Energia solar é alternativa de economia para condomínios

No Brasil, mais de 40 mil unidades consumidoras usufruem dos benefícios da energia solar em suas residências, empresas, indústrias. Isso se deve, principalmente, as vantagens de um sistema solar. Já falamos sobre isso aqui no blog

Mas, outro fator que contribuiu para o sucesso dos painéis solares está relacionado a resolução nº 687/2015, que trouxe, entre as facilidades, a utilização de energia solar em condomínios.

Quer saber como isso funciona? Acompanhe o texto abaixo.

Geração de energia solar em condomínios

Condomínios que geram sua própria energia através de painéis solares são chamados de empreendimento com múltiplas unidades consumidoras. A ANEEL considera que cada residência é uma unidade consumidora, assim como as áreas comuns – estacionamentos, áreas de lazer, etc.

Depois de feito um projeto adequado às necessidades dos moradores, instalado o sistema e efetuada a ligação com a concessionária de energia, o condomínio já está gerando energia limpa para seus residentes.

Moradores aproveitam os créditos

Ao contrário da geração de energia solar em residências e empresas, em que a energia produzida é utilizada imediatamente e o excedente vai para a rede elétrica para gerar créditos, no caso da energia solar em condomínios apenas os créditos são utilizados.

Dessa maneira, os condôminos podem decidir previamente qual será a participação de cada unidade consumidora (residência) no rateio de energia. Isso quer dizer, é preciso saber qual a porcentagem dos créditos que cada unidade recebe, que já serão descontados na fatura de energia de cada mês.

Caso ocorra alguma modificação no sistema de rateio, como uma unidade consumidora não receber mais créditos, por exemplo, não há problema algum. Basta comunicar a concessionária de energia para que a participação nos créditos sejam alteradas.

Alterações nas unidades

Outro ponto importante é que não é necessário que os apartamentos façam modificações em sua rede elétrica para receber os créditos gerados pela energia solar. Basta apenas que uma unidade receba o relógio bidirecional para ter o sistema de microgeração conectado.

Para os proprietários interessados em investir em energia solar em condomínios, podem entrar em contato com a ECOA Energias Renováveis, uma empresa especializada em energia solar. Elaboramos o projeto, instalamos o sistema e fazemos toda a homologação com a concessionária de energia. Entre em contato e informe-se sobre os benefícios da energia solar!

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No Brasil, mais de 40 mil unidades consumidoras usufruem dos benefícios da energia solar em suas residências, empresas, indústrias. Isso se deve, principalmente, as vantagens de um sistema solar. Já falamos sobre isso aqui no blog

Mas, outro fator que contribuiu para o sucesso dos painéis solares está relacionado a resolução nº 687/2015, que trouxe, entre as facilidades, a utilização de energia solar em condomínios.

Quer saber como isso funciona? Acompanhe o texto abaixo.

Geração de energia solar em condomínios

Condomínios que geram sua própria energia através de painéis solares são chamados de empreendimento com múltiplas unidades consumidoras. A ANEEL considera que cada residência é uma unidade consumidora, assim como as áreas comuns – estacionamentos, áreas de lazer, etc.

Depois de feito um projeto adequado às necessidades dos moradores, instalado o sistema e efetuada a ligação com a concessionária de energia, o condomínio já está gerando energia limpa para seus residentes.

Moradores aproveitam os créditos

Ao contrário da geração de energia solar em residências e empresas, em que a energia produzida é utilizada imediatamente e o excedente vai para a rede elétrica para gerar créditos, no caso da energia solar em condomínios apenas os créditos são utilizados.

Dessa maneira, os condôminos podem decidir previamente qual será a participação de cada unidade consumidora (residência) no rateio de energia. Isso quer dizer, é preciso saber qual a porcentagem dos créditos que cada unidade recebe, que já serão descontados na fatura de energia de cada mês.

Caso ocorra alguma modificação no sistema de rateio, como uma unidade consumidora não receber mais créditos, por exemplo, não há problema algum. Basta comunicar a concessionária de energia para que a participação nos créditos sejam alteradas.

Alterações nas unidades

Outro ponto importante é que não é necessário que os apartamentos façam modificações em sua rede elétrica para receber os créditos gerados pela energia solar. Basta apenas que uma unidade receba o relógio bidirecional para ter o sistema de microgeração conectado.

