Há 8 anos, o que fazemos ecoa no futuro

Excelência, compromisso, aprendizado contínuo e sustentabilidade. Esses são alguns dos valores que conduzem as ações da Ecoa Energias Renováveis S/A, que neste dia 18 de julho completa 8 anos de mercado.

Pioneiros no norte de Santa Catarina e referência quando o assunto é geração de energia fotovoltaica, a Ecoa surgiu quando seus fundadores aliaram a visão por um futuro sustentável com excelência no atendimento ao cliente. Assim, essas marcas tão profundas seguem como base da empresa até hoje.

Nesses 8 anos, a Ecoa evoluiu graças às pessoas que fazem e fizeram parte dessa história, especialmente clientes, fornecedores e colaboradores. Atualmente, a empresa ocupa um lugar de destaque no setor por oferecer soluções “turnkey”, ou seja, de ponta a ponta em sistemas fotovoltaicos.

Processos

Desenvolvendo desde uma proposta personalizada, feita por um time de engenheiros especialistas, passando pelo dimensionamento e execução do projeto, bem como acompanhamento e aprovação de todos os trâmites pela concessionária, a Ecoa entrega um serviço de alto valor agregado para seus clientes.

Toda a instalação é feita por técnicos regularmente treinados, seguindo os protocolos de segurança no trabalho.  A atenção é dada a todos os detalhes do projeto, a fim de que seja utilizado os melhores produtos do mercado, com qualidade e garantia comprovados nos mais exigentes mercados globais.

Ao final de todo esse processo, o sistema será entregue e passará a gerar energia. Contudo, a Ecoa ainda estará presente, analisando o monitoramento do sistema, orientando o usuário sobre seu equipamento ou sobre as novas faturas de energia. Deixando o canal de comunicação com o cliente sempre disponível para dúvidas ou qualquer situação.

Quando a Ecoa surgiu?

Fundada em 18 de julho de 2014, a Ecoa foi constituída acima de tudo, com sólidos ideais que vão ao encontro de importantes princípios sociais: consciência ecológica, responsabilidade social e sustentabilidade energética.

A empresa atua, desde então, pautada em valores de excelência no atendimento ao cliente, seriedade na condução dos trabalhos e compromisso com o meio ambiente. Voltando seus serviços e produtos para um futuro melhor para a sociedade.

Linha do tempo

Em 2012 a ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) autorizou que consumidores de energia elétrica gerassem sua própria energia através da Resolução Normativa Nº 482.Como resultado, foram abertas portas para um mercado promissor, sustentável e de grandes expectativas no país.

Cerca de um ano depois deste marco, os fundadores da Ecoa Energias Renováveis iniciaram suas atividades de pesquisa para constituir o negócio, sendo a primeira empresa no Norte do estado de Santa Catarina no setor. Logo após, esse protagonismo seria reconhecido nas ações da empresa.

Em 2016, a Ecoa crava seu nome como um dos principais players do setor, encabeçando o maior projeto privado de minigeração em rooftop (telhado) de Santa Catarina. Só para exemplificar, o projeto para a Confecções Mannes, em Joinville/SC, contou com a instalação de 640 módulos fotovoltaicos, totalizando 201,6 kWp e segue gerando energia em plena capacidade.

Ganhando destaques

A empresa seguiu crescendo e ganhando destaque no mercado nacional até ganhar repercussão junto a empresas internacionais.

Um desses movimentos foi o que chamou a atenção da empresa de origem suíça Tritec, com mais de 30 anos no mercado. Pois, com projetos que ultrapassam os 300 MWp, viram na Ecoa um grande potencial de crescimento no país.

Com foco cada vez maior em complexidade e estrutura, como por exemplo: a primeira conexão de sistema junto à grupo gerador de SC, bem como a primeira conexão de minigeração em cliente do Mercado Livre de energia de SC. A Ecoa foi ampliando seu portfólio até que em 2020 atingiu a incrível marca de 500 clientes atendidos.

