A publicação da Ecoa na revista Exame de Junho/22 traz um artigo sobre Usinas Solares Fotovoltaicas. A revista traz como destaque empresas que se destacaram em ESG (Environmental, Social and Governance) e a Ecoa Energias abordou o assunto com um conteúdo exclusivo sobre como é elaborado um projeto de Usina Solar Fotovoltaica. Confira abaixo o conteúdo na íntegra.
Seja sócio de uma Usina Solar Fotovoltaica
Grande parte dos brasileiros já sonhou com a independência financeira ou então com a possibilidade de ter seu próprio negócio. Em 2021, o número de novos empreendimentos no Brasil chegou à marca de 4 milhões, segundo dados do Sebrae. O que dizer então da possibilidade de ter seu próprio negócio, com boa remuneração financeira e ainda estar alinhado aos mais altos preceitos ESG (Environmental, Social and Governance) como a Geração de Energia Solar Fotovoltaica?
Para entender melhor como funciona essa operação societária, temos que voltar um pouco no tempo e compreender o funcionamento da geração de energia própria no Brasil. Com o advento das normativas da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – que permitiram a geração de energia renovável a partir de 2012, o mercado abriu as portas para a Geração Distribuída. Nesse cenário, qualquer pessoa física ou jurídica pode gerar sua própria energia, seja no ponto de consumo ou em outro local, e essa segunda opção é chamada de auto consumo remoto.
Iniciou-se então a possibilidade de unir: 1) Interessados em reduzir custos com energia; 2) Investidores dispostos a diversificar o seu capital; e 3) Empresas especializadas na construção de Usinas Solares Fotovoltaicas (UFVs). Essa movimentação que parece ser complexa nada mais é do que a criação de um modelo de negócio onde uma UFV fornecerá energia para determinados consumidores, chamados de beneficiários.
Publicação da Ecoa Energias na revista Exame de Junho/2022
Voltando a pergunta inicial, o modelo de negócio proposto acima é estruturado com a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) que será dona do ativo da UFV. Essa SPE celebra um contrato de longo prazo com o beneficiário, que então passa a consumir energia além da fornecida pela concessionária, mas também dos créditos de energia gerados pela UFV criada. Pela utilização de uma energia limpa, renovável e mais barata, o beneficiário remunera o investidor de forma perene e segura.
É aí que entra a participação societária, pois o investidor adquire quotas sociais da SPE, sendo assim, dono de um empreendimento. Em linhas gerais, é como se o investidor comprasse um imóvel na planta, com tempo de construção de aproximadamente 6 meses e com inquilino pagando aluguel em contrato já celebrado de longo prazo! A parte complexa dessa operação é construir uma UFV, manter a operação saudável e estruturar toda a criação da SPE, unindo beneficiários e investidores. Mas essa modelagem já é comum no mercado brasileiro e podemos perceber inclusive em SC, com um dos maiores projetos privados em solo operando perfeitamente no Estado, a UFV Encantada, localizada no Município de São Lourenço do Oeste, com 1,4 MWp de potência instalada.
Projeto e Execução ECOA Energias Renováveis S/A | 20.000 m² de área construída | 1,4 MWp de potência instalada | Full EPC
Nessa UFV a geração de energia abastece aproximadamente 100 unidades consumidoras de um grupo varejista com lojas localizadas na mesma área de concessão da Celesc. A geração de energia proveniente da UFV equivale a retirar da atmosfera 220 toneladas de CO2 e a plantar mais de 20.000 árvores.
Projetos como esse, conhecidos como “energia por assinatura”, desenvolvidos também pela ECOA Energias Renováveis S/A estão ganhando notoriedade nos últimos anos. A empresa, com sede em Joinville/SC conta com um portfólio de projetos superior a 50 MWp em desenvolvimento no Brasil, na modalidade de auto consumo remoto e de geração compartilhada. Fundada em 2014, a ECOA está captando 215 milhões de reais para a construção desse portfólio nos próximos anos.
