Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar

Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar – Conteúdo publicado pela Procel.

Diante de um segmento em plena expansão, como o da mini e microgeração distribuída, 69% dos consumidores brasileiros já pensaram em ter energia solar em suas residências, segundo pesquisa elaborada pelo BV, obtida com exclusividade pelo Broadcast Energia.

O levantamento mostra o potencial de expansão do segmento, que atualmente já tem mais de 1,4 milhão de sistemas de geração distribuída (GD) fotovoltaicos instalados, somando quase 15 gigawatts (GW) de potência, que atendem 1,8 milhão de unidades consumidoras. Embora a capacidade seja considerável dentro da matriz elétrica brasileira, representando aproximadamente 7%, um número de consumidores atendidos é pequeno frente os mais de 85 milhões de consumidores do País.

A penetração da energia solar na matriz energética é uma tendência muito forte, podemos discutir velocidade de entrada na curva da matriz energética, mas vai ser uma fonte relevante”, afirma a superintendente de Solar do BV, Mariana Granata.

Simule seu sistema de energia solar

Motivação financeira explica interesse

Entre os consumidores interessados, 83% disseram ter motivação financeira para investir em painéis solares. Para 26%, o preço elevado da conta de luz é um estímulo, e para 45%, a possibilidade de usar a economia obtida para ajudar com outras despesas. Apesar do forte interesse observado, a maioria diz não ter concretizado a compra por causa do alto valor do investimento. No entanto, somente 24% dos interessados chegaram a realizar algum tipo de orçamento e apenas 8% dos interessados sabiam da existência de linhas de financiamento exclusivas para painéis fotovoltaicos.

A pesquisa revelou que os consumidores sabem que é possível ter energia solar em casa, mas que ainda não há tanto conhecimento sobre alternativas viáveis de acesso aos painéis”, avalia Granata.

Banco foi pioneiro em linha de crédito para energia solar

O BV foi o primeiro banco a ter uma linha de crédito dedicada à energia solar, a partir de 2018, como parte de uma estratégia de diversificação da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do BV no solar soma R$ 4,1 bilhões, conforme dados do terceiro trimestre, um crescimento de 96,4% em relação a igual período de 2021. “O financiamento solar é uma das grandes avenidas de crescimento e diversificação. A gente acredita e tem visto ano a ano um aumento forte de simulações e das contratações”, diz.

De acordo com a executiva, o número de simulações mensais cresceu 44% neste ano, na média até setembro, ante o verificado em 2021. É o mesmo porcentual de crescimento das contratações, que têm tíquete médio de R$ 35 mil. A maior parte dos financiamentos feitos pelo banco é para pessoas físicas, com mais de 70% das contratações.

A pesquisa também apontou que, entre os 24% que chegaram a realizar algum tipo de orçamento, 74% preferem adquirir as placas de maneira parcelada, seja por financiamento (42%) ou cartão de crédito (32%). Granata afirma que o uso do cartão reflete a alta da taxa básica de juros, que faz com que consumidores de classes mais elevadas se afastem de financiamentos.

O financiamento permite a democratização do acesso, e como falamos de um tíquete relevante, temos permitido o acesso de outras classes que não só A e B”, acrescenta.

Cresce relevância da classe C em financiamentos solares

A superintendente de Solar do BV diz que a relevância da classe C nos financiamentos solares tem aumentado, e hoje o segmento responde por cerca de 40% das simulações e contratações, de acordo com os critérios internos de apuração de renda.

As condições ofertadas pelo BV preveem operações com financiamento de 100% do projeto (equipamentos e instalação), em até 96 meses, com até 120 dias de carência, de modo a garantir que o consumidor já esteja com sistema conectado e gerando energia antes do pagamento da primeira parcela.

A ideia é que o pagamento do financiamento não resulte em comprometimento adicional de renda, porque a proposta é que se troque a despesa com conta de luz pela parcela fixa do financiamento. No entanto, tendo em vista o atual patamar da taxa de juros no País, a parcela está ao redor de 10% acima do valor da tarifa da energia.

