O uso da eletricidade já se tornou parte do nosso dia a dia e do orçamento também. Já que a conta consome boa parte do orçamento familiar. Assim, é normal adotarmos medidas buscando diminuir o gasto com energia.
Mas, existem algumas ações que não geram economia e podem trazer mais gastos e dor de cabeça. Por isso, neste conteúdo separamos para você as principais verdades e mitos sobre economia de energia elétrica!
1. “Passar as roupas aos poucos é mais econômico do que esperar que as peças se acumulem”
Mito. Muitas pessoas acreditam que passar as roupas somente no momento de usá-las é mais vantajoso economicamente. Porém, o gasto de energia do ferro de passar é causado pelo aquecimento do aparelho e, por isso, é melhor passar uma quantidade maior de roupas quando ele já está quente.
2. “Equipamentos em stand-by consomem energia”
Verdade. Mesmo que estejam apenas plugados na tomada, aparelhos elétricos consomem energia. Aliás, ao contrário do que pensa o senso comum, eletrodomésticos em stand-by têm um gasto de eletricidade significativo, chegando a representar 12% do consumo doméstico.
3. “As lâmpadas quentes iluminam mais”
Mito. O que determina o quanto uma lâmpada ilumina é sua quantidade de lúmens, ou fluxo luminoso. Já a sua temperatura nada tem a ver com isso.
4. “Lâmpadas de led geram mais economia do que as fluorescentes”
Verdade. Enquanto as lâmpadas fluorescentes têm uma vida útil média de 8 mil horas, as de LED podem chegam a 25 mil horas. Além disso, com uma potência de 10 watts, os modelos LED produzem a mesma intensidade de iluminação que os fluorescentes geram com 15 watts.
5. “O chuveiro é o eletrodoméstico que mais consome eletricidade”
Mito. É fato que os chuveiros consomem uma grande quantidade de energia por um curto período de tempo, mas o aparelho de ar-condicionado é o eletrodoméstico que mais requer atividade.
6. “O consumo consciente da água diminui os gastos com eletricidade”
Verdade. Em se tratando de apartamentos, é necessário o uso de uma bomba de funcionamento elétrico para levar a água da rua até a caixa d’água. Assim, economizando água, você também reduz a conta energética do seu condomínio. E principalmente, se seu chuveiro for elétrico, sua conta de energia é afetada diretamente.
7. “A posição da instalação do ar-condicionado não influencia na conta de luz”
Mito. Para o menor consumo energético possível, o ideal é que os aparelhos de ar-condicionado sejam instalados na parte superior do cômodo. Isso porque esse equipamento funciona devido à transmissão de calor por convecção.
O ar quente, por ser menos denso, sobe, é resfriado pelo ar-condicionado e, depois de frio, desce. Assim, é importante que o aparelho fique em um lugar onde o sol não incida diretamente, para facilitar a convecção térmica.
8. “Acelerar a secagem de roupas colocando-as atrás da geladeira aumenta o consumo elétrico”
Verdade. As grades da parte de trás do refrigerador precisam estar desobstruídas para a circulação do fluído que dissipa o calor de dentro do eletrodoméstico para o ambiente. Por isso, pendurar roupas úmidas na parte anterior da geladeira causa aumento do consumo de energia e a sobrecarga. Além disso, apesar de ser um prática comum, não é seguro e não deve ser feita.
Agora você já conhece os principais mitos sobre economia de energia. Então, fique atento a esses detalhes!
O uso da eletricidade já se tornou parte do nosso dia a dia e do orçamento também. Já que a conta consome boa parte do orçamento familiar. Assim, é normal adotarmos medidas buscando diminuir o gasto com energia.
Mas, existem algumas ações que não geram economia e podem trazer mais gastos e dor de cabeça. Por isso, neste conteúdo separamos para você as principais verdades e mitos sobre economia de energia elétrica!
1. “Passar as roupas aos poucos é mais econômico do que esperar que as peças se acumulem”
Mito. Muitas pessoas acreditam que passar as roupas somente no momento de usá-las é mais vantajoso economicamente. Porém, o gasto de energia do ferro de passar é causado pelo aquecimento do aparelho e, por isso, é melhor passar uma quantidade maior de roupas quando ele já está quente.
2. “Equipamentos em stand-by consomem energia”
Verdade. Mesmo que estejam apenas plugados na tomada, aparelhos elétricos consomem energia. Aliás, ao contrário do que pensa o senso comum, eletrodomésticos em stand-by têm um gasto de eletricidade significativo, chegando a representar 12% do consumo doméstico.
3. “As lâmpadas quentes iluminam mais”
Mito. O que determina o quanto uma lâmpada ilumina é sua quantidade de lúmens, ou fluxo luminoso. Já a sua temperatura nada tem a ver com isso.
4. “Lâmpadas de led geram mais economia do que as fluorescentes”
Verdade. Enquanto as lâmpadas fluorescentes têm uma vida útil média de 8 mil horas, as de LED podem chegam a 25 mil horas. Além disso, com uma potência de 10 watts, os modelos LED produzem a mesma intensidade de iluminação que os fluorescentes geram com 15 watts.
5. “O chuveiro é o eletrodoméstico que mais consome eletricidade”
Mito. É fato que os chuveiros consomem uma grande quantidade de energia por um curto período de tempo, mas o aparelho de ar-condicionado é o eletrodoméstico que mais requer atividade.