Conheça detalhes desse portfólio em captação e escolha um empreendimento para você!
A publicação da Ecoa na revista Exame de Junho/22 traz um artigo sobre Usinas Solares Fotovoltaicas. A revista traz como destaque empresas que se destacaram em ESG (Environmental, Social and Governance) e a Ecoa Energias abordou o assunto com um conteúdo exclusivo sobre como é elaborado um projeto de Usina Solar Fotovoltaica. Confira abaixo o conteúdo na íntegra.
Seja sócio de uma Usina Solar Fotovoltaica
Grande parte dos brasileiros já sonhou com a independência financeira ou então com a possibilidade de ter seu próprio negócio. Em 2021, o número de novos empreendimentos no Brasil chegou à marca de 4 milhões, segundo dados do Sebrae. O que dizer então da possibilidade de ter seu próprio negócio, com boa remuneração financeira e ainda estar alinhado aos mais altos preceitos ESG (Environmental, Social and Governance) como a Geração de Energia Solar Fotovoltaica?
Para entender melhor como funciona essa operação societária, temos que voltar um pouco no tempo e compreender o funcionamento da geração de energia própria no Brasil. Com o advento das normativas da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – que permitiram a geração de energia renovável a partir de 2012, o mercado abriu as portas para a Geração Distribuída. Nesse cenário, qualquer pessoa física ou jurídica pode gerar sua própria energia, seja no ponto de consumo ou em outro local, e essa segunda opção é chamada de auto consumo remoto.
Iniciou-se então a possibilidade de unir: 1) Interessados em reduzir custos com energia; 2) Investidores dispostos a diversificar o seu capital; e 3) Empresas especializadas na construção de Usinas Solares Fotovoltaicas (UFVs). Essa movimentação que parece ser complexa nada mais é do que a criação de um modelo de negócio onde uma UFV fornecerá energia para determinados consumidores, chamados de beneficiários.
Publicação da Ecoa Energias na revista Exame de Junho/2022
Voltando a pergunta inicial, o modelo de negócio proposto acima é estruturado com a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) que será dona do ativo da UFV. Essa SPE celebra um contrato de longo prazo com o beneficiário, que então passa a consumir energia além da fornecida pela concessionária, mas também dos créditos de energia gerados pela UFV criada. Pela utilização de uma energia limpa, renovável e mais barata, o beneficiário remunera o investidor de forma perene e segura.
É aí que entra a participação societária, pois o investidor adquire quotas sociais da SPE, sendo assim, dono de um empreendimento. Em linhas gerais, é como se o investidor comprasse um imóvel na planta, com tempo de construção de aproximadamente 6 meses e com inquilino pagando aluguel em contrato já celebrado de longo prazo! A parte complexa dessa operação é construir uma UFV, manter a operação saudável e estruturar toda a criação da SPE, unindo beneficiários e investidores. Mas essa modelagem já é comum no mercado brasileiro e podemos perceber inclusive em SC, com um dos maiores projetos privados em solo operando perfeitamente no Estado, a UFV Encantada, localizada no Município de São Lourenço do Oeste, com 1,4 MWp de potência instalada.
Projeto e Execução ECOA Energias Renováveis S/A | 20.000 m² de área construída | 1,4 MWp de potência instalada | Full EPC
Nessa UFV a geração de energia abastece aproximadamente 100 unidades consumidoras de um grupo varejista com lojas localizadas na mesma área de concessão da Celesc. A geração de energia proveniente da UFV equivale a retirar da atmosfera 220 toneladas de CO2 e a plantar mais de 20.000 árvores.
Projetos como esse, conhecidos como “energia por assinatura”, desenvolvidos também pela ECOA Energias Renováveis S/A estão ganhando notoriedade nos últimos anos. A empresa, com sede em Joinville/SC conta com um portfólio de projetos superior a 50 MWp em desenvolvimento no Brasil, na modalidade de auto consumo remoto e de geração compartilhada. Fundada em 2014, a ECOA está captando 215 milhões de reais para a construção desse portfólio nos próximos anos.
