centro de Pesquisa e
Desenvolvimento localizado na Finlândia e irá investir fortemente no
desenvolvimento de tecnologias avançadas.
Mesmo após a aquisição dos negócios de inversores solares da
ABB pela FIMER, o portfólio de inversores solares continua a levar a marca ABB
sob o contrato de licença de marca comercial.
A Ecoa Energias Renováveis utiliza inversores solares da
marca ABB/FIMER em seus sistemas. São considerados produtos de alta qualidade e
ao longo de nossa experiência conseguimos constatar essa qualidade na prática.
Entre em contato com nossos especialistas por AQUI que tiramos suas dúvidas.