Para os proprietários interessados em investir em energia solar em condomínios, podem entrar em contato com a ECOA Energias Renováveis, uma empresa especializada em energia solar. Elaboramos o projeto, instalamos o sistema e fazemos toda a homologação com a concessionária de energia. Entre em contato e informe-se sobre os benefícios da energia solar!

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    Energia solar se torna a terceira maior fonte da matriz elétrica brasileira

    Energia solar se torna a terceira maior fonte da matriz elétrica brasileira: Por Robson Rodrigues, Valor — São Paulo. Conteúdo original do site Valor Econômico.

    energia solar fotovoltaica ultrapassou a potência instalada das termelétricas de gás natural e de biomassa, assumindo o posto de terceira maior fonte da matriz elétrica nacional, atrás apenas das hidrelétricas e eólicas, segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    Ao todo, são 16,4 gigawatts (GW) de energia solar em grandes usinas e em pequenos projetos de geração própria, ante os 16,3 GW do gás natural e os 16,3 GW da biomassa. Segundo a Absolar, desde 2012, a fonte já trouxe ao Brasil mais de R$ 86,2 bilhões em novos investimentos, R$ 22,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 479,8 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

    Para o diretor da entidade, Carlos Dornellas, o avanço da energia solar no Brasil, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil.

    A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população. As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, diz Dornellas.

    Uma usina fotovoltaica de grande porte fica operacional em menos de 18 meses, desde o leilão até o início da geração de energia elétrica. Por outro lado, a fonte é intermitente e não gera energia durante a noite.

    As hidrelétricas ocupam a primeira posição na matriz elétrica, com mais de 109 GW de capacidade instalada, e as eólicas seguem em segundo lugar, com 21,9 GW de potência.

    Simule seu sistema de energia solar

    Como a Ecoa vê o futuro

    O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.

    A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.

    Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.

    Por fim, esses 8 anos até aqui foram um marco, onde elevamos o patamar da companhia e do setor fotovoltaico de Santa Catarina e Brasil.

    Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro dessas novidades. Nós não vamos parar!

    Continue lendo
    Adesão do Brasil à ASI será votada pelo plenário do Senado

    Adesão do Brasil à ASI será votada pelo plenário do Senado – Conteúdo publicado pelo Megawhat

    A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira, 29 de setembro, a participação brasileira no Acordo-Quadro sobre a Aliança Solar Internacional (ASI), que consta no Projeto de Decreto Legislativo (PDL) n° 271/2021. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a promoção, divulgação e incentivo a energia solar como fonte estratégica na geração de energia elétrica em 121 países, localizados entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio. O PDL segue agora para votação no Plenário da casa.

    O texto prevê diversas iniciativas conjuntas dos membros do ASI, como redução de custos com financiamento da tecnologia solar; investimentos na ordem de US$ 1 trilhão para implementação da fonte nos países até 2030; cooperação de relações mutualmente benéficas com entidades públicas e privadas; compartilhamento e atualização de informações relevantes; e incentivos aos novos projetos voltados a energia solar para países em desenvolvimento.

    Simule seu sistema de energia solar

    O programa foi anunciado pelos governos da Índia e da França em 2015, na Conferência do Clima em Paris. O pedido do Brasil para a entrada na Aliança Solar Internacional foi encaminhado pela presidência da República ao Congresso Nacional no dia 26 de fevereiro de 2018, em regime de prioridade.

    Segundo o Senador Carlos Portinho (PL-RJ), relator do texto na comissão do Senado, a geração fotovoltaica distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento no mundo em 2021, atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Índia. Ele citou ainda que a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz energética brasileira até 2031, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia. Segundo o relator, o acordo é importante para os interesses nacionais e também para o contribuinte consumidor de energia.

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    Economize com energia solar: saiba mais

    Economize com energia solar! Quer saber como? Continue lendo este artigo para entender!

    Possibilitando que residências, comércios e indústrias conquistem a independência energética, a energia fotovoltaica é um sistema de energia alternativo para a geração de eletricidade.

    Proveniente de uma fonte abundante e inesgotável, a energia gerada pelo sol é limpa, ou seja, ela não emite nenhum tipo de poluição ou gases de efeito estufa, por isso não é prejudicial ao meio ambiente.

    Entre os principais benefícios da energia solar, podemos elencar:

    • Fácil manutenção do equipamento;
    • Energia limpa, renovável e sustentável;
    • Redução da dependência de combustíveis fósseis;
    • Economia desde a instalação e garantia de até 95% de redução na conta de luz;
    • Possui um dos paybacks mais vantajosos do mercado. 

