Saiba porquê 2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

Especialistas em energias renováveis afirmam e nós concordamos! Siga no texto e saiba porquê 2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

Pelo fato de o Brasil ter uma das melhores incidências de raios solares do planeta, nosso país tem crescido de forma muito positiva quando o assunto é energia solar fotovoltaica. E isso se deve não só pelo aumento dos investimentos das pessoas em geração própria, mas também pela energia solar ser uma das mais importantes para a redução de custo.

Nos últimos anos, os brasileiros têm sofrido com o aumento constante na fatura de energia, e pensar em formas de amortizar esses custos já tem sido realidade para muitos. Com a possibilidade de instalar painéis fotovoltaicos em telhados, fachadas e 

terrenos, a energia solar ganhou recentemente mais um incentivo: o marco legal de energia, publicado no início de janeiro deste ano.

Com a lei, os micros e minigeradores de geração distribuída estarão respaldados juridicamente, mas, mais do que isso, contarão com isenção das novas taxas se protocolarem o pedido do sistema até 12 meses depois da vigência da lei, ou seja, janeiro de 2023.

Para compreender melhor sobre tudo isso que introduzimos até aqui, continue a leitura do texto e acompanhe com a gente as novidades do setor de energia solar.

Por dentro dos dados atuais do setor fotovoltaico

No início deste ano, o Brasil atingiu um marco histórico com relação à geração própria de energia a partir da fonte solar: segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país conta, atualmente, com 1 milhão de unidades consumidoras dessa modalidade. 

Ao todo, já são 14 GWp de potência gerada por geração distribuída. Desse número, 76,6% das unidades residenciais fazem uso da tecnologia fotovoltaica, seguido dos setores de comércio e serviços (13,4%), produtores rurais (7,6%), indústrias (2,1%) e poder público (0,3%).

Todo esse resultado é provindo de inúmeros investimentos que o setor vem conseguindo. De acordo com a associação, só em 2021 foram quase R$ 22 bilhões aplicados em grandes usinas, pequenos negócios e propriedades rurais.

Com todo esse avanço, mais de 150 mil novos empregos foram criados, sendo que, em 2021, as contratações somaram 65% a mais com relação aos empregos acumulados desde 2012 até o fim de 2020. E tudo isso em meio a um ano de muita dificuldade, economicamente falando, visto que as consequências da pandemia ainda pairam sobre o país.

2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

Mesmo com números tão otimistas, o Brasil ainda tem potencial para avançar ainda mais quando se trata de energia solar.

Os diferentes tipos de usuário – residencial, comercial, rural ou industrial – sentiram no bolso o aumento exponencial da conta de energia elétrica. Com isso a busca por formas de diminuí-la – e uma das soluções mais eficazes a esse problema é a instalação do sistema fotovoltaico. Diante disso, a micro e minigeração no local do consumo tem tudo para aumentar ainda mais a porcentagem de potência gerada em energia solar aqui no país.

Segundo matéria da Exame, um grande contribuinte para a intensificação da busca pela energia solar é o fato da aprovação da Lei 14.300/22, a qual determina a cobrança de tarifas de distribuição para os micros e minigeradores. Essa regra começa a valer para quem adotar a geração distribuída a partir de janeiro de 2023 por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica – SCEE.

A ABSOLAR estima que o crescimento de geração própria será de 105% a mais do que o último ano, chegando a atingir 17,2 GWp de potência instalada.

Simule seu sistema de energia solar

Expectativas para os próximos anos

Outro ponto que merece destaque é o aumento da eletrificação dos veículos, isto é, a quantidade de veículos elétricos que estarão pelas ruas do país – impulsionado, essencialmente, pelo aumento dos combustíveis em todo o território nacional. 

Logo, com o aumento desses tipos de carros, a demanda por energia elétrica torna-se ainda maior. Contudo, como a energia solar é mais barata, é muito provável que o setor cresça ainda mais por conta desses projetos que vêm inovando o mundo.

Ainda segundo a ABSOLAR, com relação aos empregos, a expectativa é a de que se abra um total de mais de 357 mil vagas até o final deste ano, distribuídas entre todas as categorias que se envolvem no setor. Além disso, espera-se que os investimentos financeiros ultrapassem os R$ 50 bilhões.

Como fazer parte desse mercado?

O futuro da energia solar será bem promissor. Ao longo dos últimos anos, diversos investimentos já foram realizados no setor, gerando muitos empregos a vários brasileiros. No entanto, para que tudo isso continue a pleno vapor, desenvolvendo o país social, ambiental e economicamente, é preciso contar com o apoio de empresas especializadas no assunto.

