Dúvidas sobre Energia Solar: saiba mais

Um sistema de energia fotovoltaico é muito mais do que um gerador de energia, ele representa um investimento assertivo, tanto para residências quanto para empresas.

Proveniente da radiação solar, essa fonte de energia proporciona diversos benefícios para quem toma a decisão certa de investir nesse sistema, tais como: redução de até 95% na conta de luz, vida útil de 30 anos, energia limpa, renovável e sustentável, baixo impacto ambiental, entre outros.

Considerada uma das energias do futuro, a energia solar vem conquistando seu espaço no mercado de energias. Contudo, por ser um sistema relativamente novo, ainda existem diversas dúvidas acerca do assunto. Por isso, neste artigo, vamos responder as 10 dúvidas sobre a energia solar. 

1. Energia solar é cara?

Não, a energia solar NÃO é cara, visto que ela não é considerada um custo, mas, um investimento. 

Isso porque o payback (retorno do investimento) da energia solar é de cerca de 4 anos para residências e 5 anos para empresas. Ou seja, em menos de 5 anos você irá recuperar todo o valor investido.

2. Quanto tempo leva para economizar na conta de luz?

Sem dúvidas, uma das maiores vantagens da energia solar é que a economia na fatura de energia começa a valer já na primeira conta de luz, chegando a economizar até 95% em alguns casos.

3. As placas solares exigem muita manutenção?

As placas solares exigem pouca manutenção, mas, como qualquer equipamento,  precisam de um cuidado preventivo para evitar problemas que possam comprometer o sistema.

Para aumentar a vida útil das placas solares e manter a capacidade de produção, a recomendação é fazer uma limpeza nos painéis solares uma vez por ano.

4. Com a energia solar, a fatura de energia irá zerar?

Infelizmente, não. Mesmo com a aquisição do sistema de energia solar, o consumidor ainda precisará pagar os custos referentes às taxas obrigatórias cobradas pela distribuidora de energia elétrica.

Contudo, como a economia na fatura de energia pode chegar até 95%, o valor pago para a distribuidora será bem reduzido (varia de caso para caso), o que faz com que a energia solar continue sendo um ótimo investimento com retorno garantido.

5. Quanto tempo dura um sistema de energia solar?

Um sistema solar possui uma vida útil de mais de 30 anos, mas pode ir além disso, pois alguns desenvolvedores estimam mais de 40 anos de utilização para os painéis solares fotovoltaicos.

6. Quais os benefícios do sistema solar para o meio ambiente?

A energia solar é uma fonte de energia limpa, renovável e ilimitada, por isso não causa prejuízos ao meio ambiente. Na verdade, ela é benéfica para o nosso planeta.

Isso porque a energia solar ajuda na redução da dependência de combustíveis fósseis, não emite nenhum tipo de poluição ou gases de efeito estufa, auxilia na diminuição do desmatamento, entre outros.

7. O painel fotovoltaico gera energia em dias nublados?

A resposta é SIM! Um sistema fotovoltaico continua a funcionar mesmo em dias nublados, mantendo a produção de energia elétrica para seu local. Isso porque as placas solares funcionam a partir de raios solares e não do calor do sol.

O que acontece é que em dias nublados ocorre uma diminuição da eficiência energética, mas fique tranquilo, pois isso não irá prejudicá-lo. 

Isso porque ao desenvolvemos o seu projeto nossos profissionais mapeiam dias nublados, chuvosos, entre outras possíveis alterações de clima, e com o auxílio de um software, projetamos a quantidade necessária de placas solares para sua necessidade.

8. Quem mora em prédio pode instalar o sistema fotovoltaico?

É possível, sim, instalar um sistema fotovoltaico em prédios e condomínios desde que exista área suficiente para reduzir o consumo e, dessa forma, aproveitar todos os benefícios da energia solar.

Em casos como esse, a opção mais comum é neutralizar o consumo global do prédio, reduzindo a fatura de energia do condomínio e trazendo maior economia para os moradores.

9. Quantos painéis preciso para abastecer meu imóvel?

Para essa pergunta, infelizmente, não existe uma responda padrão, pois o número de placas instaladas irão variar de caso para caso, dependendo da necessidade energética do local, da radiação onde se pretende instalar o sistema, bem como orientação do telhado, eventuais sombreamentos que houverem e sobretudo o tamanho das placas.

10. Vale a pena investir em energia solar?

Por fim, a pergunta mais comum que recebemos é: vale a pena investir em energia solar? E nossa resposta não poderia ser outra senão, SIM. 

Sim, vale a pena – e muito – investir em um sistema de energia solar!