6. “O consumo consciente da água diminui os gastos com eletricidade”
Verdade. Em se tratando de apartamentos, é necessário o uso de uma bomba de funcionamento elétrico para levar a água da rua até a caixa d’água. Assim, economizando água, você também reduz a conta energética do seu condomínio. E principalmente, se seu chuveiro for elétrico, sua conta de energia é afetada diretamente.
7. “A posição da instalação do ar-condicionado não influencia na conta de luz”
Mito. Para o menor consumo energético possível, o ideal é que os aparelhos de ar-condicionado sejam instalados na parte superior do cômodo. Isso porque esse equipamento funciona devido à transmissão de calor por convecção.
O ar quente, por ser menos denso, sobe, é resfriado pelo ar-condicionado e, depois de frio, desce. Assim, é importante que o aparelho fique em um lugar onde o sol não incida diretamente, para facilitar a convecção térmica.
8. “Acelerar a secagem de roupas colocando-as atrás da geladeira aumenta o consumo elétrico”
Verdade. As grades da parte de trás do refrigerador precisam estar desobstruídas para a circulação do fluído que dissipa o calor de dentro do eletrodoméstico para o ambiente. Por isso, pendurar roupas úmidas na parte anterior da geladeira causa aumento do consumo de energia e a sobrecarga. Além disso, apesar de ser um prática comum, não é seguro e não deve ser feita.
Agora você já conhece os principais mitos sobre economia de energia. Então, fique atento a esses detalhes!
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Locação de terra para instalação de Usina Solar Fotovoltaica
Rentabilizar seu imóvel rural e contribuir para um dos setores que mais cresce no país, conheça melhor as vantagens da locação de terra para instalação de usina solar fotovoltaica.
O que é?
Voltado para produtores rurais ou donos de terras que desejam diversificar seus rendimentos, a locação de terra é uma excelente opção para quem busca segurança de uma renda fixa.
Os terrenos mais indicados para essa aplicação possuem alguns requisitos importantes, tais como relevo favorável, pouca ou nenhuma intervenção de supressão vegetal da área e que estejam próximo à rede elétrica trifásica.
Normalmente terras com essas características são encontradas em áreas rurais. Áreas ociosas ou improdutivas podem se mostrar promissoras no que tange à investimentos nesse setor.
Porém, mesmo em terras produtivas, a instalação de uma usina solar pode ser atrativa, já que essa pode ser uma opção menos custosa para o dono da terra em comparação ao plantio, por exemplo.
Por quem é feito o arrendamento?
Os contratos de locação de imóveis rurais tratam de lotes de terra geralmente acima de 2ha (dois hectares) e são firmados entre o proprietário da terra e uma empresa especializada no desenvolvimento de usinas solares fotovoltaicas, como a Ecoa Energias Renováveis.
Como funciona?
Antes do contrato ser assinado, alguns processos acontecem. Assim, terreno e a empresa precisam seguir algumas exigências.
Condições
O terreno precisa cumprir com algumas condições, as principais delas são:
O local não pode ser alagadiço, pedregoso ou ter a presença de sombra;
O terreno ideal deve ser plano e com rede elétrica trifásica por perto;
Ter área mínima de 2 (dois) hectares (20.000m²), livres de construções, árvores ou riscos naturais;
Ter acesso à via pública.
O terreno está dentro das condições, e agora?
Validadas as questões técnicas, a próxima etapa se dá na assinatura de um contrato entre a empresa locatária e o proprietário da terra (locador), que deve comprovar a posse e regularidade da documentação da área. Com tudo conferido e dentro das condições, o contrato é assinado.
Vantagens para o dono do terreno (locador)
A locação de terra para instalação de Usina Solar Fotovoltaica, além de ajudar na preservação do meio ambiente com um empreendimento sustentável, o terreno alugado gerará frutos pelo aluguel da usina solar, com retorno financeiro garantido em contratos de 30 (trinta) anos.
Quais são as regras para o contrato?
Como todo contrato, esse também possui regras. Para aprovar a viabilidade do local é preciso apresentar alguns documentos, entre eles:
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR);
Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR);
Cadastro Ambiental Rural (CAR);
Matrícula atualizada do imóvel.
Quais as melhores regiões para arrendamento de terras?
Por ser gerada através da radiação solar, os melhores locais para alugar terrenos são os que possuem maior incidência de radiação solar.
Mas esse não é o único ponto a ser considerado. A segurança jurídica, incentivos fiscais e as tarifas de energia elétrica em cada região também devem ser analisadas.
No sul do Brasil, as melhores regiões estão à Oeste dos estados. Mas uma avaliação mais detalhada pode mostrar excelentes pontos de geração de energia nas demais regiões. Tudo depende da análise completa de cada terreno.
De acordo com o Atlas Brasileiro de Energia Solar, a área chamada de Cinturão Solar é a melhor para o investimento. Ela vai do Nordeste até o Pantanal, pegando também o norte de Minas Gerais, o sul da Bahia e o norte e nordeste de São Paulo. Mesmo com essa área sendo de maior incidência, o Brasil como um todo é considerado como ótimo potencial para energia solar. Para se comparar, áreas com menor incidência de radiação no país ainda geram mais energia do que em países como a Alemanha, uma das referências globais em uso da geração solar em sua matriz energética.
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