    Como a energia solar ajuda a economizar?

    Ainda que possua diversos benefícios extremamente atrativos e vantajosos (como os já citados acima), o principal e mais atraente é a economia proporcionada por esse sistema.

    Com a energia solar, a economia na conta de luz pode chegar até 95%, dependendo do caso. Além disso, por possuírem vida útil longa, as placas solares são altamente econômicas e podem durar de 25 a 30 anos. 

    Neste sentido, elencamos três principais pontos em que a energia solar ajuda a economizar. Veja abaixo!

    1.1 – Payback

    A energia solar possui um dos melhores e mais vantajosos paybacks (tempo que leva para o investimento “se pagar”) do mercado. Neste sentido, para entender melhor o payback do sistema fotovoltaico é preciso considerar dois fatores: o valor investido e o tempo de retorno. 

    O tempo médio de retorno do investimento em energia solar residencial é de cerca de 4 anos, enquanto que para empresas o payback é de aproximadamente 5 anos.

    Ou seja, um sistema fotovoltaico projetado por uma empresa especialista, como a Ecoa, pode funcionar por mais de 30 anos. Dessa forma, podemos considerar que esse sistema terá quase 25 anos de lucro, visto que o investimento se pagará em cerca de 5 anos.

    1.2 – Baixa manutenção

    A manutenção do sistema de energia solar é outro aspecto que ajudará a economizar. Isso porque esse sistema precisa de pouca manutenção e de baixo custo.

    Neste sentido, os cuidados com esse sistema consistem basicamente em limpar as placas solares uma vez ao ano, ou quando ocorrer uma queda na produção de energia.

    Além disso, a limpeza das placas solares é bem simples de ser realizada, sendo necessário apenas passar um pano ou esguichar um pouco de água nas placas. 

    Caso seja preciso fazer a remoção de uma sujeira mais difícil, a recomendação é utilizar uma escova macia, esponja ou um pano suave, para não correr o risco de riscar a superfície da placa.

    Mas, por segurança e para preservar o equipamento, recomendamos que você contrate profissionais para realizar a manutenção.

    1.3 – País com clima favorável

    O Brasil possui uma grande vantagem quando falamos em geração de energia através do sol. Isso porque a produção de energia por meio de um sistema fotovoltaico está diretamente ligada à oferta de sol.

    Segundo dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar, o Brasil recebe, durante todo o ano, mais de 3 mil horas de brilho do sol, o que corresponde a uma incidência solar diária que varia entre 4.500 e 6.300 Wh/m².

    Dessa forma, o país dispõe de uma condição climática extremamente favorável para a produção de energia através do sol, possuindo, ainda, altos níveis de irradiação.

    Esse fator possibilita uma geração maior de energia elétrica e auxilia na economia, pois dessa forma, necessitará de menos demanda de energia da companhia elétrica.

    Conclusão

    Como vimos neste artigo, a energia solar é, sem dúvidas, um dos melhores sistemas de geração de energia elétrica do mercado, proporcionando diversos benefícios a quem faz a escolha certa de investir nesse sistema.

    Mas, para aproveitar todas as vantagens da energia solar, você precisa contar com o auxílio de uma empresa especialista, como a Ecoa, que possui mais de 7 anos de experiência.

    Ao realizar o seu projeto conosco, você tem a tranquilidade de saber que está entregando o seu planejamento nas mãos de quem entende do assunto. 

    Por isso, se você deseja investir em energia solar, a energia do futuro, e está em busca de experiência, profissionalismo, qualidade e especialistas capacitados, a Ecoa é o seu lugar.

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    Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar

    Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar – Conteúdo publicado pela Procel.

    Diante de um segmento em plena expansão, como o da mini e microgeração distribuída, 69% dos consumidores brasileiros já pensaram em ter energia solar em suas residências, segundo pesquisa elaborada pelo BV, obtida com exclusividade pelo Broadcast Energia.

    O levantamento mostra o potencial de expansão do segmento, que atualmente já tem mais de 1,4 milhão de sistemas de geração distribuída (GD) fotovoltaicos instalados, somando quase 15 gigawatts (GW) de potência, que atendem 1,8 milhão de unidades consumidoras. Embora a capacidade seja considerável dentro da matriz elétrica brasileira, representando aproximadamente 7%, um número de consumidores atendidos é pequeno frente os mais de 85 milhões de consumidores do País.