Isso porque a energia solar proporciona uma economia de até 95% na conta de luz, dispõe, ainda, de um dos melhores payback do mercado, além de ser um sistema democrático que pode ser utilizado por residências, comércios, indústrias, entre outros.

Conclusão

Com suas dúvidas sobre energia solar respondidas, agora chegou a hora de você fazer a melhor escolha para o seu bolso.

Ao gerar sua própria energia através do sol (uma fonte sustentável e inesgotável), você garantirá uma alta economia todos os meses, além de ter a certeza de saber que fez um bom investimento. 

👉 Por isso, pare de perder tempo. Entre agora mesmo em contato com um de nossos especialistas e aproveite você também o melhor da energia solar. 

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Um sistema de energia fotovoltaico é muito mais do que um gerador de energia, ele representa um investimento assertivo, tanto para residências quanto para empresas.

Proveniente da radiação solar, essa fonte de energia proporciona diversos benefícios para quem toma a decisão certa de investir nesse sistema, tais como: redução de até 95% na conta de luz, vida útil de 30 anos, energia limpa, renovável e sustentável, baixo impacto ambiental, entre outros.

Considerada uma das energias do futuro, a energia solar vem conquistando seu espaço no mercado de energias. Contudo, por ser um sistema relativamente novo, ainda existem diversas dúvidas acerca do assunto. Por isso, neste artigo, vamos responder as 10 dúvidas sobre a energia solar. 

1. Energia solar é cara?

Não, a energia solar NÃO é cara, visto que ela não é considerada um custo, mas, um investimento. 

Isso porque o payback (retorno do investimento) da energia solar é de cerca de 4 anos para residências e 5 anos para empresas. Ou seja, em menos de 5 anos você irá recuperar todo o valor investido.

2. Quanto tempo leva para economizar na conta de luz?

Sem dúvidas, uma das maiores vantagens da energia solar é que a economia na fatura de energia começa a valer já na primeira conta de luz, chegando a economizar até 95% em alguns casos.

3. As placas solares exigem muita manutenção?

As placas solares exigem pouca manutenção, mas, como qualquer equipamento,  precisam de um cuidado preventivo para evitar problemas que possam comprometer o sistema.

Para aumentar a vida útil das placas solares e manter a capacidade de produção, a recomendação é fazer uma limpeza nos painéis solares uma vez por ano.

4. Com a energia solar, a fatura de energia irá zerar?

Infelizmente, não. Mesmo com a aquisição do sistema de energia solar, o consumidor ainda precisará pagar os custos referentes às taxas obrigatórias cobradas pela distribuidora de energia elétrica.

Contudo, como a economia na fatura de energia pode chegar até 95%, o valor pago para a distribuidora será bem reduzido (varia de caso para caso), o que faz com que a energia solar continue sendo um ótimo investimento com retorno garantido.

5. Quanto tempo dura um sistema de energia solar?

Um sistema solar possui uma vida útil de mais de 30 anos, mas pode ir além disso, pois alguns desenvolvedores estimam mais de 40 anos de utilização para os painéis solares fotovoltaicos.

6. Quais os benefícios do sistema solar para o meio ambiente?

A energia solar é uma fonte de energia limpa, renovável e ilimitada, por isso não causa prejuízos ao meio ambiente. Na verdade, ela é benéfica para o nosso planeta.

Isso porque a energia solar ajuda na redução da dependência de combustíveis fósseis, não emite nenhum tipo de poluição ou gases de efeito estufa, auxilia na diminuição do desmatamento, entre outros.

7. O painel fotovoltaico gera energia em dias nublados?

A resposta é SIM! Um sistema fotovoltaico continua a funcionar mesmo em dias nublados, mantendo a produção de energia elétrica para seu local. Isso porque as placas solares funcionam a partir de raios solares e não do calor do sol.

O que acontece é que em dias nublados ocorre uma diminuição da eficiência energética, mas fique tranquilo, pois isso não irá prejudicá-lo. 

Isso porque ao desenvolvemos o seu projeto nossos profissionais mapeiam dias nublados, chuvosos, entre outras possíveis alterações de clima, e com o auxílio de um software, projetamos a quantidade necessária de placas solares para sua necessidade.

8. Quem mora em prédio pode instalar o sistema fotovoltaico?

É possível, sim, instalar um sistema fotovoltaico em prédios e condomínios desde que exista área suficiente para reduzir o consumo e, dessa forma, aproveitar todos os benefícios da energia solar.

Em casos como esse, a opção mais comum é neutralizar o consumo global do prédio, reduzindo a fatura de energia do condomínio e trazendo maior economia para os moradores.