A Ecoa, empresa que trabalha com a geração de energia elétrica por meio da fonte solar, foi fundada em 2014 com o propósito de entregar aos seus clientes os melhores projetos de sistemas fotovoltaicos. Com sede na cidade de Joinville, o negócio já conta com um portfólio robusto, reunindo trabalhos em cidades de todo o Brasil.

Em 2018, a Ecoa foi incorporada à Tritec Energy, uma multinacional de origem suíça que possui mais de 300 MWp de potência instalada. Todo esse movimento só comprova o quanto a empresa se compromete com o setor fotovoltaico, entregando uma proposta personalizada à realidade do cliente e proporcionando o devido acompanhamento do início ao fim do projeto.

Quer saber qual a melhor opção para sua casa, negócio ou indústria? Entre em contato conosco pelo site e faça uma simulação. Ou solicite agora um orçamento com nossos especialistas pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 3025-2700.

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Especialistas em energias renováveis afirmam e nós concordamos! Siga no texto e saiba porquê 2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

Pelo fato de o Brasil ter uma das melhores incidências de raios solares do planeta, nosso país tem crescido de forma muito positiva quando o assunto é energia solar fotovoltaica. E isso se deve não só pelo aumento dos investimentos das pessoas em geração própria, mas também pela energia solar ser uma das mais importantes para a redução de custo.

Nos últimos anos, os brasileiros têm sofrido com o aumento constante na fatura de energia, e pensar em formas de amortizar esses custos já tem sido realidade para muitos. Com a possibilidade de instalar painéis fotovoltaicos em telhados, fachadas e 

terrenos, a energia solar ganhou recentemente mais um incentivo: o marco legal de energia, publicado no início de janeiro deste ano.

Com a lei, os micros e minigeradores de geração distribuída estarão respaldados juridicamente, mas, mais do que isso, contarão com isenção das novas taxas se protocolarem o pedido do sistema até 12 meses depois da vigência da lei, ou seja, janeiro de 2023.

Para compreender melhor sobre tudo isso que introduzimos até aqui, continue a leitura do texto e acompanhe com a gente as novidades do setor de energia solar.

Por dentro dos dados atuais do setor fotovoltaico

No início deste ano, o Brasil atingiu um marco histórico com relação à geração própria de energia a partir da fonte solar: segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país conta, atualmente, com 1 milhão de unidades consumidoras dessa modalidade. 

Ao todo, já são 14 GWp de potência gerada por geração distribuída. Desse número, 76,6% das unidades residenciais fazem uso da tecnologia fotovoltaica, seguido dos setores de comércio e serviços (13,4%), produtores rurais (7,6%), indústrias (2,1%) e poder público (0,3%).

Todo esse resultado é provindo de inúmeros investimentos que o setor vem conseguindo. De acordo com a associação, só em 2021 foram quase R$ 22 bilhões aplicados em grandes usinas, pequenos negócios e propriedades rurais.

Com todo esse avanço, mais de 150 mil novos empregos foram criados, sendo que, em 2021, as contratações somaram 65% a mais com relação aos empregos acumulados desde 2012 até o fim de 2020. E tudo isso em meio a um ano de muita dificuldade, economicamente falando, visto que as consequências da pandemia ainda pairam sobre o país.

2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

Mesmo com números tão otimistas, o Brasil ainda tem potencial para avançar ainda mais quando se trata de energia solar.

Os diferentes tipos de usuário – residencial, comercial, rural ou industrial – sentiram no bolso o aumento exponencial da conta de energia elétrica. Com isso a busca por formas de diminuí-la – e uma das soluções mais eficazes a esse problema é a instalação do sistema fotovoltaico. Diante disso, a micro e minigeração no local do consumo tem tudo para aumentar ainda mais a porcentagem de potência gerada em energia solar aqui no país.

Segundo matéria da Exame, um grande contribuinte para a intensificação da busca pela energia solar é o fato da aprovação da Lei 14.300/22, a qual determina a cobrança de tarifas de distribuição para os micros e minigeradores. Essa regra começa a valer para quem adotar a geração distribuída a partir de janeiro de 2023 por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica – SCEE.

A ABSOLAR estima que o crescimento de geração própria será de 105% a mais do que o último ano, chegando a atingir 17,2 GWp de potência instalada.

Simule seu sistema de energia solar

Expectativas para os próximos anos

Outro ponto que merece destaque é o aumento da eletrificação dos veículos, isto é, a quantidade de veículos elétricos que estarão pelas ruas do país – impulsionado, essencialmente, pelo aumento dos combustíveis em todo o território nacional. 