Mudança de regras no segmento impulsionou financiamentos

Granata admite que a aceleração observada nos financiamentos recentemente reflete a mudança prevista na cobrança da tarifa de transmissão e distribuição para sistemas de GD, que deve entrar em vigor em janeiro do ano que vem, conforme determina a lei 14.300, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída.

De fato, o setor elétrico tem visto uma explosão no número de instalações de GD nos últimos meses, numa busca de consumidores e empreendedores por garantir a manutenção das atuais regras de compensação de créditos de energia até 2045, um movimento que ficou conhecido como “corrida ao ouro”. Somente de janeiro até agora, houve um crescimento de 56% em capacidade instalada de GD solar, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.

A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.

Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.

A pesquisa do BV foi conduzida pelo Instituto MindMiners, que realizou entrevistas com 1.100 pessoas, responsáveis ou co-responsáveis pelo pagamento das despesas domésticas, de todo o Brasil, durante o mês de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

ebook energia solar para iniciantes

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Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar – Conteúdo publicado pela Procel.

Diante de um segmento em plena expansão, como o da mini e microgeração distribuída, 69% dos consumidores brasileiros já pensaram em ter energia solar em suas residências, segundo pesquisa elaborada pelo BV, obtida com exclusividade pelo Broadcast Energia.

O levantamento mostra o potencial de expansão do segmento, que atualmente já tem mais de 1,4 milhão de sistemas de geração distribuída (GD) fotovoltaicos instalados, somando quase 15 gigawatts (GW) de potência, que atendem 1,8 milhão de unidades consumidoras. Embora a capacidade seja considerável dentro da matriz elétrica brasileira, representando aproximadamente 7%, um número de consumidores atendidos é pequeno frente os mais de 85 milhões de consumidores do País.

A penetração da energia solar na matriz energética é uma tendência muito forte, podemos discutir velocidade de entrada na curva da matriz energética, mas vai ser uma fonte relevante”, afirma a superintendente de Solar do BV, Mariana Granata.

Simule seu sistema de energia solar

Motivação financeira explica interesse

Entre os consumidores interessados, 83% disseram ter motivação financeira para investir em painéis solares. Para 26%, o preço elevado da conta de luz é um estímulo, e para 45%, a possibilidade de usar a economia obtida para ajudar com outras despesas. Apesar do forte interesse observado, a maioria diz não ter concretizado a compra por causa do alto valor do investimento. No entanto, somente 24% dos interessados chegaram a realizar algum tipo de orçamento e apenas 8% dos interessados sabiam da existência de linhas de financiamento exclusivas para painéis fotovoltaicos.

A pesquisa revelou que os consumidores sabem que é possível ter energia solar em casa, mas que ainda não há tanto conhecimento sobre alternativas viáveis de acesso aos painéis”, avalia Granata.

Banco foi pioneiro em linha de crédito para energia solar

O BV foi o primeiro banco a ter uma linha de crédito dedicada à energia solar, a partir de 2018, como parte de uma estratégia de diversificação da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do BV no solar soma R$ 4,1 bilhões, conforme dados do terceiro trimestre, um crescimento de 96,4% em relação a igual período de 2021. “O financiamento solar é uma das grandes avenidas de crescimento e diversificação. A gente acredita e tem visto ano a ano um aumento forte de simulações e das contratações”, diz.

De acordo com a executiva, o número de simulações mensais cresceu 44% neste ano, na média até setembro, ante o verificado em 2021. É o mesmo porcentual de crescimento das contratações, que têm tíquete médio de R$ 35 mil. A maior parte dos financiamentos feitos pelo banco é para pessoas físicas, com mais de 70% das contratações.

A pesquisa também apontou que, entre os 24% que chegaram a realizar algum tipo de orçamento, 74% preferem adquirir as placas de maneira parcelada, seja por financiamento (42%) ou cartão de crédito (32%). Granata afirma que o uso do cartão reflete a alta da taxa básica de juros, que faz com que consumidores de classes mais elevadas se afastem de financiamentos.

O financiamento permite a democratização do acesso, e como falamos de um tíquete relevante, temos permitido o acesso de outras classes que não só A e B”, acrescenta.

Cresce relevância da classe C em financiamentos solares

A superintendente de Solar do BV diz que a relevância da classe C nos financiamentos solares tem aumentado, e hoje o segmento responde por cerca de 40% das simulações e contratações, de acordo com os critérios internos de apuração de renda.