9. Quantos painéis preciso para abastecer meu imóvel?

Para essa pergunta, infelizmente, não existe uma responda padrão, pois o número de placas instaladas irão variar de caso para caso, dependendo da necessidade energética do local, da radiação onde se pretende instalar o sistema, bem como orientação do telhado, eventuais sombreamentos que houverem e sobretudo o tamanho das placas.

10. Vale a pena investir em energia solar?

Por fim, a pergunta mais comum que recebemos é: vale a pena investir em energia solar? E nossa resposta não poderia ser outra senão, SIM. 

Sim, vale a pena – e muito – investir em um sistema de energia solar!

Isso porque a energia solar proporciona uma economia de até 95% na conta de luz, dispõe, ainda, de um dos melhores payback do mercado, além de ser um sistema democrático que pode ser utilizado por residências, comércios, indústrias, entre outros.

Conclusão

Com suas dúvidas sobre energia solar respondidas, agora chegou a hora de você fazer a melhor escolha para o seu bolso.

Ao gerar sua própria energia através do sol (uma fonte sustentável e inesgotável), você garantirá uma alta economia todos os meses, além de ter a certeza de saber que fez um bom investimento. 

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    COP27: Brasil sai na frente na transição energética

    COP27: Brasil sai na frente na transição energética – Conteúdo publicado do site Exame e produzido por Ricardo Barros,

    Começou no último domingo (06/11), no balneário de Sharm El Sheikh, no Egito, a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022 (COP-27). Temas como mercado de carbono, transição energética e medidas para mitigação dos efeitos da emergência climática serão discutidos e o Brasil tem papel fundamental na construção de respostas. O país sai à frente no tema da transição energética, segundo Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, a Confederação Nacional da Indústria.

    O mundo precisa alterar a forma como consome energia, com a passagem de uma matriz baseada em combustíveis fósseis para uma ancorada em fontes renováveis. Nesse processo, o Brasil sai na frente, pois já conta com uma elevada participação dessas fontes e vem ampliando o uso das energias eólica, solar e da bioenergia“, afirma.

    Em entrevista exclusiva à Bússola (editoria da Revista Exame), Andrade falou ainda sobre como a indústria pode colaborar com os esforços de descarbonização, na redução da emissão de gases de efeito estufa e no fomento da economia circular.

    Bússola: Um levantamento realizado pela CNI em junho mostra que 71% das indústrias adotam medidas sustentáveis como parte de sua estratégia corporativa. Mas ainda existem muitos desafios. Quais são os principais obstáculos, hoje, para a indústria na adoção dessas práticas e como a CNI pode colaborar para enfrentá-los?

    Robson Braga de Andrade: O Brasil tem todas as condições para ser protagonista no processo de descarbonização da economia no mundo e consolidar uma posição de destaque na oferta de produtos da biodiversidade. A expressiva área coberta por florestas, a rica biodiversidade e a maior reserva de água doce do mundo são características naturais que favorecem nosso país na corrida pela economia verde. O país também se destaca pela matriz energética limpa.

    Para aproveitar melhor essas vantagens, é preciso definir, com urgência, uma estratégia nacional sólida que contribua para o enfrentamento dos desafios climáticos e estimule os investimentos em pesquisa, inovação e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. Com uma ação governamental articulada com o setor privado, associada ao trabalho que vem sendo feito pela indústria, o país pode liderar a mobilização global pela economia de baixo carbono.

    É essencial, ainda, acelerar o ritmo dos aprimoramentos regulatórios e estruturais para fortalecer a indústria nacional e, claro, atrair investidores. São vários desafios a serem enfrentados, como a redução do Custo Brasil e a melhoria da segurança jurídica, que são determinantes para que o investidor atue no país com foco nas agendas internacionais, como a produção de energia eólica offshore – em alto mar – e do hidrogênio verde.

    Simule seu sistema de energia solar
    Bússola:  Nós estamos nos aproximando da COP 27, que começa na próxima semana no Egito. O senhor acha que o Brasil está preparado para enfrentar os desafios na direção de um mundo mais sustentável?

    Robson Braga de Andrade: A CNI acompanha de perto as negociações para a COP27, e as ações do setor produtivo são decisivas para o êxito do combate ao aquecimento global. Não conseguiremos conter o avanço da temperatura na Terra sem que seja adotada uma economia de baixo carbono, incorporando tecnologias limpas e processos produtivos mais eficientes. A indústria brasileira tem feito a sua parte e implementado programas capazes de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa.

    O compromisso do Brasil é reduzir as emissões em 37% até 2025 e em 50% até 2030, partindo dos níveis de 2005. Para apoiar essa redução, a CNI propôs uma estratégia apoiada em quatro pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal.

    Estamos mobilizando o setor industrial e fazendo articulações com o governo para viabilizar o cumprimento dessas metas.