Logo, com o aumento desses tipos de carros, a demanda por energia elétrica torna-se ainda maior. Contudo, como a energia solar é mais barata, é muito provável que o setor cresça ainda mais por conta desses projetos que vêm inovando o mundo.

Ainda segundo a ABSOLAR, com relação aos empregos, a expectativa é a de que se abra um total de mais de 357 mil vagas até o final deste ano, distribuídas entre todas as categorias que se envolvem no setor. Além disso, espera-se que os investimentos financeiros ultrapassem os R$ 50 bilhões.

Como fazer parte desse mercado?

O futuro da energia solar será bem promissor. Ao longo dos últimos anos, diversos investimentos já foram realizados no setor, gerando muitos empregos a vários brasileiros. No entanto, para que tudo isso continue a pleno vapor, desenvolvendo o país social, ambiental e economicamente, é preciso contar com o apoio de empresas especializadas no assunto.

A Ecoa, empresa que trabalha com a geração de energia elétrica por meio da fonte solar, foi fundada em 2014 com o propósito de entregar aos seus clientes os melhores projetos de sistemas fotovoltaicos. Com sede na cidade de Joinville, o negócio já conta com um portfólio robusto, reunindo trabalhos em cidades de todo o Brasil.

Em 2018, a Ecoa foi incorporada à Tritec Energy, uma multinacional de origem suíça que possui mais de 300 MWp de potência instalada. Todo esse movimento só comprova o quanto a empresa se compromete com o setor fotovoltaico, entregando uma proposta personalizada à realidade do cliente e proporcionando o devido acompanhamento do início ao fim do projeto.

Quer saber qual a melhor opção para sua casa, negócio ou indústria? Entre em contato conosco pelo site e faça uma simulação. Ou solicite agora um orçamento com nossos especialistas pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 3025-2700.

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    Metade da conta de luz é imposto

    Neste mês, a conta de energia ficou ainda mais cara. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mudou a bandeira tarifária para a cor Amarela. Essa tarifa significa um custo extra de R$1,00 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. O aumento pode encarecer até 6,5% neste mês.

    O sistema de bandeiras tarifárias que vigora desde 2015 indica se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. 

    Mas como as bandeiras tarifárias funcionam e por que energia elétrica é tão cara no Brasil?

    A Aneel define mensalmente através das bandeiras o custo real de energia gerada para cada região do país. Para isso, ela usa como base nas informações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), que analisa o nível dos reservatórios das hidrelétricas e verifica se haverá necessidade de utilizar térmicas para complementar a geração de energia.

    Bandeira verde:condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

    Bandeira amarela:Térmicas ativadas e condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;

    Bandeira vermelha Patamar 1: Térmicas ativadas e alta demanda. A tarifa sofre acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.

    Bandeira vermelha Patamar 2:Térmicas ativadas e alta demanda, com condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 5,00 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido

    Quando o país passa por um período de estiagem, não há outra alternativa senão recorrer às termelétricas, que tem um custo de produção mais elevado.

    O impacto da Carga Tributária na conta de energia

    No entanto, o grande vilão de nossos bolsos na conta de luz é a alta carga tributária que incide sobre energia elétrica. No Brasil, 44,5% do preço final da tarifa de energia é constituído por encargos e tributos. 

    Somos o segundo colocado no ranking dos 28 países com maior carga tributária na conta de luz. Ficamos atrás apenas da Dinamarca, onde os impostos sobre a energia elétrica chegam a 58%. Já o Japão tem a menor porcentagem de impostos: apenas 9% de carga tributária. Os dados são da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica). 

    Mas, diante disso, o que pode ser feito para o país ter oferta de energia barata?

    Além de uma nova regulamentação que traga segurança jurídica e um ambiente propício para os negócios do setor, é preciso diversificar nossa matriz energética e explorar mais a geração de energia solar e eólica. Até 2016, 66% da geração é proveniente de fontes hidráulicas, 26,4% de térmicas e apenas 6,5% de eólicas e 0,054 de solar.

    O outro ponto primordial consiste na revisão da carga tributária que incidem na tarifa. Porém, enquanto isso não acontece, é preciso se preparar para o curto prazo.

    Como se preparar para os aumentos tarifários?

    Como mencionado, é preciso diversificar nossa matriz energética com outros tipos de geração de energia. Uma das possibilidades é a adoção de um sistema de energia solar, que garante previsibilidade na conta de luz. 

