Ecoa Energias na EXPOSUPER 2022

Nos dias 21, 22 e 23 de junho de 2022, a Ecoa Energias Renováveis participou da 33ª edição da EXPOSUPER, maior evento de geração de negócios no varejo de Santa Catarina.

O evento, tradicional no calendário do setor, é patrocinado pela ACATS e contou com a participação de milhares de visitantes qualificados, especialmente proprietários, diretores, executivos, gerentes, chefes de setor e compradores do varejo supermercadista.

No stand da Ecoa, estavam presentes nosso time de engenheiros especialistas que puderam conversar, explicar e apresentar aos interessados um pouco mais sobre como o sistema fotovoltaico é um diferencial competitivo, já que a energia elétrica está entre os 3 maiores custos fixos de uma empresa.

No espaço da EXPOSUPER, recebemos também clientes que já fizeram a opção por gerar sua própria energia e puderam passar para conversar com nosso time. Afinal, com o pós-vendas como diferencial, a Ecoa está sempre fortalecendo sua relação tirando dúvidas sempre que preciso. Um deles foi o casal Sr. Carlos Trentini e a Sra. Eliane Trentini, empresários do ramo de piscicultura. Clientes da Ecoa Energias desde agosto de 2020, fizeram questão de nos visitar.

Estou realmente muito satisfeito com o meu sistema fotovoltaico. Mas não basta só instalar, é preciso ter uma empresa de confiança para fazer. Por isso eu sempre indico a Ecoa para todos que me perguntam, pois, a qualidade, conhecimento dos atendentes e o pós-venda são diferenciais que me tranquilizam para fazer essa indicação.”

Ecoa Energias na EXPOSUPER 2022

E você comerciante, já pensou o que poderia fazer caso reduzisse o custo fixo do seu negócio?

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Nos dias 21, 22 e 23 de junho de 2022, a Ecoa Energias Renováveis participou da 33ª edição da EXPOSUPER, maior evento de geração de negócios no varejo de Santa Catarina.

O evento, tradicional no calendário do setor, é patrocinado pela ACATS e contou com a participação de milhares de visitantes qualificados, especialmente proprietários, diretores, executivos, gerentes, chefes de setor e compradores do varejo supermercadista.

No stand da Ecoa, estavam presentes nosso time de engenheiros especialistas que puderam conversar, explicar e apresentar aos interessados um pouco mais sobre como o sistema fotovoltaico é um diferencial competitivo, já que a energia elétrica está entre os 3 maiores custos fixos de uma empresa.

No espaço da EXPOSUPER, recebemos também clientes que já fizeram a opção por gerar sua própria energia e puderam passar para conversar com nosso time. Afinal, com o pós-vendas como diferencial, a Ecoa está sempre fortalecendo sua relação tirando dúvidas sempre que preciso. Um deles foi o casal Sr. Carlos Trentini e a Sra. Eliane Trentini, empresários do ramo de piscicultura. Clientes da Ecoa Energias desde agosto de 2020, fizeram questão de nos visitar.

Estou realmente muito satisfeito com o meu sistema fotovoltaico. Mas não basta só instalar, é preciso ter uma empresa de confiança para fazer. Por isso eu sempre indico a Ecoa para todos que me perguntam, pois, a qualidade, conhecimento dos atendentes e o pós-venda são diferenciais que me tranquilizam para fazer essa indicação.”

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    Posts relacionados

    Bandeiras Tarifárias

    A partir de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o sistema de Bandeiras Tarifárias.

    O sistema possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha – as mesmas cores dos semáforos –  e indicam se a energia custa mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade:

    Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

    Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,020 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

    Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

    Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,035 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

    O sistema de bandeiras é aplicado por todas as concessionárias conectadas ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A partir de 1º de julho de 2015, o sistema de bandeiras passou a ser aplicado também pelas permissionárias de distribuição de energia.

    Fonte: ANEEL

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    Saiba porquê 2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

    Especialistas em energias renováveis afirmam e nós concordamos! Siga no texto e saiba porquê 2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

    Pelo fato de o Brasil ter uma das melhores incidências de raios solares do planeta, nosso país tem crescido de forma muito positiva quando o assunto é energia solar fotovoltaica. E isso se deve não só pelo aumento dos investimentos das pessoas em geração própria, mas também pela energia solar ser uma das mais importantes para a redução de custo.