    Bússola: Na COP26, o mercado global de carbono ocupou um espaço muito importante. Na ocasião, o Brasil assumiu justamente essas metas ousadas que o senhor citou, como a redução de 50% na emissão de CO2 até 2030 e neutralidade até 2050. A indústria pode ter um papel muito importante nesse processo. A indústria brasileira está preparada para isso?

    Robson Braga de Andrade: Na COP26, ocorrida em 2021, o Brasil oficializou novos e mais ambiciosos compromissos nessa agenda climática. A indústria entendeu o seu papel e está agindo para reduzir suas emissões, o que tem se tornado prioridade de vários setores, inclusive com muitas empresas brasileiras se comprometendo a zerar suas emissões até 2050. O setor industrial é parte relevante desse processo, sendo um agente catalisador das potencialidades brasileiras, capaz de dinamizar um ciclo virtuoso de geração de emprego e renda em direção a uma economia de baixo carbono.

    Nesse contexto, a criação de um mercado global de carbono é um dos instrumentos que contribui para ajudar os países a reduzirem as emissões de gases de efeito estufa. Mas sabemos que o sucesso dessa iniciativa dependerá de como a comunidade internacional irá operacionalizar e construir os caminhos a partir do que foi aprovado em Glasgow e de como o Brasil organizará o seu arcabouço institucional para implementar esse mecanismo. Além dos arranjos institucionais, ainda existem diversos aspectos legais a serem considerados.

    Bússola: Ainda falando do mercado de carbono, existe um enorme potencial para que o Brasil se torne um grande exportador de créditos de carbono. Isso tem uma relação direta com conservação e manejo das florestas. Como a indústria se posiciona sobre esse assunto?

    Robson Braga de Andrade: A indústria brasileira tem um potencial enorme para ser protagonista no uso eficiente e sustentável de recursos naturais, visando à inserção na economia de baixo carbono e aumentando a participação nas cadeias globais de valor, com mais produtividade, eficiência e geração de emprego e renda.

    Entendemos que é fundamental que o Brasil tenha uma estratégia de implementação para a NDC brasileira (Contribuição Nacionalmente Determinada), visando o cumprimento do Acordo de Paris. O mercado de carbono é um dos instrumentos que pode contribuir para a implementação das metas assumidas pelo país. Mas precisa ser parte de uma estratégia mais ampla para o combate às mudanças climáticas, que deve comtemplar o controle do desmatamento ilegal, a expansão de energias renováveis e o fortalecimento da política nacional de biocombustíveis.

    Em âmbito doméstico, entendemos que o mercado regulado é a melhor opção de precificação do carbono. As regras devem estimular a inovação, a segurança jurídica e a competitividade das empresas, sem aumentar a carga tributária e afetar a competitividade das nossas empresas. Defendemos a adoção do sistema cap and trade, em que empresas com volume de emissões inferior ao autorizado podem vender o excedente para as que lançam uma quantidade maior de gases de efeito estufa na atmosfera, o que estimulará investimentos em tecnologias verdes.

    Bússola: A colaboração da indústria também será muito importante na transição energética. O que já foi feito e quais são as perspectivas para o futuro?

    Robson Braga de Andrade: O mundo precisa alterar a forma como consome energia, com a passagem de uma matriz baseada em combustíveis fósseis para uma ancorada em fontes renováveis. Nesse processo, o Brasil sai na frente, pois já conta com uma elevada participação dessas fontes e vem ampliando o uso das energias eólica, solar e da bioenergia. E para que nosso país avance cada vez mais em relação às metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, além de continuar expandindo o uso de fontes renováveis e de biocombustíveis, é necessário promover a inovação e o desenvolvimento de novas fontes de baixo carbono, como o hidrogênio verde e a energia eólica offshore.

    As indústrias brasileiras têm investido em projetos de eficiência energética, com tecnologias de ponta, mudanças na gestão dos insumos, ajustes na produção e tratamento de resíduos. De 2006 a 2016, a indústria química brasileira, por exemplo, cortou em 44% as emissões nos seus processos industriais.

    Uma das iniciativas que têm contribuído para um uso mais racional dos recursos é o Programa Aliança, criado por meio de uma parceria entre a CNI, a Eletrobras, via Procel, e a Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace). Na primeira etapa do programa, implementada entre 2017 e 2020, foram atendidas 12 plantas industriais de setores como siderúrgico, químico, cimento e automobilístico. Em termos energéticos, foi evitado o equivalente ao consumo de energia de uma cidade de 60 mil habitantes durante um ano. Para a segunda fase, que já está em andamento, estão sendo destinados R$ 20 milhões para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética em 24 indústrias.