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Ecoa Energias na EXPOSUPER 2022
Nos dias 21, 22 e 23 de junho de 2022, a Ecoa Energias Renováveis participou da 33ª edição da EXPOSUPER, maior evento de geração de negócios no varejo de Santa Catarina.
O evento, tradicional no calendário do setor, é patrocinado pela ACATSe contou com a participação de milhares de visitantes qualificados, especialmente proprietários, diretores, executivos, gerentes, chefes de setor e compradores do varejo supermercadista.
No stand da Ecoa, estavam presentes nosso time de engenheiros especialistas que puderam conversar, explicar e apresentar aos interessados um pouco mais sobre como o sistema fotovoltaico é um diferencial competitivo, já que a energia elétrica está entre os 3 maiores custos fixos de uma empresa.
No espaço da EXPOSUPER, recebemos também clientes que já fizeram a opção por gerar sua própria energia e puderam passar para conversar com nosso time. Afinal, com o pós-vendas como diferencial, a Ecoa está sempre fortalecendo sua relação tirando dúvidas sempre que preciso. Um deles foi o casal Sr. Carlos Trentini e a Sra. Eliane Trentini, empresários do ramo de piscicultura. Clientes da Ecoa Energias desde agosto de 2020, fizeram questão de nos visitar.
Estou realmente muito satisfeito com o meu sistema fotovoltaico. Mas não basta só instalar, é preciso ter uma empresa de confiança para fazer. Por isso eu sempre indico a Ecoa para todos que me perguntam, pois, a qualidade, conhecimento dos atendentes e o pós-venda são diferenciais que me tranquilizam para fazer essa indicação.”
E você comerciante, já pensou o que poderia fazer caso reduzisse o custo fixo do seu negócio?
Então entre em contato conosco e faça uma simulação gratuita. Você verá que o investimento vale a pena!
Diante de um segmento em plena expansão, como o da mini e microgeração distribuída, 69% dos consumidores brasileiros já pensaram em ter energia solar em suas residências, segundo pesquisa elaborada pelo BV, obtida com exclusividade pelo Broadcast Energia.
O levantamento mostra o potencial de expansão do segmento, que atualmente já tem mais de 1,4 milhão de sistemas de geração distribuída (GD) fotovoltaicos instalados, somando quase 15 gigawatts (GW) de potência, que atendem 1,8 milhão de unidades consumidoras. Embora a capacidade seja considerável dentro da matriz elétrica brasileira, representando aproximadamente 7%, um número de consumidores atendidos é pequeno frente os mais de 85 milhões de consumidores do País.
“A penetração da energia solar na matriz energética é uma tendência muito forte, podemos discutir velocidade de entrada na curva da matriz energética, mas vai ser uma fonte relevante”, afirma a superintendente de Solar do BV, Mariana Granata.
Motivação financeira explica interesse
Entre os consumidores interessados, 83% disseram ter motivação financeira para investir em painéis solares. Para 26%, o preço elevado da conta de luz é um estímulo, e para 45%, a possibilidade de usar a economia obtida para ajudar com outras despesas. Apesar do forte interesse observado, a maioria diz não ter concretizado a compra por causa do alto valor do investimento. No entanto, somente 24% dos interessados chegaram a realizar algum tipo de orçamento e apenas 8% dos interessados sabiam da existência de linhas de financiamento exclusivas para painéis fotovoltaicos.
“A pesquisa revelou que os consumidores sabem que é possível ter energia solar em casa, mas que ainda não há tanto conhecimento sobre alternativas viáveis de acesso aos painéis”, avalia Granata.