    Através do modelo de geração distribuída qualquer pessoa pode gerar energia que será abatida em seu consumo mensal. Toda energia excedente que for gerada é acumulada como créditos para abater as próximas contas. Dessa forma, além de não ficar a mercê das tarifas cada vez mais elevadas, é possível economizar no consumo de energia!

    Ficou interessado? Conheça mais a ECOA Energias Renováveis!

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    Cuidados ao contratar uma empresa de energia solar fotovoltaica

    De acordo com as estimativas da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o ano de 2021 trará um acréscimo de 5,09 GW em potência instalada de energia solar fotovoltaica no Brasil. Isto representa um aumento de 68% em relação ao acumulado até o fim de 2020.

    Junto a este crescimento exponencial, em especial no Brasil nos últimos cinco anos, o país somou mais de 20 mil empresas atuando no setor de energia solar.

    Se de um lado o número de empresas ajuda a incentivar e fomentar o desenvolvimento do setor, novas tecnologias e inovações, de outro vemos uma quantidade considerável de empresas despreparadas.

    Um sistema de energia solar fotovoltaica possui vida útil de mais de 30 anos. Nessa perspectiva, como o consumidor pode garantir que ao escolher uma empresa de energia solar fotovoltaica para adquirir seu sistema, ele tenha confiabilidade em um pós-venda? A empresa existirá daqui a 30 anos? A expectativa de geração do sistema será atingida?

    Sabemos que não temos como ter 100% de certeza sobre essas respostas, mas existem fatores que o consumidor pode analisar para evitar ao máximo dores de cabeça principalmente no curto e médio prazo.

    A importância de escolher uma empresa de energia solar fotovoltaica séria e confiável

    Você já deve ter visto diversas imagens de módulos fotovoltaicos danificados devido a queda de estruturas que não suportaram eventos climáticos ou até mesmo seu peso próprio. O Canal Solar mantém uma página em que acompanha especificamente estes casos ao redor do Brasil.

    Estas situações possuem erros sérios de dimensionamento e/ou falta de análise técnica do telhado antes da instalação do sistema. Apesar destas situações vincularem com mais força em mídias devido a sua gravidade, queremos destacar que além disso existem erros de execução e dimensionamento ocultos para leigos. Estes erros podem demorar a aparecer e quando aparecem geram uma enorme dor de cabeça e grandes riscos a integridade dos equipamentos e seu meio. 

    A Ecoa Energias Renováveis já foi acionada diversas vezes para verificar e corrigir sistemas fotovoltaicos já instalados por outras empresas. Abaixo mostramos algumas imagens de um laudo feito pela Ecoa Energias Renováveis sobre uma usina sola fotovoltaica flutuante instalada em Tibagi/PR.

    Após levantamento dos pontos críticos, a Ecoa Energias Renováveis foi contrata pelo dono da usina e reparou todos os pontos necessários.

    Vemos que alguns dos itens apontados não são aparentes para leigos no assunto. Por isso a importância de garantir a confiabilidade da empresa contratada para executar seu sistema fotovoltaico.

    7 Dicas práticas para escolher a empresa certa para contratar seu sistema solar fotovoltaico

    1. Experiência e histórico da empresa

    Sabemos que toda empresa precisa começar por algum lugar. Mas principalmente se seu sistema se trata de um projeto mais robusto como um comercial, industrial, usinas de solo, entre outros, mais do que nunca é importante escolher empresas experientes no assunto.

    Quantos projetos de grande porte a empresa possui? Quantos clientes atendidos? São perguntas essenciais neste momento. Questione também quais são os clientes atendidos de grande porte. Se a empresa possui boa experiência, com certeza terá atendido outras empresas já conhecidas na sua região.

    Existem outras formas que você pode validar algumas destas informações, como o site do Portal Solar na aba “empresas”.

    2. Fale com clientes atendidos pela empresa de energia solar fotovoltaica

    Toda empresa tem “na manga” clientes que sabem que são satisfeitos com o atendimento para repassar o telefone para outros clientes quando pedem referência. É um bom passo ligar para estes contatos. Mas lembre-se que quem passou estes contatos foi a própria empresa que você solicitou, então para garantir, vá um pouco mais além.

    Veja no site ou nas redes sociais os clientes (pessoas jurídicas) que a empresa que você está contratando o projeto já atendeu e tente entrar em contato com eles.