    Bússola: Hoje no Brasil, apenas 4% dos resíduos sólidos são recicláveis. Isso coloca o país em uma posição frágil em relação ao avanço da economia circular, que poderia gerar até US$ 4,5 trilhões em produção econômica até 2030, segundo estudos. Como a indústria pode colaborar para acelerar isso?

    Robson Braga de Andrade: É importante ressaltar que a proposta de uma economia circular engloba todos os elos das cadeias de valor, sendo a reciclagem um desses elos. O Brasil tem pontos que possuem um potencial enorme de melhoria, como a recuperação de valor dos resíduos sólidos urbanos e o investimento em saneamento básico. Ao mesmo tempo, possui pontos fortes consideráveis, como a matriz energética com grande participação de fontes renováveis, maior biodiversidade do mundo e grande disponibilidade de recursos naturais e hídricos. Além disso, temos um setor industrial diversificado, com grande potencial de crescimento, e um significativo mercado consumidor em crescimento.

    A economia circular promove a gestão estratégica dos recursos, desde a extração, uso e recuperação de valor destes recursos. Neste sentido, entendemos que a economia circular é um dos principais caminhos para que o Brasil promova a ampliação do setor industrial de forma sustentável, aproveitando a oportunidade para desenvolver novos mercados e elevar os índices de produtividade nacional, fomentando a pesquisa e a inovação tecnológica.

    Os princípios da economia circular fazem parte do DNA do setor industrial. Agregar valor aos recursos naturais e entregá-los à sociedade é um dos seus principais propósitos. Tanto que, em 2019, a CNI realizou uma pesquisa nacional para verificar como o tema vem sendo tratado pelo setor e identificou que 76,5% dos entrevistados já adotam alguma prática de economia circular. Entre as principais, estão a otimização de processos (56,5%), o uso de insumos circulares (37,1%) e a recuperação de recursos (24,1%).

    No entanto, apesar de a indústria já ter incorporado algumas práticas de economia circular em seus processos, temos ainda um longo caminho pela frente para ampliar de forma efetiva o fluxo circular dos recursos ao longo das cadeias de valor. Para orientar o país na concretização desse desafio, pavimentando o caminho de transição para a economia circular, é prioritária a criação de um norte regulatório, que oriente os estados e municípios e engaje os setores público, privado e a sociedade na promoção da circularidade nas organizações e territórios. Ou seja, a instituição de uma política pública nacional que estimule a gestão estratégica dos recursos naturais, promova a inovação e a competitividade do setor privado, incentive a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e que fomente a conscientização da sociedade, promovendo o envolvimento e colaboração entre estes diversos atores.

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    Locação de terra para instalação de Usina Solar Fotovoltaica

    Rentabilizar seu imóvel rural e contribuir para um dos setores que mais cresce no país, conheça melhor as vantagens da locação de terra para instalação de usina solar fotovoltaica.

    O que é?

    Voltado para produtores rurais ou donos de terras que desejam diversificar seus rendimentos, a locação de terra é uma excelente opção para quem busca segurança de uma renda fixa.

    Os terrenos mais indicados para essa aplicação possuem alguns requisitos importantes, tais como relevo favorável, pouca ou nenhuma intervenção de supressão vegetal da área e que estejam próximo à rede elétrica trifásica.

    Normalmente terras com essas características são encontradas em áreas rurais. Áreas ociosas ou improdutivas podem se mostrar promissoras no que tange à investimentos nesse setor.

    Porém, mesmo em terras produtivas, a instalação de uma usina solar pode ser atrativa, já que essa pode ser uma opção menos custosa para o dono da terra em comparação ao plantio, por exemplo.

    Por quem é feito o arrendamento?

    Os contratos de locação de imóveis rurais tratam de lotes de terra geralmente acima de 2ha (dois hectares) e são firmados entre o proprietário da terra e uma empresa especializada no desenvolvimento de usinas solares fotovoltaicas, como a Ecoa Energias Renováveis.

    Como funciona?

    Antes do contrato ser assinado, alguns processos acontecem. Assim, terreno e a empresa precisam seguir algumas exigências.

    Condições

    O terreno precisa cumprir com algumas condições, as principais delas são:

    • O local não pode ser alagadiço, pedregoso ou ter a presença de sombra;
    • O terreno ideal deve ser plano e com rede elétrica trifásica por perto;
    • Ter área mínima de 2 (dois) hectares (20.000m²), livres de construções, árvores ou riscos naturais;
    • Ter acesso à via pública.

    O terreno está dentro das condições, e agora?