Esse crescimento sólido e constante fez com que a empresa investisse em seu capital humano.  Por consequência, seu time foi ampliado para mais de 50 profissionais das mais diversas áreas de atuação e mudaram sua sede para o Edifício CRH.

Para os próximos anos, a Ecoa direciona seus esforços na venda de seu portfólio de projetos em Usinas Solares Fotovoltaicas. Afinal, são aproximadamente 50 MWp desenvolvidos nos últimos 2 anos, os quais representam uma captação de 215 milhões de reais.

Como tudo começou?

De um sonho no cafezinho da empresa onde trabalhavam a uma empresa que cresce três dígitos ao ano. A Ecoa Energias Renováveis foi fundada pelos atuais diretores Fábio Chaves e Rodrigo Dalmonico.

Diretor da Ecoa
Rodrigo Dalmonico – Diretor da Ecoa

Rodrigo Dalmonico

Formado em engenharia da computação e com pós-graduação em Energia Elétrica com foco em Eficiência Energética, foi quem se deparou com a RN 482 no ano de 2013. Ao avaliar o que a ANEEL havia criado, pensou que o mercado absorveria rapidamente a ideia em residências e comércios. Dessa forma, em conversa no café da empresa onde trabalhava, compartilhou a ideia com Fábio.

Diretor da Ecoa
Fábio Luciano Chaves – Diretor da Ecoa

Fábio Luciano Chaves

Advogado, começou a sua carreira com passagens pela Martinelli Advocacia Empresarial e Tigre Tubos e Conexões. Participante ativo de movimentos de jovens líderes, foi presidente do Núcleo de Jovens Empresários da ACIJ, Associação Comercial e Industrial de Joinville. A chama do empreendedorismo foi o empurrão que faltava para se motivar junto com Rodrigo a construir a Ecoa nos meses seguintes. Logo depois, entra em cena André Krause.

Diretor da Ecoa
André Krause – Diretor da Ecoa

André Krause

Engenheiro ambiental formado na Universidade Federal de Santa Catarina e com MBA pela Hult International Business School onde estudou em São Francisco – Califórnia (EUA), construiu uma carreira internacional em empresas como Louis Dreyfus Commodities e Walmart. Logo após a fundação da ECOA em 2014, André foi responsável pelas conexões internacionais com fornecedores e quando retornou ao Brasil, já estava com seu lugar alcançado na Ecoa Energias Renováveis.

Com a evolução dos negócios e as conquistas ao longo dos anos, em 2018 a ECOA se transformou em uma Sociedade Anônima de capital fechado. Recebendo assim, o aporte financeiro da multinacional Tritec-Intervento. Essa operação dividiu a empresa em duas acionistas, passando então a exercer Rodrigo, Fábio e André a função de diretores da companhia. Atualmente, André é o Diretor Executivo, Rodrigo é o Diretor de Engenharia e Fábio é o Diretor Comercial.

Projetos marcantes

A Ecoa Energias já realizou mais de 500 projetos em vários estados do Brasil e nos diferentes cenários. Bem como residencial, comercial, industrial, rural e projetos de usinas solares fotovoltaicas.

Alguns projetos chamam a atenção pela importância, complexidade ou pelo relacionamento criado com nossos clientes. Por exemplo: 

  • O primeiro projeto do Exército Brasileiro no Quartel General do Pinheiro no Paraná; 
  • O primeiro projeto da BMW do Brasil;
  • A primeira Usina Solar Fotovoltaica superior a 1 MWp em operação no autoconsumo remoto de SC; 
  • Em 2022, vencemos o primeiro projeto de Usina Solar Fotovoltaica da CELESC

O que esperar para os próximos anos

O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.

A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.

Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.

Por fim, esses 8 anos até aqui foram um marco, onde elevamos o patamar da companhia e do setor fotovoltaico de Santa Catarina e Brasil.

Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro dessas novidades. Nós não vamos parar!

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Excelência, compromisso, aprendizado contínuo e sustentabilidade. Esses são alguns dos valores que conduzem as ações da Ecoa Energias Renováveis S/A, que neste dia 18 de julho completa 8 anos de mercado.

Pioneiros no norte de Santa Catarina e referência quando o assunto é geração de energia fotovoltaica, a Ecoa surgiu quando seus fundadores aliaram a visão por um futuro sustentável com excelência no atendimento ao cliente. Assim, essas marcas tão profundas seguem como base da empresa até hoje.

Nesses 8 anos, a Ecoa evoluiu graças às pessoas que fazem e fizeram parte dessa história, especialmente clientes, fornecedores e colaboradores. Atualmente, a empresa ocupa um lugar de destaque no setor por oferecer soluções “turnkey”, ou seja, de ponta a ponta em sistemas fotovoltaicos.

Processos

Desenvolvendo desde uma proposta personalizada, feita por um time de engenheiros especialistas, passando pelo dimensionamento e execução do projeto, bem como acompanhamento e aprovação de todos os trâmites pela concessionária, a Ecoa entrega um serviço de alto valor agregado para seus clientes.

Toda a instalação é feita por técnicos regularmente treinados, seguindo os protocolos de segurança no trabalho.  A atenção é dada a todos os detalhes do projeto, a fim de que seja utilizado os melhores produtos do mercado, com qualidade e garantia comprovados nos mais exigentes mercados globais.

Ao final de todo esse processo, o sistema será entregue e passará a gerar energia. Contudo, a Ecoa ainda estará presente, analisando o monitoramento do sistema, orientando o usuário sobre seu equipamento ou sobre as novas faturas de energia. Deixando o canal de comunicação com o cliente sempre disponível para dúvidas ou qualquer situação.

Quando a Ecoa surgiu?

Fundada em 18 de julho de 2014, a Ecoa foi constituída acima de tudo, com sólidos ideais que vão ao encontro de importantes princípios sociais: consciência ecológica, responsabilidade social e sustentabilidade energética.

A empresa atua, desde então, pautada em valores de excelência no atendimento ao cliente, seriedade na condução dos trabalhos e compromisso com o meio ambiente. Voltando seus serviços e produtos para um futuro melhor para a sociedade.

Linha do tempo

Em 2012 a ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) autorizou que consumidores de energia elétrica gerassem sua própria energia através da Resolução Normativa Nº 482.Como resultado, foram abertas portas para um mercado promissor, sustentável e de grandes expectativas no país.

Cerca de um ano depois deste marco, os fundadores da Ecoa Energias Renováveis iniciaram suas atividades de pesquisa para constituir o negócio, sendo a primeira empresa no Norte do estado de Santa Catarina no setor. Logo após, esse protagonismo seria reconhecido nas ações da empresa.

Em 2016, a Ecoa crava seu nome como um dos principais players do setor, encabeçando o maior projeto privado de minigeração em rooftop (telhado) de Santa Catarina. Só para exemplificar, o projeto para a Confecções Mannes, em Joinville/SC, contou com a instalação de 640 módulos fotovoltaicos, totalizando 201,6 kWp e segue gerando energia em plena capacidade.

Ganhando destaques

A empresa seguiu crescendo e ganhando destaque no mercado nacional até ganhar repercussão junto a empresas internacionais.

Um desses movimentos foi o que chamou a atenção da empresa de origem suíça Tritec, com mais de 30 anos no mercado. Pois, com projetos que ultrapassam os 300 MWp, viram na Ecoa um grande potencial de crescimento no país.

Com foco cada vez maior em complexidade e estrutura, como por exemplo: a primeira conexão de sistema junto à grupo gerador de SC, bem como a primeira conexão de minigeração em cliente do Mercado Livre de energia de SC. A Ecoa foi ampliando seu portfólio até que em 2020 atingiu a incrível marca de 500 clientes atendidos.

