Energia solar no Brasil: 6 notícias que mostram seu potencial!
A energia solar fotovoltaica no Brasil e no mundo evolui de
forma tão rápida que realmente fica difícil acompanhar tudo que está
acontecendo. Tivemos um crescimento de mais de 3.000% em potencia instalada no
Brasil nos últimos 3 anos.
Separamos 6 notícias importantes para o setor divulgadas no mês de setembro de 2019. Também mostramos o que diz o relatório divulgado em junho deste ano sobre os empregos que o setor de energias renováveis gerou no país.
Vamos para as notícias? Boa leitura!
1. Investimentos em energia solar fotovoltaica ultrapassa R$ 15 bilhões no Brasil
A Ecoa Energias Renováveis esteve presente em mais uma edição
da Intersolar South America, o maior encontro sobre energia solar da América
Latina. Durante sua abertura alguns dados foram apresentados por Rodrigo
Sauaia, presidente da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar
Fotovoltaica).
Entre os pontos relevantes divulgados, destacamos que o
Brasil já investiu mais de R$ 15 bilhões em geração solar fotovoltaica. No
final de 2016 a energia fotovoltaica representava pouco mais de 80 MW (cerca de
0,1% da matriz energética), em 2019 o Brasil já atingiu a marca de 3.000 MW em
potencia instalada. A maior parte do investimento, cerca de R$ 10 bilhões foram
para a geração centralizada. A geração distribuída, apesar da parcela menor
investida, já conta com mais de 128 mil unidades consumidoras no Brasil.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 9 de setembro de 2019.
2. Brasil é o segundo maior empregador na cadeia de energia limpa
De acordo com o relatório Renewable Energy and Jobs produzido e divulgado pela IRENA, em 2018 o Brasil gerou 1,125 milhões de empregos na cadeia de produção de energias renováveis.
O país foi o segundo do mundo ficando atrás apenas da China.
Quando consideramos a União Européia como um todo, o Brasil fica em terceiro no
ranking. A cadeia de energia solar
fotovoltaica empregou mais de 15 mil pessoas em 2018 no país. Já o setor de
biocombustíveis ainda é o mais expressivo, empregando cerca de 832 mil pessoas.
3. Brasil ganhará segundo maior parque solar do mundo
O maior parque solar do Brasil e segundo maior do mundo será
construído na cidade de Canindé de São Francisco, em Sergipe. O projeto foi
elaborado para uma capacidade instalada de 1.200 MW. O investimento ficará em
torno de R$ 5 bilhões espalhados por uma área de 2,4 mil hectares de terreno.
A inciativa é da ENESF (Energias do São Francisco), uma
associação de empresas e investidores do estado do Sergipe. O projeto já está
aprovado e sua primeira fase contará com a instalação de 600 MW, com aquisição
via leilão do Governo Federal, previsto para outubro deste ano.
O parque solar brasileiro ficará atrás apenas do Golmud Deset
Solar Park, que fica na China e possui capacidade de 1.800 MW.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 8 de setembro de 2019.
[rock-convert-pdf id=”6782″]
4. Brasil é um dos maiores alvos da China para investimento em energia solar
A China domina a produção de produtos do sistema solar no
mundo todo. A importação de placas solares cresceu cerca de 24% no Brasil no
primeiro semestre deste ano e o país se tornou alvo dos Chineses.
O Brasil está entre os cinco mercados mais atraentes para China, de acordo com o diretor-geral da Trina
Solar, Álvaro García-Maltrás. As empresas Chinesas que dominam o mercado
brasileiro são: Trina, Jinko, BYD, JA Solar e a Canadian Solar
(sino-canadense). Hoje a China comercializa para o Brasil apenas os modulos
solares fotovoltaicos, porém a ideia é expandir para outros produtos do setor.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 7 de setembro de 2019.
5. SENAI anuncia aumento na oferta de cursos em energia solar fotovoltaica
O SENAI anunciou uma expansão para mais 10 escolas ao redor
do Brasil para atender a demanda do setor solar fotovoltaico. A ideia é
treinar, capacitar, prepar e adiquirir equipamentos básicos para os cursos
durante os próximos 24 meses.