    Validadas as questões técnicas, a próxima etapa se dá na assinatura de um contrato entre a empresa locatária e o proprietário da terra (locador), que deve comprovar a posse e regularidade da documentação da área. Com tudo conferido e dentro das condições, o contrato é assinado.

    Vantagens para o dono do terreno (locador)

    A locação de terra para instalação de Usina Solar Fotovoltaica, além de ajudar na preservação do meio ambiente com um empreendimento sustentável, o terreno alugado gerará frutos pelo aluguel da usina solar, com retorno financeiro garantido em contratos de 30 (trinta) anos.

    Quais são as regras para o contrato?

    Como todo contrato, esse também possui regras. Para aprovar a viabilidade do local é preciso apresentar alguns documentos, entre eles:

    • Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR);
    • Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR);
    • Cadastro Ambiental Rural (CAR);
    • Matrícula atualizada do imóvel.

    Quais as melhores regiões para arrendamento de terras?

    Por ser gerada através da radiação solar, os melhores locais para alugar terrenos são os que possuem maior incidência de radiação solar.

    Mas esse não é o único ponto a ser considerado. A segurança jurídica, incentivos fiscais e as tarifas de energia elétrica em cada região também devem ser analisadas.

    No sul do Brasil, as melhores regiões estão à Oeste dos estados. Mas uma avaliação mais detalhada pode mostrar excelentes pontos de geração de energia nas demais regiões. Tudo depende da análise completa de cada terreno.

    De acordo com o Atlas Brasileiro de Energia Solar, a área chamada de Cinturão Solar é a melhor para o investimento. Ela vai do Nordeste até o Pantanal, pegando também o norte de Minas Gerais, o sul da Bahia e o norte e nordeste de São Paulo. Mesmo com essa área sendo de maior incidência, o Brasil como um todo é considerado como ótimo potencial para energia solar. Para se comparar, áreas com menor incidência de radiação no país ainda geram mais energia do que em países como a Alemanha, uma das referências globais em uso da geração solar em sua matriz energética.

    Locação de terra para instalação de Usina Solar Fotovoltaica
    Mapa de radiação solar no Brasil

    Locação de terreno para a Ecoa

    Atualmente, todos os projetos que a Ecoa Energias possui parecer de acesso (PPA) são registrados já com o terreno averbado, assim como um banco de terrenos já necessário para projetos futuros. A empresa não está em busca de novos terrenos.

    Continue lendo
    Usina Solar Fotovoltaica Encantada: investimento de alta perfomance em SC

    O que é a Usina Solar Fotovoltaica Encantada e como funciona ?

    A UFV Encantada é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), ou seja, uma empresa constituída, por prazo indeterminado, cuja atividade é a construção e operação de uma Usina Solar Fotovoltaica.

    Frequentemente utilizada para compartilhar riscos financeiros nas atividades desenvolvidas, a SPE também é uma forma de empreendimento coletivo. Sendo uma modalidade de joint venture, as SPEs são usadas para projetos de maior complexidade em engenharia, como por exemplo, na construção de usinas hidrelétricas, redes de transmissão e projetos de Parceria Público-Privada (PPP).

    Por ser uma UFV de autoconsumo remoto, a usina instalada em São Lourenço do Oeste/SC consegue abater parte do valor da conta de luz de 92 unidades de uma rede varejista localizada em Santa Catarina, chamada de Beneficiária da energia gerada.

    Através de um contrato de longo prazo denominado pelo setor elétrico de PPA (Power Purchase Agreement), celebrado entre a Beneficiária de energia e a SPE, a UFV Encantada fornece um desconto no valor da fatura de energia que seria pago à concessionária, sem que a Beneficiária de energia necessite investir na construção e operação da UFV, trazendo assim perenidade ao modelo de negócio entre SPE, UFV e Beneficiária.

    Onde fica a Usina Solar Fotovoltaica Encantada?

    A UFV Encantada fica localizada em São Lourenço do Oeste/SC e ocupa uma área de aproximadamente 20.000 m² (2 hectares).
    A cidade de 361,8 km², fica na Mesorregião do Oeste do estado de Santa Catarina. Sua localização se dá em uma das regiões com maior índice de radiação solar direta anual do estado.

    Confira o mapa de radiação de Solar de Santa Catarina em nosso Instagram

    Quando iniciou a construção? E quanto tempo levou?

    Processo de Instalação das Placas na Usina Encantada

    Desenvolvido e executado pela Ecoa Energias Renováveis S/A, o projeto da UFV Encantada levou 6 meses para ser concluído (desde o início da fase de execução) e foi conectado à rede da distribuidora em novembro de 2021. Mas a fase inicial de projeto (ex.: avaliação documental do terreno, mapeamento de conexão à rede, testes de solo, questões ambientais e trâmites legais) levou o empreendimento à 1 ano e meio de desenvolvimento e construção.
    Uma curiosidade é que o nome da usina foi inspirado em uma caverna localizada em Florianópolis/SC.