    3. Integrador ou EPC?

    Existem dois principais modelos de negócios que empresas do setor atuam. Os integradores fotovoltaicos são aqueles que basicamente fazem a ligação entre as distribuidoras de equipamentos fotovoltaicos e os clientes interessados na tecnologia. Geralmente eles fornecem os materiais (adquiridos de uma distribuidora), projeto e a instalação do sistema solar fotovoltaico.

    Já uma empresa que trabalha no modelo EPC (sigla do inglês: engenharia, compras, construção) além de fornecer o projeto e instalação, adquiri os materiais diretamente com os fabricantes, sem passar por uma distribuição.

    A diferença básica entre os modelos é na aquisição de materiais. Uma empresa de energia solar fotovoltaica atuante no modelo EPC precisa ter um setor de compras e importação. O porte destas empresas geralmente é mais robusto do que a de integradores.

    Mas o que isso muda para o consumidor?  Existem uma tendência de empresas no modelo EPC possuírem uma estrutura mais completa para atendimento ao cliente final. Principalmente quando se trata de projetos de grande porte, empresas EPC podem negociar importação direta de equipamentos fotovoltaicos para o projeto negociado em especifico.

    Para sistemas de pequeno porte, não vemos tanta diferença em relação aos dois modelos de negócios citados aqui. O importante é que, independentemente do tamanho do sistema, se você não é do setor fotovoltaico, não compre apenas kits de sistemas prontos e contrate um eletricista para fazer a instalação. Os riscos nestes casos são enormes e você pode ter problemas não só na instalação, como na homologação na concessionária, já que é necessário também um responsável técnico pelo sistema.

    4. Quadro técnico e departamentos específicos por área

    Questione a empresa sobre a presença de pessoas capacitadas tecnicamente no seu quadro de funcionários. Verifique se existem engenheiros eletricistas, engenheiros de energias e outras áreas técnicas que podem ser necessárias para seu projeto. No caso de usinas de grande porte, podem existir obras civis e ser necessário a presença também de um engenheiro civil.

    Então, de acordo com o porte do seu projeto, questione os responsáveis técnicos. Se necessário, exija comprovação solicitando o currículo dos funcionários que atuarão no projeto e registro no sistema CONFEA.

    Verifique também quantidade de departamentos da empresa. Vemos muitas empresas onde uma pessoa só acumula funções de diferentes áreas. Uma maneira prática de fazer isso é solicitar uma visita a sede da empresa. Afinal, lembre-se que você está adquirindo um sistema de vida útil de mais de 30 anos e não existe nenhum mal em querer conhecer a empresa que deve estar com você ao longo destes anos. 

    5. Observe a qualidade dos equipamentos

    Hoje existem uma infinidade de modelos e marcas de inversores, módulos fotovoltaicos e estruturas no mercado. É importante que os equipamentos tenham certificação do INMETRO, certificados de qualidade, e para módulos, classificação TIER 1 (veja mais sobre essa classificação no nosso post AQUI).

    Você também pode verificar estes selos diretamente no equipamento, geralmente nos módulos eles ficam no seu verso. Abaixo vemos um exemplo de módulo fotovoltaico adquirido pela Ecoa Energias Renováveis da fabricante Jinko com os selos do INMETRO e classificação de qualidade TÜV Rheinland.

    6. Questione a documentação do pós-obra

    Você está adquirindo um sistema solar fotovoltaico que apesar de possuir manutenções baixíssimas se bem instalado, não deixa de ser uma obra de engenharia. Como será a entrega deste sistema para o cliente final? Você receberá quais documentos? Como deve ser feita a manutenção e operação do sistema caso necessário?

    Lembre-se de verificar antes da contratação o que você receberá de documentos junto ao sistema instalado. É imprescindível receber uma cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e o contrato com a concessionária de energia em que o sistema for homologado. Além destes documentos, conforme tamanho do sistema, existem outros documentos importantes: cópia do projeto, laudo de comissionamento e manual de uso e operação do sistema fotovoltaico.

    7. Pós-venda e garantias

    Será que a empresa que você está contratando possui uma área específica para pós-venda? Seu sistema fotovoltaico irá durar por muitos anos e é necessário ter garantia que alguém irá te atender daqui a 10, 20 anos se necessário. Além de ter um setor próprio para isso, garantir todas as outras dicas anteriores podem aumentar a chance de a empresa ainda existir ao longo destes anos.

    Módulos fotovoltaicos de forma geral possuem garantia de eficiência de 25 anos e inversores ficam entre 5 a 10 anos. Questione sobre a possibilidade de contratar garantia estendida para inversores. Também é necessário esclarecer qual a garantia do serviço de instalação da empresa e de outros equipamentos do sistema como a estrutura. Lembre-se que não basta solicitar essas informações, é necessário ter elas em contrato para terem validade.