As condições ofertadas pelo BV preveem operações com financiamento de 100% do projeto (equipamentos e instalação), em até 96 meses, com até 120 dias de carência, de modo a garantir que o consumidor já esteja com sistema conectado e gerando energia antes do pagamento da primeira parcela.

A ideia é que o pagamento do financiamento não resulte em comprometimento adicional de renda, porque a proposta é que se troque a despesa com conta de luz pela parcela fixa do financiamento. No entanto, tendo em vista o atual patamar da taxa de juros no País, a parcela está ao redor de 10% acima do valor da tarifa da energia.

Mudança de regras no segmento impulsionou financiamentos

Granata admite que a aceleração observada nos financiamentos recentemente reflete a mudança prevista na cobrança da tarifa de transmissão e distribuição para sistemas de GD, que deve entrar em vigor em janeiro do ano que vem, conforme determina a lei 14.300, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída.

De fato, o setor elétrico tem visto uma explosão no número de instalações de GD nos últimos meses, numa busca de consumidores e empreendedores por garantir a manutenção das atuais regras de compensação de créditos de energia até 2045, um movimento que ficou conhecido como “corrida ao ouro”. Somente de janeiro até agora, houve um crescimento de 56% em capacidade instalada de GD solar, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.

A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.

Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.

A pesquisa do BV foi conduzida pelo Instituto MindMiners, que realizou entrevistas com 1.100 pessoas, responsáveis ou co-responsáveis pelo pagamento das despesas domésticas, de todo o Brasil, durante o mês de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

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    Metade da conta de luz é imposto

    Neste mês, a conta de energia ficou ainda mais cara. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mudou a bandeira tarifária para a cor Amarela. Essa tarifa significa um custo extra de R$1,00 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. O aumento pode encarecer até 6,5% neste mês.

    O sistema de bandeiras tarifárias que vigora desde 2015 indica se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. 

    Mas como as bandeiras tarifárias funcionam e por que energia elétrica é tão cara no Brasil?

    A Aneel define mensalmente através das bandeiras o custo real de energia gerada para cada região do país. Para isso, ela usa como base nas informações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), que analisa o nível dos reservatórios das hidrelétricas e verifica se haverá necessidade de utilizar térmicas para complementar a geração de energia.

    Bandeira verde:condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

    Bandeira amarela:Térmicas ativadas e condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;

    Bandeira vermelha Patamar 1: Térmicas ativadas e alta demanda. A tarifa sofre acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.

    Bandeira vermelha Patamar 2:Térmicas ativadas e alta demanda, com condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 5,00 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido

    Quando o país passa por um período de estiagem, não há outra alternativa senão recorrer às termelétricas, que tem um custo de produção mais elevado.

    O impacto da Carga Tributária na conta de energia

    No entanto, o grande vilão de nossos bolsos na conta de luz é a alta carga tributária que incide sobre energia elétrica. No Brasil, 44,5% do preço final da tarifa de energia é constituído por encargos e tributos. 

    Somos o segundo colocado no ranking dos 28 países com maior carga tributária na conta de luz. Ficamos atrás apenas da Dinamarca, onde os impostos sobre a energia elétrica chegam a 58%. Já o Japão tem a menor porcentagem de impostos: apenas 9% de carga tributária. Os dados são da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica). 

    Mas, diante disso, o que pode ser feito para o país ter oferta de energia barata?

    Além de uma nova regulamentação que traga segurança jurídica e um ambiente propício para os negócios do setor, é preciso diversificar nossa matriz energética e explorar mais a geração de energia solar e eólica. Até 2016, 66% da geração é proveniente de fontes hidráulicas, 26,4% de térmicas e apenas 6,5% de eólicas e 0,054 de solar.

    O outro ponto primordial consiste na revisão da carga tributária que incidem na tarifa. Porém, enquanto isso não acontece, é preciso se preparar para o curto prazo.

    Como se preparar para os aumentos tarifários?