Banco foi pioneiro em linha de crédito para energia solar
O BV foi o primeiro banco a ter uma linha de crédito dedicada à energia solar, a partir de 2018, como parte de uma estratégia de diversificação da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do BV no solar soma R$ 4,1 bilhões, conforme dados do terceiro trimestre, um crescimento de 96,4% em relação a igual período de 2021. “O financiamento solar é uma das grandes avenidas de crescimento e diversificação. A gente acredita e tem visto ano a ano um aumento forte de simulações e das contratações”, diz.
De acordo com a executiva, o número de simulações mensais cresceu 44% neste ano, na média até setembro, ante o verificado em 2021. É o mesmo porcentual de crescimento das contratações, que têm tíquete médio de R$ 35 mil. A maior parte dos financiamentos feitos pelo banco é para pessoas físicas, com mais de 70% das contratações.
A pesquisa também apontou que, entre os 24% que chegaram a realizar algum tipo de orçamento, 74% preferem adquirir as placas de maneira parcelada, seja por financiamento (42%) ou cartão de crédito (32%). Granata afirma que o uso do cartão reflete a alta da taxa básica de juros, que faz com que consumidores de classes mais elevadas se afastem de financiamentos.
“O financiamento permite a democratização do acesso, e como falamos de um tíquete relevante, temos permitido o acesso de outras classes que não só A e B”, acrescenta.
Cresce relevância da classe C em financiamentos solares
A superintendente de Solar do BV diz que a relevância da classe C nos financiamentos solares tem aumentado, e hoje o segmento responde por cerca de 40% das simulações e contratações, de acordo com os critérios internos de apuração de renda.
As condições ofertadas pelo BV preveem operações com financiamento de 100% do projeto (equipamentos e instalação), em até 96 meses, com até 120 dias de carência, de modo a garantir que o consumidor já esteja com sistema conectado e gerando energia antes do pagamento da primeira parcela.
A ideia é que o pagamento do financiamento não resulte em comprometimento adicional de renda, porque a proposta é que se troque a despesa com conta de luz pela parcela fixa do financiamento. No entanto, tendo em vista o atual patamar da taxa de juros no País, a parcela está ao redor de 10% acima do valor da tarifa da energia.
Mudança de regras no segmento impulsionou financiamentos
Granata admite que a aceleração observada nos financiamentos recentemente reflete a mudança prevista na cobrança da tarifa de transmissão e distribuição para sistemas de GD, que deve entrar em vigor em janeiro do ano que vem, conforme determina a lei 14.300, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída.
De fato, o setor elétrico tem visto uma explosão no número de instalações de GD nos últimos meses, numa busca de consumidores e empreendedores por garantir a manutenção das atuais regras de compensação de créditos de energia até 2045, um movimento que ficou conhecido como “corrida ao ouro”. Somente de janeiro até agora, houve um crescimento de 56% em capacidade instalada de GD solar, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
“Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.
A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.
Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.
A pesquisa do BV foi conduzida pelo Instituto MindMiners, que realizou entrevistas com 1.100 pessoas, responsáveis ou co-responsáveis pelo pagamento das despesas domésticas, de todo o Brasil, durante o mês de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Excelência, compromisso, aprendizado contínuo e sustentabilidade. Esses são alguns dos valores que conduzem as ações da Ecoa Energias Renováveis S/A, que neste dia 18 de julho completa 8 anos de mercado.
Pioneiros no norte de Santa Catarina e referência quando o assunto é geração de energia fotovoltaica, a Ecoa surgiu quando seus fundadores aliaram a visão por um futuro sustentável com excelência no atendimento ao cliente. Assim, essas marcas tão profundas seguem como base da empresa até hoje.
Nesses 8 anos, a Ecoa evoluiu graças às pessoas que fazem e fizeram parte dessa história, especialmente clientes, fornecedores e colaboradores. Atualmente, a empresa ocupa um lugar de destaque no setor por oferecer soluções “turnkey”, ou seja, de ponta a ponta em sistemas fotovoltaicos.