    Quantas placas foram utilizadas no projeto? Quanto de energia elétrica a UFV Encantada produz?

    A UFV Encantada conta com 2.630 módulos instalados, perfazendo uma potência instalada de 1,4 MWp. Essa potência equivale a 1.058 árvores plantadas ou então a neutralização de 265 toneladas de CO2 emitidos na atmosfera, tudo isso no período de 1 ano.

    Com geração média anual de aproximadamente 2 GWh, a UFV Encantada abastece um projeto privado no ramo varejista de Santa Catarina, e sua geração de energia supriria o consumo equivalente de 1.150 residências.

    UFV Encantada, São Lourenço do Oeste/SC

    O que é uma usina solar de autoconsumo remoto?

    O autoconsumo remoto é uma das 3 modalidades de geração distribuída de energia. Nesse modelo, a Unidade Geradora poderá transferir o superávit de créditos (excedente) para mais de uma unidade consumidora na mesma titularidade, dentro da área de concessão da distribuidora de energia elétrica. Segundo a REN 687/2015 da ANEEL, isso permite que os créditos gerados em um sistema X sejam utilizados para reduzir o valor da conta de energia de um local Y, ou como no caso da UFV Encantada, de quase 100 locais distintos.

    O desenvolvimento de um projeto dessa magnitude permite a economia de escala, uma vez que todos os custos são centralizados em uma única obra, sendo mais vantajoso no caso de se possuir diversas filiais e instalar o sistema em apenas uma delas, ou, em um terreno dedicado, gerando energia de forma remota para as outras filiais (desde que todas estejam no mesmo CNPJ raiz).

    Simule seu sistema de energia solar

    Como fazer parte desse mercado?

    O futuro da energia solar é bem promissor, e é agora! Ao longo dos últimos anos, diversos investimentos já foram realizados no setor, gerando muitos empregos e renda. No entanto, para que tudo isso continue a pleno vapor, desenvolvendo o país no âmbito social, ambiental e econômico é preciso contar com o apoio de empresas especializadas no assunto.

    A Ecoa, empresa que trabalha com a geração de energia elétrica por meio da fonte solar, foi fundada em 2014 com o propósito de entregar aos seus clientes os melhores projetos de sistemas fotovoltaicos. Com sede na cidade de Joinville, o negócio já conta com um portfólio robusto, reunindo trabalhos em diversas cidades do Brasil.

    A Ecoa se destaca por possuir um time de engenheiros especialistas para o desenvolvimento dos projetos de Usinas Solares Fotovoltaicas. Seja como opção de investimento, uso da energia gerada ou locação de propriedade para construção, a empresa possui diversos formatos de parcerias.

    Quer saber como investir nesse negócio? Entre em contato com nosso atendimento pelo e- mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 99950-9012.

    Continue lendo
    Energia Solar e a Economia nas suas contas

    Energia solar / Energia fotovoltaica / Economia de energia / Painéis fotovoltaicos / Energia Solar e a Economia nas suas contas

    Energia solar vale à pena?

    Segundo uma pesquisa divulgada pelo Banco Votorantim, 69% dos brasileiros já cogitaram instalar um sistema de geração de energia solar em um imóvel, seja residência, comércio, indústria ou propriedade rural.

    Diante disso, a pergunta “Mas quanto custa instalar energia solar?” é, provavelmente, a primeira coisa que passa na cabeça de quem está pensando no custo x benefício desse tipo de sistema.

    Seja para contribuir com o meio ambiente, seja para economizar nas contas fixas, há muitos bons motivos para aderir a essa tecnologia, que no início de 2023 se tornou a segunda maior fonte dentro da matriz energética do Brasil.

    Em quanto tempo meu investimento em energia solar se paga?

    O payback, ou retorno sobre o investimento é quando calculamos o exato momento em que o investimento “se pagou”. Ou seja, o momento em que o valor economizado iguala o valor investido.

    Mas para calcular o payback de um sistema de geração de energia solar é preciso considerar diversas variáveis que vão desde o nível de radiação de onde o imóvel está localizado até a influência da lei popularmente conhecida como “taxação do sol”. Tudo isso passando, é claro, pelo tamanho do projeto e consumo de energia.

    Entretanto, podemos dizer que, atualmente, após a aprovação da Lei 14.300, o tempo médio de retorno do investimento em energia solar fica em torno de quatro a cinco anos.

    Mas isso é muito ou pouco? A resposta é: Depende!