    Conclusão

    Passamos aqui dicas bem completas para você analisar. Depende de você seguir estas orientações ou não. Mas lembre-se que todo o cuidado é pouco. Você está contratando um serviço técnico e confiando em uma empresa para executa-lo. Faça pelo menos três orçamentos e sempre desconfie de preços incrivelmente baixos.

    Se depois de validar todas as dicas e ainda assim você tiver dúvidas sobre qual empresa contratar, temos uma dica final. É importante pensar nessa contratação como uma parceria, mais do que como um fornecedor. Se você quisesse ser sócio de uma das empresas que você está cotando, de qual seria?

    A Ecoa Energias Renováveis é pioneira no mercado Norte Catarinense no setor de energia solar fotovoltaica. Conectamos as primeiras plantas fotovoltaicas do Estado de Santa Catarina. Possuímos em nosso quadro técnico engenheiros de diferentes segmentos, tais como: eletricistas, de energias, civil, ambiental, mecânico, entre outros.

    Trabalhamos exclusivamente com módulos fotovoltaicos TIER 1, certificados pelo INMETRO e com selo de qualidade. Nosso modelo de negócio é o EPC, pois fazemos importação direta de equipamentos. A empresa é segmentada em diferentes áreas: administrativo, financeiro, RH, compras, comercial, pós-venda, engenharia de projeto, instalação e marketing. Além disso possuímos um setor específico para o desenvolvimento de grandes usinas. São 7 anos de história com mais de 400 clientes atendidos. 

    Entre em contato com nossos especialistas clicando AQUI.

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    Financiamento de energia solar fotovoltaica: 5 opções para você e seu negócio!

    Ainda existe uma impressão de que energia solar fotovoltaica é apenas acessível para poucos. A maioria das pessoas ainda vê a instalação de um sistema como algo bastante custoso, fora de seu alcance.

    Mas, vale lembrar que quando falamos de energia fotovoltaica, falamos sobre um investimento com durabilidade de pelo menos 25 anos e retorno financeiro garantido.

    Por isso, vamos falar hoje sobre uma possibilidade de realizar o investimento em energia solar fotovoltaica, o financiamento bancário.

    De acordo com o relatório da Greener, divulgado em 2019, o financiamento é a principal forma de pagamento para 39,6% das empresas do setor fotovoltaico. Já a instituição bancária mais utilizada para os financiamentos é o Santander, com 36,8% da preferência.

    Então, fica claro que o financiamento é uma das formas mais usadas como pagamento de sistemas solares fotovoltaicos.

    O que é um financiamento solar fotovoltaico?

    Para começar, um financiamento é uma operação financeira em que uma instituição bancária, ou um agente financeiro, fornece recursos para uma pessoa física ou jurídica fazer um investimento específico previamente acordado.

    É claro que para a operação ser uma vantagem para ambas às partes, podem existir juros embutidos nesta operação. Mas, devido ao crescente incentivo do uso de energia por fontes renováveis, existem diversas linhas de financiamento bem atrativas.

    Quais são os tipos de juros de um financiamento solar fotovoltaico?

    De forma geral o sistema de juros numa operação de financiamento pode ocorrer de duas formas:

    1. Pré-fixado: você sabe exatamente quanto vai ser cada parcela do seu financiamento até o fim do contrato. Não há surpresas sobre o valor a ser pago.
    2. Pós-fixado: as taxas variam de acordo com índices de inflação, ou seja, conforme estabilidade econômica do país.   

    Mas qual escolher? Não existe certo ou errado, existe o que é a melhor opção para cada perfil e situação. Existem perfis de pessoas mais conservadoras, que não gostam de surpresas e preferem trabalhar com o já conhecido. Então, analise qual o seu perfil e se você possui estabilidade financeira para suportar variações nas taxas de juros.

    Como faço para financiar meu sistema solar fotovoltaico?

    Você primeiro terá que solicitar orçamentos para o sistema solar fotovoltaico que precisa, seja ele para um projeto residencial, comercial ou industrial. Com os orçamentos em mãos, você negocia os valores com os fornecedores e então escolhe com qual deles irá fechar o serviço.

    Conte com a Ecoa Energias Renováveis para fazer um orçamento para você! Solicite AQUI o seu.

    Você deve levar o orçamento já negociado até a instituição financeira, com ele e com outros documentos, a instituição financeira irá fazer sua análise de crédito e então apresentar as possibilidades de financiamento.