Processos
Desenvolvendo desde uma proposta personalizada, feita por um time de engenheiros especialistas, passando pelo dimensionamento e execução do projeto, bem como acompanhamento e aprovação de todos os trâmites pela concessionária, a Ecoa entrega um serviço de alto valor agregado para seus clientes.
Toda a instalação é feita por técnicos regularmente treinados, seguindo os protocolos de segurança no trabalho. A atenção é dada a todos os detalhes do projeto, a fim de que seja utilizado os melhores produtos do mercado, com qualidade e garantia comprovados nos mais exigentes mercados globais.
Ao final de todo esse processo, o sistema será entregue e passará a gerar energia. Contudo, a Ecoa ainda estará presente, analisando o monitoramento do sistema, orientando o usuário sobre seu equipamento ou sobre as novas faturas de energia. Deixando o canal de comunicação com o cliente sempre disponível para dúvidas ou qualquer situação.
Quando a Ecoa surgiu?
Fundada em 18 de julho de 2014, a Ecoa foi constituída acima de tudo, com sólidos ideais que vão ao encontro de importantes princípios sociais: consciência ecológica, responsabilidade social e sustentabilidade energética.
A empresa atua, desde então, pautada em valores de excelência no atendimento ao cliente, seriedade na condução dos trabalhos e compromisso com o meio ambiente. Voltando seus serviços e produtos para um futuro melhor para a sociedade.
Linha do tempo
Em 2012 a ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) autorizou que consumidores de energia elétrica gerassem sua própria energia através da Resolução Normativa Nº 482.Como resultado, foram abertas portas para um mercado promissor, sustentável e de grandes expectativas no país.
Cerca de um ano depois deste marco, os fundadores da Ecoa Energias Renováveis iniciaram suas atividades de pesquisa para constituir o negócio, sendo a primeira empresa no Norte do estado de Santa Catarina no setor. Logo após, esse protagonismo seria reconhecido nas ações da empresa.
Em 2016, a Ecoa crava seu nome como um dos principais players do setor, encabeçando o maior projeto privado de minigeração em rooftop (telhado) de Santa Catarina. Só para exemplificar, o projeto para a Confecções Mannes, em Joinville/SC, contou com a instalação de 640 módulos fotovoltaicos, totalizando 201,6 kWp e segue gerando energia em plena capacidade.
Ganhando destaques
A empresa seguiu crescendo e ganhando destaque no mercado nacional até ganhar repercussão junto a empresas internacionais.
Um desses movimentos foi o que chamou a atenção da empresa de origem suíça Tritec, com mais de 30 anos no mercado. Pois, com projetos que ultrapassam os 300 MWp, viram na Ecoa um grande potencial de crescimento no país.
Com foco cada vez maior em complexidade e estrutura, como por exemplo: a primeira conexão de sistema junto à grupo gerador de SC, bem como a primeira conexão de minigeração em cliente do Mercado Livre de energia de SC. A Ecoa foi ampliando seu portfólio até que em 2020 atingiu a incrível marca de 500 clientes atendidos.
Esse crescimento sólido e constante fez com que a empresa investisse em seu capital humano. Por consequência, seu time foi ampliado para mais de 50 profissionais das mais diversas áreas de atuação e mudaram sua sede para o Edifício CRH.
Para os próximos anos, a Ecoa direciona seus esforços na venda de seu portfólio de projetos em Usinas Solares Fotovoltaicas. Afinal, são aproximadamente 50 MWp desenvolvidos nos últimos 2 anos, os quais representam uma captação de 215 milhões de reais.
Como tudo começou?
De um sonho no cafezinho da empresa onde trabalhavam a uma empresa que cresce três dígitos ao ano. A Ecoa Energias Renováveis foi fundada pelos atuais diretores Fábio Chaves e Rodrigo Dalmonico.
Rodrigo Dalmonico – Diretor da Ecoa
Rodrigo Dalmonico
Formado em engenharia da computação e com pós-graduação em Energia Elétrica com foco em Eficiência Energética, foi quem se deparou com a RN 482 no ano de 2013. Ao avaliar o que a ANEEL havia criado, pensou que o mercado absorveria rapidamente a ideia em residências e comércios. Dessa forma, em conversa no café da empresa onde trabalhava, compartilhou a ideia com Fábio.