A ideia surgiu devido as expectativas positivas de expansão
do mercado e como consequência, a busca por profissionais capacitados. Hoje, a
Escola SENAI já oferece 24 cursos sobre energias renováveis, sendo 14 destes
com foco em energia solar fotovoltaica e térmica. Santa Catarina ainda não esta
entre os estados com cursos disponíveis, mas já é considerada nesta nova
expansão.
Fonte: ABSOLAR, divulgado em 10 de setembro de 2019.
6. Bolsonaro anuncia que quer instalar usinas solares na Esplanada dos Ministérios
No dia 5 de setembro o Presidente Jair Bolsonaro anunciou em
seu Twitter que o governo prevê reduções de até 90% com os gastos de energia. O
projeto é uma iniciativa governamental intitulado como “Esplanada Sustentável”.
A ideia é instalar micro usinas fotovoltaicas nos prédios anexos da Esplanada
dos Ministérios.
As primeiras revisões contratuais já preveem uma redução de
R$ 2,6 milhões por ano com estes novos investimentos. O acompanhamento destas
informações e implantação das soluções será registrado por meio de um portal
que será criado pelo ministério da Economia. Neste portal será possível
acompanhar os dados referente ao consumo de energia de todos os órgãos assim
cadastrados.
A energia solar fotovoltaica é uma realidade e seu crescimento é exponencial. O mercado brasileiro está em expansão e o setor já atraiu atenção do governo.
De acordo com a ABSOLAR, em 2040 a fonte solar conquistará o primeiro lugar no ranking da matriz energética brasileira com 32% de participação. Em segundo lugar deve ficar a hidreletricidade, que conforme previsões representará cerca de 29%.
Se você acha que a energia solar fotovoltaica é uma excelente
opção, porém é muito cara, saiba que o preço do sistema está cada vez mais
acessível. Como a procura pela energia fotovoltaica aumentou muito, os
materiais ficaram mais baratos e os bancos estão praticando taxas de financiamento
bem atrativas.
Quer saber quanto você pode economizar com um sistema solar fotovoltaico? Acesse nosso simulador por AQUI.
A energia solar fotovoltaica no Brasil e no mundo evolui de
forma tão rápida que realmente fica difícil acompanhar tudo que está
acontecendo. Tivemos um crescimento de mais de 3.000% em potencia instalada no
Brasil nos últimos 3 anos.
Separamos 6 notícias importantes para o setor divulgadas no mês de setembro de 2019. Também mostramos o que diz o relatório divulgado em junho deste ano sobre os empregos que o setor de energias renováveis gerou no país.
Vamos para as notícias? Boa leitura!
1. Investimentos em energia solar fotovoltaica ultrapassa R$ 15 bilhões no Brasil
A Ecoa Energias Renováveis esteve presente em mais uma edição
da Intersolar South America, o maior encontro sobre energia solar da América
Latina. Durante sua abertura alguns dados foram apresentados por Rodrigo
Sauaia, presidente da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar
Fotovoltaica).
Entre os pontos relevantes divulgados, destacamos que o
Brasil já investiu mais de R$ 15 bilhões em geração solar fotovoltaica. No
final de 2016 a energia fotovoltaica representava pouco mais de 80 MW (cerca de
0,1% da matriz energética), em 2019 o Brasil já atingiu a marca de 3.000 MW em
potencia instalada. A maior parte do investimento, cerca de R$ 10 bilhões foram
para a geração centralizada. A geração distribuída, apesar da parcela menor
investida, já conta com mais de 128 mil unidades consumidoras no Brasil.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 9 de setembro de 2019.
2. Brasil é o segundo maior empregador na cadeia de energia limpa
De acordo com o relatório Renewable Energy and Jobs produzido e divulgado pela IRENA, em 2018 o Brasil gerou 1,125 milhões de empregos na cadeia de produção de energias renováveis.
O país foi o segundo do mundo ficando atrás apenas da China.
Quando consideramos a União Européia como um todo, o Brasil fica em terceiro no
ranking. A cadeia de energia solar
fotovoltaica empregou mais de 15 mil pessoas em 2018 no país. Já o setor de
biocombustíveis ainda é o mais expressivo, empregando cerca de 832 mil pessoas.
3. Brasil ganhará segundo maior parque solar do mundo
O maior parque solar do Brasil e segundo maior do mundo será
construído na cidade de Canindé de São Francisco, em Sergipe. O projeto foi
elaborado para uma capacidade instalada de 1.200 MW. O investimento ficará em
torno de R$ 5 bilhões espalhados por uma área de 2,4 mil hectares de terreno.