    Cada instituição financeira pode exigir documentos específicos. Mas, no geral para pessoas físicas, além do orçamento do sistema, é necessário comprovante de endereço, identidade e imposto de renda. Já para pessoas jurídicas, é possível que solicitem contrato social, imposto de renda dos sócios, balanço dos últimos meses, relatório contábil e outros documentos.

    Com o financiamento aprovado, o valor final do sistema fotovoltaico é depositado à vista pela instituição financeira para o fornecedor escolhido ou para o adquirente.

    Quais são os modelos de financiamento?

    Existem diversas linhas e formas de financiamento para sistemas solares fotovoltaicos. De maneira generalista, existem opções de financiamento com ou sem entrada e financiamento total ou parcial.

    Vale lembrar, que cada caso deve ser analisado, nem todas as formas de financiamento são possíveis para todos os perfis de pessoas, tipos e tamanhos de sistemas.

    Nos próximos tópicos vamos citar 5 opções de financiamento disponíveis.

    [rock-convert-pdf id=”7100″]

    5 linhas de financiamento que estão entre as mais atrativas

    A ideia aqui é mostrar as linhas de financiamento que abrangem a maior parte do Brasil e possuem como público alvo tanto empresas, como também pessoas físicas.

    1. Financiamento Sicredi para Energia Solar

    O Sicredi é um sistema de cooperativa de crédito presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal.

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas associadas ao Sicredi que desejam adquirir equipamentos e a tecnologia para captação de energia solar destinada à geração de energia elétrica em suas propriedades e estabelecimentos.

    Como contratar? Procure a sua agência para informações sobre contratação.

    Prazo de pagamento? Até 120 meses.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cada cliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Fonte: Sicredi para você e Sicredi para sua empresa.

    [rock-convert-cta id=”8266″]

    2. CDC Sustentável Solar e CDC Socioambiental Solar – Santander

    O Santander separa o financiamento de energia solar fotovoltaica em duas linhas principais. O CDC Sustentável Solar tem o foco de atender empresas, já o CDC Socioambiental Solar é para pessoas físicas.  

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas com conta no Santander. No CDC Sustentável você pode financiar a compra de materiais para o sistema solar e no CDC Socioambiental pode também financiar a instalação.

    Como contratar? Solicite ao seu gerente de relacionamento a aprovação de crédito no valor do orçamento de seu sistema.

    Prazo de pagamento? Parcelamento em até 60 meses com débito automático em conta corrente, sujeito à análise de crédito.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cadacliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Fonte:CDC Sustentável Solar e CDC Socioambiental Solar

    3. Proger Urbano Empresarial – Banco do Brasil

    Além de linhas de financiamento para empresas, o Banco do Brasil também possui opções de financiamento para pessoas físicas.

    Aqui abordaremos uma linha bastante utilizada: o Proger Urbano Empresarial.

    O Proger é um programa do Governo Federal, cujo objetivo é promover geração de renda por meio da oferta de linhas de crédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    Para quem? Para empresas que faturam até R$ 10 milhões por ano e que desejem financiar máquinas e equipamentos que contribuam para o uso racional de energia e água, despesas com elaboração de projetos, mão-de-obra para instalação, além de reformas, adaptação em edificações e entre outros.

    Como contratar? Procure a agência mais próxima.

    Prazo de pagamento? Até no máximo de 72 meses, com carência de até 12 meses.

    Qual o limite de crédito? Pode ser financiamento até 80% do valor e limitado ao máximo de R$ 1 milhão.

    Quais taxas praticadas? Definidas caso a caso. O Banco do Brasil oferece uma simulação do seu financiamento, acesse AQUI para ter uma referência das taxas no seu caso.

    Fonte: Banco do Brasil.

    4. FINAME do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES)

    O FINAME é um programa de financiamento a longo prazo disponibilizado pelo governo federal. O programa é exclusivo para máquinas e equipamentos produzidos no Brasil com um mínimo de 60% de componentes nacionais. Existe exceções somente quando o produto ofertado não possui similares no Brasil.  

    O financiamento pode ser feito de forma indireta ou direta. A forma indireta é através dos agentes financeiros. Já para financiar diretamente com o BNDES é necessário que a empresa possua um faturamento anual superior a R$ 90 milhões.

    Para quem? Empresas sediadas no País; Administração Pública; empresários individuais e microempreendedores, produtores rurais; transportadores autônomos de carga; fundações, associações e cooperativas sediadas no País; pessoas físicas residentes e domiciliadas no País; condomínios.

    O apoio às micro, pequenas e médias empresas é considerado prioritário pelo BNDES.