Fábio Luciano Chaves – Diretor da Ecoa
Fábio Luciano Chaves
Advogado, começou a sua carreira com passagens pela Martinelli Advocacia Empresarial e Tigre Tubos e Conexões. Participante ativo de movimentos de jovens líderes, foi presidente do Núcleo de Jovens Empresários da ACIJ, Associação Comercial e Industrial de Joinville. A chama do empreendedorismo foi o empurrão que faltava para se motivar junto com Rodrigo a construir a Ecoa nos meses seguintes. Logo depois, entra em cena André Krause.
André Krause – Diretor da Ecoa
André Krause
Engenheiro ambiental formado na Universidade Federal de Santa Catarina e com MBA pela Hult International Business School onde estudou em São Francisco – Califórnia (EUA), construiu uma carreira internacional em empresas como Louis Dreyfus Commodities e Walmart. Logo após a fundação da ECOA em 2014, André foi responsável pelas conexões internacionais com fornecedores e quando retornou ao Brasil, já estava com seu lugar alcançado na Ecoa Energias Renováveis.
Com a evolução dos negócios e as conquistas ao longo dos anos, em 2018 a ECOA se transformou em uma Sociedade Anônima de capital fechado. Recebendo assim, o aporte financeiro da multinacional Tritec-Intervento. Essa operação dividiu a empresa em duas acionistas, passando então a exercer Rodrigo, Fábio e André a função de diretores da companhia. Atualmente, André é o Diretor Executivo, Rodrigo é o Diretor de Engenharia e Fábio é o Diretor Comercial.
Projetos marcantes
A Ecoa Energias já realizou mais de 500 projetosem vários estados do Brasil e nos diferentes cenários. Bem como residencial, comercial, industrial, rural e projetos de usinas solares fotovoltaicas.
Alguns projetos chamam a atenção pela importância, complexidade ou pelo relacionamento criado com nossos clientes. Por exemplo:
O primeiro projeto do Exército Brasileiro no Quartel General do Pinheiro no Paraná;
O primeiro projeto da BMW do Brasil;
A primeira Usina Solar Fotovoltaica superior a 1 MWp em operação no autoconsumo remoto de SC;
Em 2022, vencemos o primeiro projeto de Usina Solar Fotovoltaica da CELESC
O que esperar para os próximos anos
O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.
A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.
Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.
Por fim, esses 8 anos até aqui foram um marco, onde elevamos o patamar da companhia e do setor fotovoltaico de Santa Catarina e Brasil.
Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro dessas novidades. Nós não vamos parar!
Com o anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre a criação de uma nova bandeira de energia elétrica, o assunto “conta de luz” voltou a ser pauta de diversas discussões nos meios de comunicação e na internet.
A nova bandeira, chamada de ‘escassez hídrica’, representa um aumento de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, está em vigor desde o dia 1º de setembro e segue sendo aplicada até 30 de abril de 2022.
Neste sentido, o novo valor adotado representa um aumento de 49,6%, ou R$ 4,71, em comparação a bandeira vermelha patamar 2 que estava em vigor até 31 de agosto. Além disso, no mês de junho, essa bandeira também sofreu um aumento de 52%.
Mas não para por aí. Segundo cálculos preliminares da Aneel, a tarifa da conta de luz pode aumentar, em média, 16,68% em 2022.
Por que a conta de luz aumentou tanto?
Os aumentos consecutivos da conta de energia elétrica foram causados pela maior crise hídrica enfrentada pelo Brasil nos últimos 91 anos.
Com a diminuição das chuvas, os principais reservatórios de água das hidrelétricas produtoras da energia que abastece o país estão em nível crítico.