Esse crescimento sólido e constante fez com que a empresa investisse em seu capital humano.  Por consequência, seu time foi ampliado para mais de 50 profissionais das mais diversas áreas de atuação e mudaram sua sede para o Edifício CRH.

Para os próximos anos, a Ecoa direciona seus esforços na venda de seu portfólio de projetos em Usinas Solares Fotovoltaicas. Afinal, são aproximadamente 50 MWp desenvolvidos nos últimos 2 anos, os quais representam uma captação de 215 milhões de reais.

Como tudo começou?

De um sonho no cafezinho da empresa onde trabalhavam a uma empresa que cresce três dígitos ao ano. A Ecoa Energias Renováveis foi fundada pelos atuais diretores Fábio Chaves e Rodrigo Dalmonico.

Diretor da Ecoa
Rodrigo Dalmonico – Diretor da Ecoa

Rodrigo Dalmonico

Formado em engenharia da computação e com pós-graduação em Energia Elétrica com foco em Eficiência Energética, foi quem se deparou com a RN 482 no ano de 2013. Ao avaliar o que a ANEEL havia criado, pensou que o mercado absorveria rapidamente a ideia em residências e comércios. Dessa forma, em conversa no café da empresa onde trabalhava, compartilhou a ideia com Fábio.

Diretor da Ecoa
Fábio Luciano Chaves – Diretor da Ecoa

Fábio Luciano Chaves

Advogado, começou a sua carreira com passagens pela Martinelli Advocacia Empresarial e Tigre Tubos e Conexões. Participante ativo de movimentos de jovens líderes, foi presidente do Núcleo de Jovens Empresários da ACIJ, Associação Comercial e Industrial de Joinville. A chama do empreendedorismo foi o empurrão que faltava para se motivar junto com Rodrigo a construir a Ecoa nos meses seguintes. Logo depois, entra em cena André Krause.

Diretor da Ecoa
André Krause – Diretor da Ecoa

André Krause

Engenheiro ambiental formado na Universidade Federal de Santa Catarina e com MBA pela Hult International Business School onde estudou em São Francisco – Califórnia (EUA), construiu uma carreira internacional em empresas como Louis Dreyfus Commodities e Walmart. Logo após a fundação da ECOA em 2014, André foi responsável pelas conexões internacionais com fornecedores e quando retornou ao Brasil, já estava com seu lugar alcançado na Ecoa Energias Renováveis.

Com a evolução dos negócios e as conquistas ao longo dos anos, em 2018 a ECOA se transformou em uma Sociedade Anônima de capital fechado. Recebendo assim, o aporte financeiro da multinacional Tritec-Intervento. Essa operação dividiu a empresa em duas acionistas, passando então a exercer Rodrigo, Fábio e André a função de diretores da companhia. Atualmente, André é o Diretor Executivo, Rodrigo é o Diretor de Engenharia e Fábio é o Diretor Comercial.

Projetos marcantes

A Ecoa Energias já realizou mais de 500 projetos em vários estados do Brasil e nos diferentes cenários. Bem como residencial, comercial, industrial, rural e projetos de usinas solares fotovoltaicas.

Alguns projetos chamam a atenção pela importância, complexidade ou pelo relacionamento criado com nossos clientes. Por exemplo: 

  • O primeiro projeto do Exército Brasileiro no Quartel General do Pinheiro no Paraná; 
  • O primeiro projeto da BMW do Brasil;
  • A primeira Usina Solar Fotovoltaica superior a 1 MWp em operação no autoconsumo remoto de SC; 
  • Em 2022, vencemos o primeiro projeto de Usina Solar Fotovoltaica da CELESC

O que esperar para os próximos anos

O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.

A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.

Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.

Por fim, esses 8 anos até aqui foram um marco, onde elevamos o patamar da companhia e do setor fotovoltaico de Santa Catarina e Brasil.