    Como mencionado, é preciso diversificar nossa matriz energética com outros tipos de geração de energia. Uma das possibilidades é a adoção de um sistema de energia solar, que garante previsibilidade na conta de luz. 

    Através do modelo de geração distribuída qualquer pessoa pode gerar energia que será abatida em seu consumo mensal. Toda energia excedente que for gerada é acumulada como créditos para abater as próximas contas. Dessa forma, além de não ficar a mercê das tarifas cada vez mais elevadas, é possível economizar no consumo de energia!

    Ficou interessado? Conheça mais a ECOA Energias Renováveis!

    Continue lendo
    Financiamento de energia solar fotovoltaica: 5 opções para você e seu negócio!

    Ainda existe uma impressão de que energia solar fotovoltaica é apenas acessível para poucos. A maioria das pessoas ainda vê a instalação de um sistema como algo bastante custoso, fora de seu alcance.

    Mas, vale lembrar que quando falamos de energia fotovoltaica, falamos sobre um investimento com durabilidade de pelo menos 25 anos e retorno financeiro garantido.

    Por isso, vamos falar hoje sobre uma possibilidade de realizar o investimento em energia solar fotovoltaica, o financiamento bancário.

    De acordo com o relatório da Greener, divulgado em 2019, o financiamento é a principal forma de pagamento para 39,6% das empresas do setor fotovoltaico. Já a instituição bancária mais utilizada para os financiamentos é o Santander, com 36,8% da preferência.

    Então, fica claro que o financiamento é uma das formas mais usadas como pagamento de sistemas solares fotovoltaicos.

    O que é um financiamento solar fotovoltaico?

    Para começar, um financiamento é uma operação financeira em que uma instituição bancária, ou um agente financeiro, fornece recursos para uma pessoa física ou jurídica fazer um investimento específico previamente acordado.

    É claro que para a operação ser uma vantagem para ambas às partes, podem existir juros embutidos nesta operação. Mas, devido ao crescente incentivo do uso de energia por fontes renováveis, existem diversas linhas de financiamento bem atrativas.

    Quais são os tipos de juros de um financiamento solar fotovoltaico?

    De forma geral o sistema de juros numa operação de financiamento pode ocorrer de duas formas:

    1. Pré-fixado: você sabe exatamente quanto vai ser cada parcela do seu financiamento até o fim do contrato. Não há surpresas sobre o valor a ser pago.
    2. Pós-fixado: as taxas variam de acordo com índices de inflação, ou seja, conforme estabilidade econômica do país.   

    Mas qual escolher? Não existe certo ou errado, existe o que é a melhor opção para cada perfil e situação. Existem perfis de pessoas mais conservadoras, que não gostam de surpresas e preferem trabalhar com o já conhecido. Então, analise qual o seu perfil e se você possui estabilidade financeira para suportar variações nas taxas de juros.

    Como faço para financiar meu sistema solar fotovoltaico?

    Você primeiro terá que solicitar orçamentos para o sistema solar fotovoltaico que precisa, seja ele para um projeto residencial, comercial ou industrial. Com os orçamentos em mãos, você negocia os valores com os fornecedores e então escolhe com qual deles irá fechar o serviço.

    Conte com a Ecoa Energias Renováveis para fazer um orçamento para você! Solicite AQUI o seu.

    Você deve levar o orçamento já negociado até a instituição financeira, com ele e com outros documentos, a instituição financeira irá fazer sua análise de crédito e então apresentar as possibilidades de financiamento.

    Cada instituição financeira pode exigir documentos específicos. Mas, no geral para pessoas físicas, além do orçamento do sistema, é necessário comprovante de endereço, identidade e imposto de renda. Já para pessoas jurídicas, é possível que solicitem contrato social, imposto de renda dos sócios, balanço dos últimos meses, relatório contábil e outros documentos.

    Com o financiamento aprovado, o valor final do sistema fotovoltaico é depositado à vista pela instituição financeira para o fornecedor escolhido ou para o adquirente.

    Quais são os modelos de financiamento?

    Existem diversas linhas e formas de financiamento para sistemas solares fotovoltaicos. De maneira generalista, existem opções de financiamento com ou sem entrada e financiamento total ou parcial.