Como consequência, é necessário utilizar as usinas termelétricas para garantir a continuação do fornecimento de energia elétrica para o país e, ainda, evitar o risco de racionamento e apagão.
Mas, quando comparado as usinas hidrelétricas, as termelétricas possuem um custo de produção mais elevado. Este valor, por sua vez, é repassado ao consumidor final que vê sua conta de luz aumentar.
Energia Solar: economia e investimento
Considerado como um investimento altamente rentável, a geração de energia solar como fonte primária é a melhor opção para quem quer economizar, proteger o meio ambiente, e, ainda, se ver livre das altas tarifas de energia elétrica.
Um dos pontos mais importantes relacionados a esse sistema é que a energia solar é democrática, sendo possível utilizá-la nos mais diversos espaços, como residências, comércios e indústrias.
A energia solar é considerada um bom investimento, pois o payback (tempo que leva para o investimento “se pagar”) é, sem dúvida, um dos mais vantajosos existentes no mercado atualmente.
Para entender melhor o payback dessa fonte de energia é preciso considerar dois fatores: o valor investido e o tempo de retorno. No caso da energia solar, o tempo médio de retorno do investimento em um sistema fotovoltaico residencial é de 4 anos, enquanto para empresas o payback é de cerca de 5 anos.
Um sistema fotovoltaico projetado por uma empresa especialista no segmento, como a Ecoa, irá funcionar por pelo menos 30 anos. Ou seja, serão cerca de 25 anos só ‘lucrando’ com a geração de energia solar, já que o investimento se pagará em menos de 5 anos.
Por isso, investir em energia solar é considerado um investimento com retorno rápido e com ótimo custo-beneficio, sendo um dos poucos modelos disponíveis no mercado que consegue ser tão vantajoso.
Benefícios da Energia Solar
Excelente custo-benefício por conta do baixo valor de implantação em relação ao seu tempo de vida útil, superior a 30 anos;
É a melhor alternativa para a energia elétrica convencional;
Energia sustentável e com baixo impacto ambiental;
Redução da conta e economia imediatamente;
Investimento com retorno rápido.
Fuja das altas tarifas, invista em energia solar
Quer fugir das altas tarifas de energia elétrica?
Então, invista em energia solar com a Ecoa, empresa pioneira em energia renovável na Região Norte de Santa Catarina com mais de 7 anos de experiência no mercado de energia solar.
Se você quer investir em energia solar, a energia do futuro, e está em busca de experiência, profissionalismo, qualidade e especialistas capacitados, a Ecoa é o seu lugar.
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2 thoughts on “Publicação da Ecoa na revista Exame”
ENIR JORGE CAMARGO
Olá ecoa, gostaria de saber se realmente é necessário fazer o telhado de uma casa com 23 graus de inclinação para instalar placas, telhado virado para o norte e Oeste.
Sobre sua dúvida, as perdas de desempenho com inclinação geram um impacto menor do que a orientação do telhado. No caso que você descreveu, o telhado virado para o norte já é a melhor orientação para geração fotovoltaica.
Para podermos avaliar melhor, temos um time de especialistas que elaboram projetos personalizados à cada necessidade. Entre em contato conosco para podermos entender melhor sua realidade e como podemos ajudar. Nosso WhatsApp é (47) 9 9950-9012.
Olá ecoa, gostaria de saber se realmente é necessário fazer o telhado de uma casa com 23 graus de inclinação para instalar placas, telhado virado para o norte e Oeste.
Olá Enir, obrigado por sua mensagem.
Sobre sua dúvida, as perdas de desempenho com inclinação geram um impacto menor do que a orientação do telhado. No caso que você descreveu, o telhado virado para o norte já é a melhor orientação para geração fotovoltaica.
Para podermos avaliar melhor, temos um time de especialistas que elaboram projetos personalizados à cada necessidade. Entre em contato conosco para podermos entender melhor sua realidade e como podemos ajudar. Nosso WhatsApp é (47) 9 9950-9012.
Aguardamos seu contato.