    Nos últimos anos, os brasileiros têm sofrido com o aumento constante na fatura de energia, e pensar em formas de amortizar esses custos já tem sido realidade para muitos. Com a possibilidade de instalar painéis fotovoltaicos em telhados, fachadas e 

    terrenos, a energia solar ganhou recentemente mais um incentivo: o marco legal de energia, publicado no início de janeiro deste ano.

    Com a lei, os micros e minigeradores de geração distribuída estarão respaldados juridicamente, mas, mais do que isso, contarão com isenção das novas taxas se protocolarem o pedido do sistema até 12 meses depois da vigência da lei, ou seja, janeiro de 2023.

    Para compreender melhor sobre tudo isso que introduzimos até aqui, continue a leitura do texto e acompanhe com a gente as novidades do setor de energia solar.

    Por dentro dos dados atuais do setor fotovoltaico

    No início deste ano, o Brasil atingiu um marco histórico com relação à geração própria de energia a partir da fonte solar: segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país conta, atualmente, com 1 milhão de unidades consumidoras dessa modalidade. 

    Ao todo, já são 14 GWp de potência gerada por geração distribuída. Desse número, 76,6% das unidades residenciais fazem uso da tecnologia fotovoltaica, seguido dos setores de comércio e serviços (13,4%), produtores rurais (7,6%), indústrias (2,1%) e poder público (0,3%).

    Todo esse resultado é provindo de inúmeros investimentos que o setor vem conseguindo. De acordo com a associação, só em 2021 foram quase R$ 22 bilhões aplicados em grandes usinas, pequenos negócios e propriedades rurais.

    Com todo esse avanço, mais de 150 mil novos empregos foram criados, sendo que, em 2021, as contratações somaram 65% a mais com relação aos empregos acumulados desde 2012 até o fim de 2020. E tudo isso em meio a um ano de muita dificuldade, economicamente falando, visto que as consequências da pandemia ainda pairam sobre o país.

    2022 é o melhor ano para o setor de energia solar

    Mesmo com números tão otimistas, o Brasil ainda tem potencial para avançar ainda mais quando se trata de energia solar.

    Os diferentes tipos de usuário – residencial, comercial, rural ou industrial – sentiram no bolso o aumento exponencial da conta de energia elétrica. Com isso a busca por formas de diminuí-la – e uma das soluções mais eficazes a esse problema é a instalação do sistema fotovoltaico. Diante disso, a micro e minigeração no local do consumo tem tudo para aumentar ainda mais a porcentagem de potência gerada em energia solar aqui no país.

    Segundo matéria da Exame, um grande contribuinte para a intensificação da busca pela energia solar é o fato da aprovação da Lei 14.300/22, a qual determina a cobrança de tarifas de distribuição para os micros e minigeradores. Essa regra começa a valer para quem adotar a geração distribuída a partir de janeiro de 2023 por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica – SCEE.

    A ABSOLAR estima que o crescimento de geração própria será de 105% a mais do que o último ano, chegando a atingir 17,2 GWp de potência instalada.

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    Expectativas para os próximos anos

    Outro ponto que merece destaque é o aumento da eletrificação dos veículos, isto é, a quantidade de veículos elétricos que estarão pelas ruas do país – impulsionado, essencialmente, pelo aumento dos combustíveis em todo o território nacional. 

    Logo, com o aumento desses tipos de carros, a demanda por energia elétrica torna-se ainda maior. Contudo, como a energia solar é mais barata, é muito provável que o setor cresça ainda mais por conta desses projetos que vêm inovando o mundo.

    Ainda segundo a ABSOLAR, com relação aos empregos, a expectativa é a de que se abra um total de mais de 357 mil vagas até o final deste ano, distribuídas entre todas as categorias que se envolvem no setor. Além disso, espera-se que os investimentos financeiros ultrapassem os R$ 50 bilhões.

    Como fazer parte desse mercado?

    O futuro da energia solar será bem promissor. Ao longo dos últimos anos, diversos investimentos já foram realizados no setor, gerando muitos empregos a vários brasileiros. No entanto, para que tudo isso continue a pleno vapor, desenvolvendo o país social, ambiental e economicamente, é preciso contar com o apoio de empresas especializadas no assunto.