    Vale lembrar, que cada caso deve ser analisado, nem todas as formas de financiamento são possíveis para todos os perfis de pessoas, tipos e tamanhos de sistemas.

    Nos próximos tópicos vamos citar 5 opções de financiamento disponíveis.

    [rock-convert-pdf id=”7100″]

    5 linhas de financiamento que estão entre as mais atrativas

    A ideia aqui é mostrar as linhas de financiamento que abrangem a maior parte do Brasil e possuem como público alvo tanto empresas, como também pessoas físicas.

    1. Financiamento Sicredi para Energia Solar

    O Sicredi é um sistema de cooperativa de crédito presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal.

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas associadas ao Sicredi que desejam adquirir equipamentos e a tecnologia para captação de energia solar destinada à geração de energia elétrica em suas propriedades e estabelecimentos.

    Como contratar? Procure a sua agência para informações sobre contratação.

    Prazo de pagamento? Até 120 meses.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cada cliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Fonte: Sicredi para você e Sicredi para sua empresa.

    [rock-convert-cta id=”8266″]

    2. CDC Sustentável Solar e CDC Socioambiental Solar – Santander

    O Santander separa o financiamento de energia solar fotovoltaica em duas linhas principais. O CDC Sustentável Solar tem o foco de atender empresas, já o CDC Socioambiental Solar é para pessoas físicas.  

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas com conta no Santander. No CDC Sustentável você pode financiar a compra de materiais para o sistema solar e no CDC Socioambiental pode também financiar a instalação.

    Como contratar? Solicite ao seu gerente de relacionamento a aprovação de crédito no valor do orçamento de seu sistema.

    Prazo de pagamento? Parcelamento em até 60 meses com débito automático em conta corrente, sujeito à análise de crédito.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cadacliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Fonte:CDC Sustentável Solar e CDC Socioambiental Solar

    3. Proger Urbano Empresarial – Banco do Brasil

    Além de linhas de financiamento para empresas, o Banco do Brasil também possui opções de financiamento para pessoas físicas.

    Aqui abordaremos uma linha bastante utilizada: o Proger Urbano Empresarial.

    O Proger é um programa do Governo Federal, cujo objetivo é promover geração de renda por meio da oferta de linhas de crédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    Para quem? Para empresas que faturam até R$ 10 milhões por ano e que desejem financiar máquinas e equipamentos que contribuam para o uso racional de energia e água, despesas com elaboração de projetos, mão-de-obra para instalação, além de reformas, adaptação em edificações e entre outros.

    Como contratar? Procure a agência mais próxima.

    Prazo de pagamento? Até no máximo de 72 meses, com carência de até 12 meses.

    Qual o limite de crédito? Pode ser financiamento até 80% do valor e limitado ao máximo de R$ 1 milhão.

    Quais taxas praticadas? Definidas caso a caso. O Banco do Brasil oferece uma simulação do seu financiamento, acesse AQUI para ter uma referência das taxas no seu caso.

    Fonte: Banco do Brasil.

    4. FINAME do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES)

    O FINAME é um programa de financiamento a longo prazo disponibilizado pelo governo federal. O programa é exclusivo para máquinas e equipamentos produzidos no Brasil com um mínimo de 60% de componentes nacionais. Existe exceções somente quando o produto ofertado não possui similares no Brasil.  

    O financiamento pode ser feito de forma indireta ou direta. A forma indireta é através dos agentes financeiros. Já para financiar diretamente com o BNDES é necessário que a empresa possua um faturamento anual superior a R$ 90 milhões.

    Para quem? Empresas sediadas no País; Administração Pública; empresários individuais e microempreendedores, produtores rurais; transportadores autônomos de carga; fundações, associações e cooperativas sediadas no País; pessoas físicas residentes e domiciliadas no País; condomínios.

    O apoio às micro, pequenas e médias empresas é considerado prioritário pelo BNDES.

    Como contratar? Se você é um micro, pequeno ou médio empresário pode solicitar pelo canal MPME, AQUI. Ou então, dirija-se a instituição financeira credenciada de sua preferência, veja a lista AQUI.

    Prazo de pagamento? Até no máximo de 120 meses, com carência de até 24 meses.