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    Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.

    A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.

    Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.

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    Como fugir do reajuste tarifário da Aneel?

    Anualmente, é realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, o reajuste das tarifas sobre a distribuição de Energia Elétrica em território nacional.

    Os reajustes variam de 7% a 24% e são influenciados tanto por fatores econômicos, quanto por fatores sociais e meteorológicos.

    Ocasionando um aumento médio de 8,25% para consumidores residenciais, segundo dados da própria Aneel.

    O que faz a conta de energia aumentar?

    geração de energia hidrelétrica é a principal fonte de energia do Brasil, com a marca de 64% de toda produção em 2020. Apesar de seu crescimento, a energia hidrelétrica é suscetível a quedas em sua produção durante os períodos de estiagem.
    Em contrapartida, secas severas, como as dos anos de  2014, 2017 e 2021, despertaram discussões mais profundas sobre a necessidade de alternativas  na composição da matriz energética do país.

    Igualmente, é bom salientar que os encargos setoriais, custos com aquisição e com transporte de energia foram os  itens que mais tiveram efeito neste cálculo. Outro ponto importante, é a economia instável e a alta da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPCA) e também pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGMP).  Ao mesmo tempo, os custos de manutenção do setor, também têm grande relevância no reajuste.

    Qual é o aumento?

    Nesta terça-feira (16/8) a ANEEL aprovou o Reajuste Tarifário Anual (RTA) da CELESC que abrange 3,28 milhões de unidades consumidoras em Santa Catarina.

    Alguns pontos relevantes considerados nesse processo de reajuste tarifário foram:

    • O disposto na Lei nº 14.385/2022, referente ao repasse de créditos tributários relativos à retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Pasep e da Cofins, valores, estes que foram revertidos aos consumidores, os R$ 806 milhões, possibilitaram a redução do reajuste tarifário em 8,32%.
    • O aporte na CDE referente à privatização da Eletrobrás, nos termos da Lei nº 194, de 2022, reduziu cerca de 2,41% no RTA da Celesc.

    Confira, na tabela, o efeito médio do reajuste tarifário sobre as tarifas vigentes:

    Como fugir do reajuste tarifário da Aneel?
    As novas tarifas entrarão em vigor a partir de 22 de agosto

    Ainda assim, apesar do aumento das taxas, a Aneel garante que é o menor valor possível para manter a distribuição de qualidade da energia produzida.

    Entenda as bandeiras tarifárias

    As bandeiras tarifárias  compõem o sistema  de sinalização criado pela ANEEL, que informa mensalmente ao consumidor as condições e custos reais de produção de energia. Seguindo a lógica de um semáforo. As cores das bandeiras indicam se o consumidor pagará mais ou menos pela energia elétrica.

    Em suma, esse sistema leva em conta o volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, o regime de chuvas, a previsão de consumo, a produção solar e eólica, a manutenção de usinas e linhas de transmissão e o custo de produção das termelétricas.

    Quando as condições de produção estão boas, não há cobrança adicional ao kWh, ou seja, a bandeira verde. Em caso de as condições de produção não estarem normais, a Aneel decreta as Bandeiras Amarela ou Vermelhas I/II, dependendo do grau da crise. Isto é, os reservatórios das hidrelétricas estão baixos e o volume de chuvas é pouco ou nenhum (Seca prolongada). Em situações como estas, as termelétricas são acionadas para suprir a demanda. No entanto, elas possuem alto custo operacional e são mais poluentes, já que funcionam a partir da combustão de combustíveis fósseis e biomassa.

    Desde o mês de Abril deste ano, a Aneel decretou bandeira verde, mês após mês. Ou seja, as condições de produção estão normais e não há cobranças adicionais. Enquanto isso, as taxas das bandeiras sofreram um aumento de até 63,5% em relação à taxa do ano anterior. Esse aumento terá a vigência de Julho de 2022 à Junho de 2023.