    Como contratar? Se você é um micro, pequeno ou médio empresário pode solicitar pelo canal MPME, AQUI. Ou então, dirija-se a instituição financeira credenciada de sua preferência, veja a lista AQUI.

    Prazo de pagamento? Até no máximo de 120 meses, com carência de até 24 meses.

    Qual o limite de crédito? Podem ser financiados até 100% do valor de sistemas geradores fotovoltaicos de até 375kW e sua instalação.

    Quais taxas praticadas?  A taxa écomposta pelo Custo Financeiro, pela Taxa do BNDES e pela Taxa do Agente Financeiro. Variando então de caso a caso.

    Cada instituição financeira credenciada pode aderir ou não às linhas de financiamento do BNDES, de acordo com suas políticas próprias para concessão do crédito. A decisão final sobre a aceitação ou recusa das propostas protocoladas é de exclusiva responsabilidade do agente financeiro envolvido.

    Fontes: BNDES

    5. Sicoob

    O Sicoob é um sistema de cooperativas de crédito que possui atuação em quase todos os estados do Brasil.

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas associadas ao Sicoob.

    Como contratar? Procure a sua agência para informações sobre contratação.

    Prazo de pagamento? Parcelamento em até 120 meses.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cada cliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Qual linha de financiamento é ideal para mim?

    Escolher com qual instituição financeira você irá financiar seu sistema é muito pessoal para cada caso. Lembrando que qualquer instituição possui linhas de financiamento, aqui apontamos apenas algumas das dezenas de opções.

    Se você já possui um bom relacionamento na instituição financeira que utiliza, seja para uso pessoal ou empresarial, é possível conseguir boas condições e taxas de juros atrativas na sua própria instituição. Mas isso não é regra. Por isso, faz sentido pesquisar outras opções e fazer simulações para escolher a melhor opção para você ou sua empresa.

    É importante lembrar que todos os dados aqui apresentamos foram retirados das próprias instituições financeiras em questão. As informações estão sujeitas a constantes mudanças e também a análise de crédito de cada cliente.

    Se você já está pronto para o primeiro passo, entre em contato com a Ecoa Energias Renováveis! Elaboramos um orçamento de sistema solar fotovoltaico adequado ao seu consumo. Solicite AQUI. Nossa proposta também já vem com simulação de duas linhas de financiamento específicas.

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    Como fazer a limpeza de painéis solares?

    Se você já acompanha o Blog da ECOA conhece os principais benefícios de um sistema solar fotovoltaico. Hoje, vamos falar de um assunto tão importante quanto. Afinal, depois de instalado o seu sistema, como fazer a limpeza das placas solares?

    Pelo menos algo podemos adiantar, a limpeza dos painéis solares é muito simples e pode ser feita por você mesmo.

    Limpeza dos painéis solares: como fazer?

    Manter um sistema fotovoltaico não tem muito segredo. Basicamente é necessário fazer a limpeza das placas solares periodicamente. O período varia conforme o local que o painel está instalado. Geralmente, é recomendado fazer a limpeza uma vez por ano.

    E como limpar uma placa solar? A limpeza das placas solares deve ser feita apenas com água e uma esponja macia que preserve o vidro sem riscá-lo. Lavadoras de alta pressão podem ser utilizadas para tirar uma sujeira mais grossa, mas sem utilizar a pressão máxima.

    Além disso, note que a própria água da chuva auxilia na limpeza dos painéis solares, eliminando poeira e outras sujeiras da superfície. A inclinação dos painéis também ajuda nesse processo e deve seguir a orientação técnica que o projeto decidir.

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    Cuidados com a limpeza do seu sistema solar fotovoltaico

    Como a maioria das placas solares fica nos telhados das casas, é importante levar em conta a sua segurança. Não se arrisque em telhados que sejam muito íngremes ou que não ofereçam um ponto de suporte adequado. Use equipamentos de proteção individual (EPI) para realizar essa atividade ou contrate uma empresa especializada para executar. Ainda não tem um sistema solar fotovoltaico?

    Você sabia que a energia solar permite que reduzir de forma significativa a sua fatura de energia? Quer saber quanto você pode economizar? Fale com um de nossos consultores ou deixe um comentário nesse texto.

    A ECOA Energias Renováveis está aqui para te ajudar!

    Tem alguma dúvida em relação à limpeza e manutenção das placas solares ou sobre os ganhos que a energia solar pode trazer para a sua vida?

    Então entre em contato com a ECOA. Vamos te explicar como a energia solar muda a forma como você consome e produz energia.

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