    A penetração da energia solar na matriz energética é uma tendência muito forte, podemos discutir velocidade de entrada na curva da matriz energética, mas vai ser uma fonte relevante”, afirma a superintendente de Solar do BV, Mariana Granata.

    Simule seu sistema de energia solar

    Motivação financeira explica interesse

    Entre os consumidores interessados, 83% disseram ter motivação financeira para investir em painéis solares. Para 26%, o preço elevado da conta de luz é um estímulo, e para 45%, a possibilidade de usar a economia obtida para ajudar com outras despesas. Apesar do forte interesse observado, a maioria diz não ter concretizado a compra por causa do alto valor do investimento. No entanto, somente 24% dos interessados chegaram a realizar algum tipo de orçamento e apenas 8% dos interessados sabiam da existência de linhas de financiamento exclusivas para painéis fotovoltaicos.

    A pesquisa revelou que os consumidores sabem que é possível ter energia solar em casa, mas que ainda não há tanto conhecimento sobre alternativas viáveis de acesso aos painéis”, avalia Granata.

    Banco foi pioneiro em linha de crédito para energia solar

    O BV foi o primeiro banco a ter uma linha de crédito dedicada à energia solar, a partir de 2018, como parte de uma estratégia de diversificação da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do BV no solar soma R$ 4,1 bilhões, conforme dados do terceiro trimestre, um crescimento de 96,4% em relação a igual período de 2021. “O financiamento solar é uma das grandes avenidas de crescimento e diversificação. A gente acredita e tem visto ano a ano um aumento forte de simulações e das contratações”, diz.

    De acordo com a executiva, o número de simulações mensais cresceu 44% neste ano, na média até setembro, ante o verificado em 2021. É o mesmo porcentual de crescimento das contratações, que têm tíquete médio de R$ 35 mil. A maior parte dos financiamentos feitos pelo banco é para pessoas físicas, com mais de 70% das contratações.

    A pesquisa também apontou que, entre os 24% que chegaram a realizar algum tipo de orçamento, 74% preferem adquirir as placas de maneira parcelada, seja por financiamento (42%) ou cartão de crédito (32%). Granata afirma que o uso do cartão reflete a alta da taxa básica de juros, que faz com que consumidores de classes mais elevadas se afastem de financiamentos.

    O financiamento permite a democratização do acesso, e como falamos de um tíquete relevante, temos permitido o acesso de outras classes que não só A e B”, acrescenta.

    Cresce relevância da classe C em financiamentos solares

    A superintendente de Solar do BV diz que a relevância da classe C nos financiamentos solares tem aumentado, e hoje o segmento responde por cerca de 40% das simulações e contratações, de acordo com os critérios internos de apuração de renda.

    As condições ofertadas pelo BV preveem operações com financiamento de 100% do projeto (equipamentos e instalação), em até 96 meses, com até 120 dias de carência, de modo a garantir que o consumidor já esteja com sistema conectado e gerando energia antes do pagamento da primeira parcela.

    A ideia é que o pagamento do financiamento não resulte em comprometimento adicional de renda, porque a proposta é que se troque a despesa com conta de luz pela parcela fixa do financiamento. No entanto, tendo em vista o atual patamar da taxa de juros no País, a parcela está ao redor de 10% acima do valor da tarifa da energia.

    Mudança de regras no segmento impulsionou financiamentos

    Granata admite que a aceleração observada nos financiamentos recentemente reflete a mudança prevista na cobrança da tarifa de transmissão e distribuição para sistemas de GD, que deve entrar em vigor em janeiro do ano que vem, conforme determina a lei 14.300, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída.

    De fato, o setor elétrico tem visto uma explosão no número de instalações de GD nos últimos meses, numa busca de consumidores e empreendedores por garantir a manutenção das atuais regras de compensação de créditos de energia até 2045, um movimento que ficou conhecido como “corrida ao ouro”. Somente de janeiro até agora, houve um crescimento de 56% em capacidade instalada de GD solar, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.

    A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.

    Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.

    A pesquisa do BV foi conduzida pelo Instituto MindMiners, que realizou entrevistas com 1.100 pessoas, responsáveis ou co-responsáveis pelo pagamento das despesas domésticas, de todo o Brasil, durante o mês de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

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