    Como fugir do reajuste tarifário da Aneel?
      Taxas de Bandeiras tarifárias atualizadas (Jul/2022 á Jun/2023).

       

    Bandeira Verde

    A Bandeira verde é o indicativo de que as condições estão favoráveis à geração de energia, ou seja, não há quadro de escassez e os custos de produção estão dentro do esperado ou “normais”. Desta maneira o consumidor não sofre cobrança adicional

    Bandeira amarela

    A taxação é aplicada a partir da Bandeira Amarela. Em contraste com a Bandeira Verde, essa bandeira indica condições moderadas para geração de energia, isto é, que geram custos de produção maiores.

    A taxa aplicada anteriormente era de R$1,874 a cada 100 kWh consumidos e teve um aumento de aproximadamente 59% em relação à taxa anterior, passando a custar R$2,989 a cada 100 kWh consumidos.

    Bandeira Vermelha I

    A Bandeira Vermelha I, como a cor sugere, é um indicador de crise hídrica, ou seja, condições ruins para a produção de energia, gerando custos de produção maiores e por consequência, se torna necessária a taxação.

    O acréscimo vigente no ano anterior, era de R$3,971 a cada 100 kWh consumidos. Agora a partir do reajuste deste ano, a taxa teve um aumento de aproximadamente 63,5%, chegando a R$6,500 a cada 100 kWh consumidos.

    Bandeira Vermelha II

    Bandeira Vermelha II é o indicativo de uma crise hídrica ainda maior que a Bandeira Vermelha I, já indica. Essas secas prejudicam e sobrecarregam o sistema de geração de energia hidrelétrica e são precisos outros meios de produção, como as termelétricas anteriormente citadas

    A taxação que já possui um valor expressivo, teve o menor aumento dentre as outras, aproximadamente 3,2% em relação ao ano anterior. Indo de R$ 9,492 para R$ 9,795 a cada 100 kWh consumidos.

    Como fugir do reajuste tarifário da Aneel?

    Como fugir do reajuste tarifário?

    Uma alternativa a esses aumentos nas contas de energia elétrica é a instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaico. Assim sendo, é considerado um investimento muito rentável, justamente pelo fato do Brasil ter um dos maiores índices de incidência de radiação solar no mundo, torna o setor um dos mais promissores na área de geração de energia, sendo a melhor opção para quem quer economizar, proteger o meio ambiente, e ainda, se ver livre das altas tarifas de energia elétrica.

    Além disso, o payback (tempo que leva para o investimento “se pagar”) é, sem dúvida, um dos mais vantajosos existentes no mercado atualmente. No cálculo é importante considerar os dois principais fatores: o valor investido e o tempo de retorno. Em média o  retorno do investimento em um sistema fotovoltaico residencial é de 4 anos, já para empresas o payback fica em torno de 5 anos. Logo, um sistema fotovoltaico projetado por uma empresa especialista no segmento, como a Ecoa, irá funcionar por pelo menos 30 anos. Assim, depois desses 5 anos, serão aproximadamente 25 anos apenas “lucrando” com a geração de energia solar.

    Além da energia solar produzida abater mensalmente o valor da conta de energia da unidade consumidora. A produção excedente será transformada em créditos, sendo que esses, também poderão ser utilizados em um prazo de 60 meses. Tanto no local em que está instalado, quanto em outro local de mesma titularidade. Com a condição de que estejam na mesma área de concessão e estejam enquadrados no formato de autoconsumo remoto, geração compartilhada ou condomínios.

    Se interessou pelo autoconsumo remoto mas ainda tem dúvidas a respeito? Entre em contato conosco pelo WhatsApp e receba o auxílio de especialistas preparados para te ajudar!

    Simule seu sistema de energia solar
    Continue lendo
    Chegou a hora de investir em energia solar!