A inciativa é da ENESF (Energias do São Francisco), uma
associação de empresas e investidores do estado do Sergipe. O projeto já está
aprovado e sua primeira fase contará com a instalação de 600 MW, com aquisição
via leilão do Governo Federal, previsto para outubro deste ano.
O parque solar brasileiro ficará atrás apenas do Golmud Deset
Solar Park, que fica na China e possui capacidade de 1.800 MW.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 8 de setembro de 2019.
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4. Brasil é um dos maiores alvos da China para investimento em energia solar
A China domina a produção de produtos do sistema solar no
mundo todo. A importação de placas solares cresceu cerca de 24% no Brasil no
primeiro semestre deste ano e o país se tornou alvo dos Chineses.
O Brasil está entre os cinco mercados mais atraentes para China, de acordo com o diretor-geral da Trina
Solar, Álvaro García-Maltrás. As empresas Chinesas que dominam o mercado
brasileiro são: Trina, Jinko, BYD, JA Solar e a Canadian Solar
(sino-canadense). Hoje a China comercializa para o Brasil apenas os modulos
solares fotovoltaicos, porém a ideia é expandir para outros produtos do setor.
Fonte: Portal Solar, divulgado em 7 de setembro de 2019.
5. SENAI anuncia aumento na oferta de cursos em energia solar fotovoltaica
O SENAI anunciou uma expansão para mais 10 escolas ao redor
do Brasil para atender a demanda do setor solar fotovoltaico. A ideia é
treinar, capacitar, prepar e adiquirir equipamentos básicos para os cursos
durante os próximos 24 meses.
A ideia surgiu devido as expectativas positivas de expansão
do mercado e como consequência, a busca por profissionais capacitados. Hoje, a
Escola SENAI já oferece 24 cursos sobre energias renováveis, sendo 14 destes
com foco em energia solar fotovoltaica e térmica. Santa Catarina ainda não esta
entre os estados com cursos disponíveis, mas já é considerada nesta nova
expansão.
Fonte: ABSOLAR, divulgado em 10 de setembro de 2019.
6. Bolsonaro anuncia que quer instalar usinas solares na Esplanada dos Ministérios
No dia 5 de setembro o Presidente Jair Bolsonaro anunciou em
seu Twitter que o governo prevê reduções de até 90% com os gastos de energia. O
projeto é uma iniciativa governamental intitulado como “Esplanada Sustentável”.
A ideia é instalar micro usinas fotovoltaicas nos prédios anexos da Esplanada
dos Ministérios.
As primeiras revisões contratuais já preveem uma redução de
R$ 2,6 milhões por ano com estes novos investimentos. O acompanhamento destas
informações e implantação das soluções será registrado por meio de um portal
que será criado pelo ministério da Economia. Neste portal será possível
acompanhar os dados referente ao consumo de energia de todos os órgãos assim
cadastrados.
A energia solar fotovoltaica é uma realidade e seu crescimento é exponencial. O mercado brasileiro está em expansão e o setor já atraiu atenção do governo.
De acordo com a ABSOLAR, em 2040 a fonte solar conquistará o primeiro lugar no ranking da matriz energética brasileira com 32% de participação. Em segundo lugar deve ficar a hidreletricidade, que conforme previsões representará cerca de 29%.
Se você acha que a energia solar fotovoltaica é uma excelente
opção, porém é muito cara, saiba que o preço do sistema está cada vez mais
acessível. Como a procura pela energia fotovoltaica aumentou muito, os
materiais ficaram mais baratos e os bancos estão praticando taxas de financiamento
bem atrativas.
Quer saber quanto você pode economizar com um sistema solar fotovoltaico? Acesse nosso simulador por AQUI.
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Posts relacionados
Joinville inaugura sistema de energia solar em escola municipal
A Escola Municipal Júlio Machado da Luz, na comunidade do Jativoca, bairro
Nova Brasília, é a pioneira de Joinville a receber um sistema de geração de
energia solar em escola pública. O equipamento foi inaugurado nesta terça-feira
(24). A General Motors, por meio do Instituto GM, foi a investidora dentro do
Programa Escolas Sustentáveis. O sistema representou um investimento de R$ 42
mil.