    A boa notícia é que um sistema de energia fotovoltaica possui vida útil superior a 30 anos. Além disso, seu sistema possui garantia de fábrica de que a geração de energia será de, ao menos, 80% de sua capacidade original durante 25 anos. Ou seja, Energia Solar é a economia nas suas contas!

    Mas para esse tipo de garantia é fundamental seguir padrões de instalação. Por isso é importante que a instalação seja feita por uma empresa qualificada, que irá calcular todos os ganhos e perdas, garantindo esse retorno do investimento e seguindo todas as orientações de segurança no processo de instalação.

    Assim, são mais de 25 anos de “lucro” ou economia direta na conta, somente com pagamento mínimo de taxas da concessionária, para os projetos que assim forem dimensionados.

    Outra boa notícia é que o sistema exige pouquíssima manutenção e, desde que instalado por profissionais preparados, será limitado apenas à limpeza simples das placas, bem como revisões periódicas da funcionalidade do sistema (Manutenções Preventivas).

    Simule seu sistema de energia solar

    Tenho mais de um imóvel, preciso instalar um sistema para cada?

    Esta é outra ótima notícia. A resposta é não!

    Quando o sistema gera energia elétrica, ela é consumida automaticamente no imóvel. Porém, quando há excedente, essa energia é diretamente injetada na rede da concessionária e se transforma em créditos de energia.

    Os créditos de energia funcionam como saldo em uma conta de banco. Quando o sistema não está gerando energia, de noite, por exemplo, ele utiliza esses créditos para abater da energia fornecida pela concessionária. Ao final do mês, sua nova conta de energia será o saldo que o sistema gerou e o que seu imóvel consumiu. 

    Quando há sobra de crédito, é possível utilizá-lo para abater em um segundo imóvel, desde que este esteja no mesmo CPF/CNPJ e dentro da mesma concessionária de energia. Esses créditos podem ser utilizados em até 60 meses.

    Esta é uma opção perfeita para quem possui, por exemplo, uma casa na praia onde quase não há consumo de energia e todo crédito pode ser utilizado em outro imóvel na cidade.

    Outra aplicação pode ser para quem possui um comércio em que a energia gerada pode ser abatida para uma ou várias filiais.

    Como escolher a empresa para essa instalação?

    Quanto mais a gente aprender, mais vantajoso fica ter um sistema de geração e energia solar. Isso explica porque nos últimos anos o Brasil teve um “boom” de novos sistemas.

    Mas atenção! A popularização também traz seus riscos e que podem fazer você perder tempo e dinheiro do seu investimento.

    Entre os principais estão os maus profissionais que, sem qualificação específica, instalam sistemas “de qualquer jeito”, muito baratos e que ignoram fatores como a segurança ou como será o desempenho do seu sistema.

    O resultado acaba sendo de clientes insatisfeitos, sem ajuda com pós-vendas quando necessário e o sentimento de “dinheiro jogado fora”.

    Para evitar isso, faça sempre orçamentos com empresas sérias, que possuam experiência e qualificação para essa atividade. Apesar de aparentar ser “simples”, instalar um sistema de energia solar na sua empresa ou residência requer conhecimento de profissionais especializados nesse mercado.

    Ao contratar empresas sérias, mesmo após a entrega do projeto, você terá suporte para dúvidas ou eventuais problemas. Isso é segurança para seu patrimônio e investimento.

    Quero aprender mais sobre energia fotovoltaica. Como começar?

    Mas como contratar a empresa certa? Qual investimento devo fazer? Qual o tamanho das placas? Existem muitas tecnologias diferentes? Como faço para que a distribuidora reconheça minha geração de energia?

    Sim, são muitas perguntas. Por isso elaboramos um e-book gratuito chamado Energia Solar Fotovoltaica para Iniciantes que irá te ajudar a responder essas dúvidas. Clique aqui e faça o download.

    Gostei das informações, mas ainda tenho dúvidas. 

    Aqui na Ecoa Energias Renováveis, todo nosso time de atendimento é composto por especialistas do setor, sempre prontos para responder suas dúvidas, simular gratuitamente seu sistema e dimensionar uma proposta única e personalizada à sua realidade.

    Para isso basta ter sua conta de energia em mãos e entrar em contato através dos nossos canais:

    WhatsApp: (47) 9 9950-9012

    Telefone fixo: (47) 3025-2700

    E-mail: comercial@ecoaenergias.com.br.

    Preenchendo o formulário no nosso site: ecoaenergias.com.br

    Ou visitando nosso escritório na Rua Xavantes, 54, sala 08, Atiradores, Joinville. Ficaremos felizes em tomar um café com você!

    Agradecemos sua leitura até aqui e conte conosco!

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