    A Ecoa, empresa que trabalha com a geração de energia elétrica por meio da fonte solar, foi fundada em 2014 com o propósito de entregar aos seus clientes os melhores projetos de sistemas fotovoltaicos. Com sede na cidade de Joinville, o negócio já conta com um portfólio robusto, reunindo trabalhos em cidades de todo o Brasil.

    Em 2018, a Ecoa foi incorporada à Tritec Energy, uma multinacional de origem suíça que possui mais de 300 MWp de potência instalada. Todo esse movimento só comprova o quanto a empresa se compromete com o setor fotovoltaico, entregando uma proposta personalizada à realidade do cliente e proporcionando o devido acompanhamento do início ao fim do projeto.

    Quer saber qual a melhor opção para sua casa, negócio ou indústria? Entre em contato conosco pelo site e faça uma simulação. Ou solicite agora um orçamento com nossos especialistas pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 3025-2700.

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    Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar

    Pesquisa indica que 69% têm interesse em instalar energia solar – Conteúdo publicado pela Procel.

    Diante de um segmento em plena expansão, como o da mini e microgeração distribuída, 69% dos consumidores brasileiros já pensaram em ter energia solar em suas residências, segundo pesquisa elaborada pelo BV, obtida com exclusividade pelo Broadcast Energia.

    O levantamento mostra o potencial de expansão do segmento, que atualmente já tem mais de 1,4 milhão de sistemas de geração distribuída (GD) fotovoltaicos instalados, somando quase 15 gigawatts (GW) de potência, que atendem 1,8 milhão de unidades consumidoras. Embora a capacidade seja considerável dentro da matriz elétrica brasileira, representando aproximadamente 7%, um número de consumidores atendidos é pequeno frente os mais de 85 milhões de consumidores do País.

    A penetração da energia solar na matriz energética é uma tendência muito forte, podemos discutir velocidade de entrada na curva da matriz energética, mas vai ser uma fonte relevante”, afirma a superintendente de Solar do BV, Mariana Granata.

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    Motivação financeira explica interesse

    Entre os consumidores interessados, 83% disseram ter motivação financeira para investir em painéis solares. Para 26%, o preço elevado da conta de luz é um estímulo, e para 45%, a possibilidade de usar a economia obtida para ajudar com outras despesas. Apesar do forte interesse observado, a maioria diz não ter concretizado a compra por causa do alto valor do investimento. No entanto, somente 24% dos interessados chegaram a realizar algum tipo de orçamento e apenas 8% dos interessados sabiam da existência de linhas de financiamento exclusivas para painéis fotovoltaicos.

    A pesquisa revelou que os consumidores sabem que é possível ter energia solar em casa, mas que ainda não há tanto conhecimento sobre alternativas viáveis de acesso aos painéis”, avalia Granata.

    Banco foi pioneiro em linha de crédito para energia solar

    O BV foi o primeiro banco a ter uma linha de crédito dedicada à energia solar, a partir de 2018, como parte de uma estratégia de diversificação da instituição. Atualmente, a carteira de crédito do BV no solar soma R$ 4,1 bilhões, conforme dados do terceiro trimestre, um crescimento de 96,4% em relação a igual período de 2021. “O financiamento solar é uma das grandes avenidas de crescimento e diversificação. A gente acredita e tem visto ano a ano um aumento forte de simulações e das contratações”, diz.

    De acordo com a executiva, o número de simulações mensais cresceu 44% neste ano, na média até setembro, ante o verificado em 2021. É o mesmo porcentual de crescimento das contratações, que têm tíquete médio de R$ 35 mil. A maior parte dos financiamentos feitos pelo banco é para pessoas físicas, com mais de 70% das contratações.

    A pesquisa também apontou que, entre os 24% que chegaram a realizar algum tipo de orçamento, 74% preferem adquirir as placas de maneira parcelada, seja por financiamento (42%) ou cartão de crédito (32%). Granata afirma que o uso do cartão reflete a alta da taxa básica de juros, que faz com que consumidores de classes mais elevadas se afastem de financiamentos.

    O financiamento permite a democratização do acesso, e como falamos de um tíquete relevante, temos permitido o acesso de outras classes que não só A e B”, acrescenta.