“Esta ação tem um profundo cunho de como tratar a cidadania, a natureza
e olhar o presente sem perder a visão do futuro. Esta é uma das poucas escolas
do Brasil a ter sistema de produção de eletricidade a partir da energia solar”,
afirmou o vice-presidente da General Motors do Brasil.
Na cerimônia de inauguração, com presença de um público formado por
autoridades, convidados, professores e muitos alunos, o prefeito Udo
Döhler agradeceu à GM e referiu-se à rede municipal de ensino e aos estudantes
e professores como os melhores do Brasil. “Temos conquistado muitos
prêmios na área pedagógica, nossas escolas ganharam ar condicionado; os
alunos, tablets; as salas de aula, lousas digitais; e agora temos essa pioneira
com energia solar”.
O sistema solar fotovoltaico da Escola Municipal Júlio Machado da Luz
foi dimensionado para gerar por mês a média de 500 Kwh,
que representa 33% dos 1.500 Kwh consumidos.
A proposta de instalação do sistema de captação da energia solar nasceu em reunião do Rotary Clube Joinville Manchester, que levou a ideia ao Instituto GM como projeto de sustentabilidade. “Unimos o útil ao agradável com apoio da empresa Ecoa, que avaliou o projeto como viável”, relembrou o diretor da GM em Joinville e rotariano Luiz Fernando Duccini. Ele lembrou que o Rotary já vem desenvolvendo por meio de seu voluntariado o projeto “Estímulo à Leitura”.
O sistema de energia solar vai representar uma economia inicial de 33% na
conta de luz, percentual que pode ser ampliado com ações paralelas como
troca de lâmpadas mais econômicas, ampliação dos painéis
captadores da luz e uso racional da energia em equipamentos.
Acesse aqui a reportagem do jornal Notícias do Dia. Publicado em 24/05/2016.
Acesse aqui a reportagem da RICTV Record de Joinville. Publicado
em 25/05/2016.
Tarifa Branca: o que é, quem pode aderir e quando é vantagem!
A Tarifa Branca é um dos
principais assuntos do começo deste ano no segmento de energia. Isto porque,
conforme já previsto na Resolução
Normativa nº 733/2016, a partir de 1º janeiro de 2020 todas as unidades
consumidoras enquadradas na resolução passaram a ter o direito de escolher
aderir à modalidade tarifária horária branca.
Neste post, iremos explicar como funciona a Tarifa Branca e dar informações para que você analise se esta opção de modelo tarifário faz sentido em sua residência, comércio ou indústria.
O que é a Tarifa Branca?
A Tarifa Branca é, em suma, uma opção de modelo tarifário. Ou seja, é uma maneira diferente da convencional de se pagar pela energia. Neste modelo tarifário, o preço que pagamos pela energia varia conforme determinados horários. Assim, nos dias úteis, são cobrados três valores diferentes de tarifa, denominados horário de:
Ponta: tarifa mais elevada.
Intermediário: tarifa de valor intermediário.
Fora Ponta: tarifa de valor menor.
Já nos fins de semana e feriados
nacionais, o valor é sempre da tarifa Fora
de Ponta.
Qual a diferença entra a Tarifa Branca e a Convencional?
Enquanto a Tarifa Branca varia conforme horários pré-determinados, a Tarifa Convencional possui um preço fixo independente do horário do dia. No gráfico abaixo mostramos o comportamento do preço tarifário para a Tarifa Branca e para a Tarifa Convencional em um dia útil. As preços e horários são com base na distribuidora de energia Celesc de Santa Catarina. Sendo assim, estes podem ter variações de estado para estado. Consulte os valores e horários do seu estado acessando o site da ANEEL AQUI.
Gráfico 01: comportamento do preço tarifário para a Tarifa Branca e para a Tarifa Convencional em um dia útil.
O que mudou em 1º de janeiro de 2020?
Até ano passado apenas unidades
consumidoras com média anual de consumo mensal superior a 250 kW/h poderiam
solicitar aderir a Tarifa Branca. A partir de 1º de janeiro de 2020 todas as
unidades atendidas em baixa tensão passaram a ter este direito, com algumas
exceções conforme descrito no próximo tópico.
Qual consumidor pode aderir?
Podem aderir à Tarifa Branca os consumidores de baixa tensão
do grupo B ou do grupo A com tarifa do grupo B. As classes destes grupos são:
B1: Residencial.