    Com o anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre a criação de uma nova bandeira de energia elétrica, o assunto “conta de luz” voltou a ser pauta de diversas discussões nos meios de comunicação e na internet.

    A nova bandeira, chamada de ‘escassez hídrica’, representa um aumento de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, está em vigor desde o dia 1º de setembro e segue sendo aplicada até 30 de abril de 2022.

    Neste sentido, o novo valor adotado representa um aumento de 49,6%, ou R$ 4,71, em comparação a bandeira vermelha patamar 2 que estava em vigor até 31 de agosto. Além disso, no mês de junho, essa bandeira também sofreu um aumento de 52%.

    Mas não para por aí. Segundo cálculos preliminares da Aneel, a tarifa da conta de luz pode aumentar, em média, 16,68% em 2022.

    Por que a conta de luz aumentou tanto?

    Os aumentos consecutivos da conta de energia elétrica foram causados pela maior crise hídrica enfrentada pelo Brasil nos últimos 91 anos.

    Com a diminuição das chuvas, os principais reservatórios de água das hidrelétricas produtoras da energia que abastece o país estão em nível crítico.

    Como consequência, é necessário utilizar as usinas termelétricas para garantir a continuação do fornecimento de energia elétrica para o país e, ainda, evitar o risco de racionamento e apagão.

    Mas, quando comparado as usinas hidrelétricas, as termelétricas possuem um custo de produção mais elevado. Este valor, por sua vez, é repassado ao consumidor final que vê sua conta de luz aumentar.

    Energia Solar: economia e investimento

    Considerado como um investimento altamente rentável, a geração de energia solar como fonte primária é a melhor opção para quem quer economizar, proteger o meio ambiente, e, ainda, se ver livre das altas tarifas de energia elétrica.

    Um dos pontos mais importantes relacionados a esse sistema é que a energia solar é democrática, sendo possível utilizá-la nos mais diversos espaços, como residências, comércios e indústrias.

    A energia solar é considerada um bom investimento, pois o payback (tempo que leva para o investimento “se pagar”) é, sem dúvida, um dos mais vantajosos existentes no mercado atualmente.

    Para entender melhor o payback dessa fonte de energia é preciso considerar dois fatores: o valor investido e o tempo de retorno. No caso da energia solar, o tempo médio de retorno do investimento em um sistema fotovoltaico residencial é de 4 anos, enquanto para empresas o payback é de cerca de 5 anos.

    Um sistema fotovoltaico projetado por uma empresa especialista no segmento, como a Ecoa, irá funcionar por pelo menos 30 anos. Ou seja, serão cerca de 25 anos só ‘lucrando’ com a geração de energia solar, já que o investimento se pagará em menos de 5 anos.

    Por isso, investir em energia solar é considerado um investimento com retorno rápido e com ótimo custo-beneficio, sendo um dos poucos modelos disponíveis no mercado que consegue ser tão vantajoso.

    Benefícios da Energia Solar

    • Excelente custo-benefício por conta do baixo valor de implantação em relação ao seu tempo de vida útil, superior a 30 anos;
    • É a melhor alternativa para a energia elétrica convencional;
    • Energia sustentável e com baixo impacto ambiental;
    • Redução da conta e economia imediatamente;
    • Investimento com retorno rápido.

    Fuja das altas tarifas, invista em energia solar

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    ABSOLAR propõe meta de 25 GW em GD até 2026 para presidenciáveis

    Por LIVIA NEVES, pv Magazine – A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica – ABSOLAR propõe meta de 25 GW em GD até 2026 para presidenciáveis através da ampliação de políticas públicas pelo próximo Governo Federal para promover o desenvolvimento da energia solar no Brasil, tanto dos pequenos sistemas em telhados, fachadas e pequenos terrenos quanto das usinas de grande interligadas no sistema nacional, além do fomento da cadeia produtiva nacional e da evolução do mercado de armazenamento energético por baterias. 