    Cresce relevância da classe C em financiamentos solares

    A superintendente de Solar do BV diz que a relevância da classe C nos financiamentos solares tem aumentado, e hoje o segmento responde por cerca de 40% das simulações e contratações, de acordo com os critérios internos de apuração de renda.

    As condições ofertadas pelo BV preveem operações com financiamento de 100% do projeto (equipamentos e instalação), em até 96 meses, com até 120 dias de carência, de modo a garantir que o consumidor já esteja com sistema conectado e gerando energia antes do pagamento da primeira parcela.

    A ideia é que o pagamento do financiamento não resulte em comprometimento adicional de renda, porque a proposta é que se troque a despesa com conta de luz pela parcela fixa do financiamento. No entanto, tendo em vista o atual patamar da taxa de juros no País, a parcela está ao redor de 10% acima do valor da tarifa da energia.

    Mudança de regras no segmento impulsionou financiamentos

    Granata admite que a aceleração observada nos financiamentos recentemente reflete a mudança prevista na cobrança da tarifa de transmissão e distribuição para sistemas de GD, que deve entrar em vigor em janeiro do ano que vem, conforme determina a lei 14.300, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída.

    De fato, o setor elétrico tem visto uma explosão no número de instalações de GD nos últimos meses, numa busca de consumidores e empreendedores por garantir a manutenção das atuais regras de compensação de créditos de energia até 2045, um movimento que ficou conhecido como “corrida ao ouro”. Somente de janeiro até agora, houve um crescimento de 56% em capacidade instalada de GD solar, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    Mas a partir de janeiro [de 2023], essa entrada do fio B muda meses no payback”, diz a especialista. Segundo ela, o prazo de retorno é atualmente de quatro a seis anos, a depender da região do País, da irradiação e os estímulos fiscais adotados na localidade, enquanto a vida útil dos painéis solares é de 25 anos. Por isso, Granata avalia que a atratividade do investimento seguirá forte, com tendência de crescimento dos projetos e financiamentos, mesmo com as novas regras.

    A visão otimista é compartilhada pelo CEO da distribuidora de equipamentos fotovoltaicos Genyx, Lucas Freitas. Para ele, a lei 14.300, apesar de gerar uma cobrança de adicional de tarifa é positiva e esse novo pagamento pouco afeta no retorno do investimento. “O que a gente observa, por experiência como distribuidor, é que a variação cambial afeta mais do que a taxação que vai ter”, diz, referindo-se aos reflexos de um aumento da cotação do dólar sobre o preço dos equipamentos.

    Ele acredita que a data limite para solicitação de acesso junto a distribuidoras para garantir os benefícios atuais até 2045 tem servido como gatilho para o fechamento de contratos, antecipando vendas. Com isso, Freitas espera uma diminuição do ritmo do investimento, mas que deve seguir expressivo, superior a 40%. A empresa não revela valores, mas indica que registrou crescimento de 270% em 2021 e anota mais uma vez alta três dígitos nos acumulado até este mês.

    A pesquisa do BV foi conduzida pelo Instituto MindMiners, que realizou entrevistas com 1.100 pessoas, responsáveis ou co-responsáveis pelo pagamento das despesas domésticas, de todo o Brasil, durante o mês de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

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    Energia solar vai se tornar cada vez mais comum, diz especialista

    Energia solar vai se tornar cada vez mais comum, diz especialista – Conteúdo publicado da CNN Brasil.

    Em entrevista à CNN, o coordenador da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) Guilherme Susteras falou sobre o crescimento da energia solar no Brasil.

    https://youtu.be/FEenq1Aj4LU

    O especialista destacou que a área praticamente dobra de tamanho todo ano. “Isso muito por conta do aumento das tarifas de energia e da redução do custo da tecnologia, fazendo com que os sistemas sejam cada vez mais viáveis para o maior número de pessoas e empresas”.

    Simule seu sistema de energia solar

    Guilherme apontou que a energia solar tem se democratizado: “Mais de metade dos novos sistemas são investimentos de famílias de classe C e D”.

    Entre os benefícios da energia solar, ele destacou que são sociais, econômicos e ambientais. “Redução do uso das termas elétricas, evitar investimento em novas linhas de transmissão e distribuição, redução das perdas, geração de emprego e renda”.

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