    Qual o limite de crédito? Podem ser financiados até 100% do valor de sistemas geradores fotovoltaicos de até 375kW e sua instalação.

    Quais taxas praticadas?  A taxa écomposta pelo Custo Financeiro, pela Taxa do BNDES e pela Taxa do Agente Financeiro. Variando então de caso a caso.

    Cada instituição financeira credenciada pode aderir ou não às linhas de financiamento do BNDES, de acordo com suas políticas próprias para concessão do crédito. A decisão final sobre a aceitação ou recusa das propostas protocoladas é de exclusiva responsabilidade do agente financeiro envolvido.

    Fontes: BNDES

    5. Sicoob

    O Sicoob é um sistema de cooperativas de crédito que possui atuação em quase todos os estados do Brasil.

    Para quem? Pessoas físicas ou jurídicas associadas ao Sicoob.

    Como contratar? Procure a sua agência para informações sobre contratação.

    Prazo de pagamento? Parcelamento em até 120 meses.

    Qual o limite de crédito? Conforme a capacidade de pagamento de cada cliente. Pode ser financiamento até 100% do valor.

    Quais taxas praticadas? Variam conforme avaliação para cada cliente.

    Qual linha de financiamento é ideal para mim?

    Escolher com qual instituição financeira você irá financiar seu sistema é muito pessoal para cada caso. Lembrando que qualquer instituição possui linhas de financiamento, aqui apontamos apenas algumas das dezenas de opções.

    Se você já possui um bom relacionamento na instituição financeira que utiliza, seja para uso pessoal ou empresarial, é possível conseguir boas condições e taxas de juros atrativas na sua própria instituição. Mas isso não é regra. Por isso, faz sentido pesquisar outras opções e fazer simulações para escolher a melhor opção para você ou sua empresa.

    É importante lembrar que todos os dados aqui apresentamos foram retirados das próprias instituições financeiras em questão. As informações estão sujeitas a constantes mudanças e também a análise de crédito de cada cliente.

    Se você já está pronto para o primeiro passo, entre em contato com a Ecoa Energias Renováveis! Elaboramos um orçamento de sistema solar fotovoltaico adequado ao seu consumo. Solicite AQUI. Nossa proposta também já vem com simulação de duas linhas de financiamento específicas.

    Continue lendo
    Energia Solar em empresas: como a implementação reduz custos

    Você já deve ter reparado: a tarifa de energia elétrica está com preços cada vez mais elevados. Para reduzir custos, muitas empresas têm investido em sistemas de geração de energia solar, trazendo diversos benefícios para o seu negócio. A diminuição das despesas com a geração da própria energia é um deles. Nesse texto, vamos mostrar como é fácil e vantajoso implementar esse sistema no seu empreendimento! Vamos lá?

    Geração fotovoltaica: implementação

    Para adquirir o produto, o primeiro passo é procurar uma empresa especializada. Na Ecoa Energias Renováveis, por exemplo, fazemos isso para você. Na consultoria, elaboramos o projeto e solicitamos acesso ao sistema solar junto à distribuidora de energia. Feito isso, será iniciada a implantação no local escolhido.

    A instalação das placas fotovoltaicas deve ser executada por profissionais. A Ecoa tem uma equipe específica para isso, que realiza o trabalho com agilidade e segurança. Como esse é um sistema modular, se a sua necessidade energética aumentar, mais painéis podem ser adicionados. O kit é composto, primordialmente, pelas placas e o inversor.

    Primeiro, os painéis são alocados e fixados no telhado da empresa. Depois, conectados ao inversor solar e, este, à rede elétrica. Feita essa etapa, o sistema de energia solar iniciará a produção de eletricidade e, desse momento em diante, a economia começa!

    Os painéis fotovoltaicos são robustos e raramente necessitam de manutenção, embora estejam sujeitos às condições do ambiente, acumulando poeira e excrementos de pássaros. Para a limpeza, é recomendado apenas o uso de água e que se evite pisar sobre as placas. A própria chuva auxilia na lavagem do material. 

    Funcionamento do painel solar

    Que o sistema fotovoltaico gera energia usando a luz solar, isso já sabemos. Mas, como exatamente a energia é transformada em eletricidade? Bem, o processo é relativamente simples.