    A entidade tem recomendado a inclusão da fonte fotovoltaica como ferramenta estratégica nos programas de governo dos candidatos à Presidência da República, no sentido de promover a transição energética a partir de tecnologias limpas e renováveis e cumprir os compromissos internacionais assumidos no combate climática, de redução de emissão de gases do efeito estufa.  

    Como medida central, a Absolar recomenda a criação de programas nacionais para a energia solar fotovoltaica, sinalizando à sociedade brasileira, ao mercado e ao setor que a fonte será parte estratégica da política de desenvolvimento do país a partir de uma economia de baixo carbono, com medidas para acelerar a diversificar a matriz elétrica, aumentar a segurança energética, aliviar a pressão sobre os recursos hídricos, diminuir o uso de combustíveis fósseis, mais caros e poluentes, na geração de energia e, assim, ajudar a reduzir a conta de luz dos brasileiros    

    A associação também tem atuado junto às demais instituições de governo, como o Ministério de Minas e Energia (MME), propondo medidas de alto impacto e rápida implementação capazes de dinamizar o uso de energia solar fotovoltaica no País. 

    Para isso, propõe a incorporação pelos candidatos de uma meta de estado de atingir cerca de 5 milhões de telhados solares até o final de 2026, que correspondem a aproximadamente 25 (GW) de capacidade instalada da fonte na geração própria de energia solar.  

    Com este compromisso, o setor pretende contribuir com a atração ao Brasil de R$ 124 bilhões em novos investimentos privados, proporcionando a geração de 750 mil de novos empregos qualificados e uma arrecadação aos cofres públicos da ordem de R$ 37,6 bilhões em tributos. 

    Para as usinas solares de grande porte, a proposta é desenvolver medidas de transição energética que alcancem a neutralidade de emissões de carbono até 2050 (net zero), com destaque para maior contratação de empreendimentos sustentáveis com tecnologias mais competitivas, sobretudo a solar, ampliação de investimentos em infraestrutura de transmissão, a fim de evitar gargalos para a conexão, a operação e o escoamento da geração de energia renovável, e promoção de licitações para contratação de energia elétrica, de potência e de reserva de capacidade com ampla participação das fontes renováveis e de sistemas de armazenamento energético. 

    No caso da cadeia produtiva nacional, a proposta da ABSOLAR é criar uma política industrial competitiva e sustentável para o setor solar, promovendo isonomia tributária entre os produtos nacionais e importados, via desoneração de insumos produtivos, a fim de agregar competitividade à fabricação local de equipamentos e componentes, entre outras medidas. 

    A entidade também propõe a ampliação do acesso ao crédito a toda a cadeia de valor do setor solar e o enquadramento legal para o armazenamento de energia, com o intuito de trazer segurança jurídica e regulatória, bem como viabilizar novos investimentos na área.         

    O Brasil está cerca de dez anos atrasado em comparação com os países desenvolvidos na área da energia solar fotovoltaica e, portanto, é necessária a estruturação de um programa nacional robusto para o desenvolvimento do setor no País”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. “Atualmente, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 86,2 bilhões em novos investimentos, R$ 22,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 479,8 mil empregos acumulados desde 2012. Com um total de 16 GW de potência instalada, também evitou a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade”, acrescenta. 

    De acordo com o CEO da entidade, Rodrigo Sauaia, o Brasil tem excelente recurso solar e possui condições privilegiadas para se tornar uma liderança mundial na área. “Com amplo apoio de mais de 90% da população brasileira e despertando o interesse de empreendedores e líderes do poder público, a fonte solar agrega inúmeros benefícios socioeconômicos, estratégicos, ambientais e energéticos ao País”, conclui Sauaia.

    A ECOA e o compromisso com o futuro

    O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.

    A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.

    Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.

    Faça parte você também dessa transformação. Fale conosco e invista hoje em energia fotovoltaica!

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