    A luz do sol captada pelos painéis solares cria um campo elétrico de corrente contínua (CC). O inversor é responsável por realizar a conversão da CC em corrente alternada. Dessa maneira, a energia pode ser usada nas atividades da empresa. 

    Todo o excedente, isso é, a energia que não for utilizada é exportada para a rede elétrica e vira crédito para ser usada depois. Caso o consumo seja maior, o sistema importa a eletricidade disponibilizada pela distribuidora.

    Benefícios da energia solar

    O uso de energias renováveis vem crescendo em todo o planeta. O investimento em energia solar, por exemplo, traz inúmeros benefícios. Veja, a seguir, alguns deles.

    Redução de custos

    As tarifas cobradas pelas companhias do setor elétrico são instáveis e a eletricidade tem uma grande parcela no orçamento, ainda mais quando se fala em empresas. As variações nas taxas devem-se aos constantes quadros de escassez de água que as hidrelétricas enfrentam. Com os níveis baixos, o governo aciona a produção de energia por meio de usinas térmicas, que tem um custo de geração muito maior.

    O uso da energia solar em empresas é uma excelente alternativa para a redução da conta de luz — havendo diminuição dos custos operacionais, o que contribui positivamente no balanço final do seu empreendimento. A vida útil de uma placa solar é de 25 anos, em média. Logo, nesse período, você desfrutará da geração de energia gratuita, podendo reduzir, em até 90%, o valor da sua fatura atual.

    O retorno do investimento em um sistema solar vem a curto e médio prazo. Ao final de cada mês, caso a produção de energia ultrapasse o consumo, o excedente é creditado pela concessionária. Esse valor a mais pode ser utilizado em até 60 meses.

    Energia sustentável

    Nesse processo, não existe a emissão de poluentes. Outras fontes energéticas, como a queima de combustíveis fósseis, produzem gases de efeito estufa que impactam o meio ambiente. A geração de eletricidade utilizando painéis solares:

    – não gera dióxido de carbono — gás que retém o calor na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global;

    – não emite óxido de enxofre, metano ou mercúrio, como as termelétricas a carvão, prejudicando, ainda mais, a qualidade do ar;

    – não produz nenhum resíduo com alto potencial de poluição ambiental, como a energia nuclear.

    Valorização da imagem institucional

    Cada vez mais, consumidores buscam adquirir produtos e serviços de empresas que tenham consciência ecológica e valorizem práticas sustáveis no seu dia a dia. A energia solar é uma forma de produção energética limpa, renovável e segura. Além disso, os funcionários sentem-se mais estimulados em trabalhar em locais socialmente responsáveis.

    A imagem da empresa permanece valorizada ao encontrar formas de produção usando recursos naturais sem impactar o ecossistema. A divulgação dessas ações é boa para a lucratividade dos negócios.

    Financiamento

    Energia solar é cada vez mais rentável para o mercado. As reduções nos preços dessa tecnologia e o financiamento inovador incentivam a obtenção dos sistemas fotovoltaicos. Além disso, existem linhas de financiamento atraentes — o valor pago atualmente na conta de luz pode ser trocado por uma prestação de quantia igual, ou, até mesmo, inferior à fatura atual.

    São muitas oportunidades que facilitam a compra do seu sistema. Diversos bancos possuem prazos flexíveis, podendo parcelar o sistema em até 240 meses.

    Tenha um sistema de geração de energia solar

    A implementação da energia solar em empresas é realmente um investimento acertado. É possível aproveitar as vantagens de gerar a própria energia, diminuindo os gastos e ficando despreocupado com os constantes aumentos das tarifas de luz. Por isso, aposte nessa ideia!

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    Bandeiras Tarifárias

    A partir de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o sistema de Bandeiras Tarifárias.

    O sistema possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha – as mesmas cores dos semáforos –  e indicam se a energia custa mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade:

    Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

    Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,020 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

    Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

    Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,035 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

    O sistema de bandeiras é aplicado por todas as concessionárias conectadas ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A partir de 1º de julho de 2015, o sistema de bandeiras passou a ser aplicado também pelas permissionárias de distribuição de energia.

    Fonte: ANEEL

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