B2: Rural.
B3: Industrial, Comércio, Serviços e outras atividades, Serviço Público, Poder Público e Consumo Próprio.
Em contrapartida, existem as exceções que são: baixa renda da classe residencial, iluminação pública ou as unidades consumidoras que façam uso do sistema de pré-pagamento, estas não podem solicitar adesão a este modelo tarifário.
Na sua fatura de energia você encontra a qual grupo pertence. A informação fica na campo “Grupo de Tensão”, conforme indicado num exemplo de fatura abaixo.
Quais seus
benefícios?
Como a rede elétrica é dimensionada com
base no consumo energético do horário de ponta, quando aumentamos ainda mais o
consumo neste horário, a consequência é a necessidade de melhorias da rede e da
capacidade instalada.
Em conclusão, para incentivar o consumo de energia elétrica fora ponta foi criada a Tarifa Branca. Com ela, se o consumidor centralizar seu consumo no período fora ponta, pode reduzir gastos na fatura de energia e ainda ajudar a retardar investimentos na capacidade instalada da rede elétrica.
Como saber quando é melhor optar pela Tarifa Branca?
O ideal é verificar se é possível deslocar grande parte do seu consumo de energia elétrica para o horário fora de ponta. Lembrando que existem pequenas variações de estado para estado sobre quais horários são considerados fora ponta, já que em Santa Catarina é considerado fora ponta o horário entre 22:30h até 17:30h.
Alguns estabelecimentos já concentram seu consumo em horário fora ponta, como no caso da maioria dos comércios, pois o seu horário de funcionamento já é no período fora ponta. Todavia, cada caso deve ser analisado com cuidado.
Se por exemplo, o comércio ou a indústria em questão, depende do uso de equipamentos que não podem ser desligados, deve-se analisar qual o consumo destes equipamentos e se a mudança do modelo tarifário realmente vale a pena. Se acaso existam equipamentos que ligam esporadicamente, uma solução para aderir a Tarifa Branca seria concentrar o funcionamento destes aparelhos, se possível, no horário fora ponta.
Portanto, é importante ter a consciência que mudando para a Tarifa Branca o controle com seus gastos de energia deve ser maior. Afinal, se não houver controle, você pode acabar consumindo muita energia no horário de ponta e ao invés de diminuir a fatura de energia irá aumentar.
Como solicitar mudança para a Tarifa Branca
Se você é um consumidor de baixa
tensão enquadrado nos subgrupos B1, B2, ou B3 ou então pertence ao grupo A, com
cobrança conforme grupo B, pode solicitar mudança no modelo tarifário
comparecendo nos postos de atendimento da concessionária que atende sua região.
A solicitação deve ser feita pelo titular da unidade consumidora.
No entanto, a distribuidora de energia tem o prazo de 30 dias para atender a solicitação no caso de unidades consumidoras já existentes e para nova ligação o prazo máximo é de 5 dias em área urbana e 10 dias em área rural.
Assim sendo, se o consumidor desejar retornar ao modelo convencional de tarifa, a distribuidora tem um prazo de 30 dias para atender à solicitação. Contudo, se após retorno ao modelo convencional, quiser retornar novamente ao modelo de Tarifa Branca, o prazo de adesão passa a ser de 180 dias.
Sob o mesmo ponto de vista, outro ponto de atenção é com relação ao relógio medidor. Para aderir à Tarifa Branca será necessária a troca do relógio medidor por um que meça o consumo de hora em hora. Os custos para a troca do medidor e instalação é por conta da concessionária. No entanto, se o ramal de entrada possuir qualquer irregularidade com as normas vigentes, a adequação deste ramal é por conta do consumidor.
Se acaso, o consumidor ainda deseje um medidor com maiores funcionalidades do que o necessário, a diferença de preço entre os equipamentos também fica por conta do consumidor.
Como posso diminuir ainda mais minha conta de energia?
Se seu objetivo é realmente diminuir gastos com energia elétrica a solução é começar a gerar sua própria energia. Você pode fazer isso escolhendo investir em um sistema solar fotovoltaico para sua residência, comércio ou indústria. Dessa maneira, redução do consumo de energia pode chegar a até 95%!
Se quiser saber mais sobre o assunto, baixe nosso e-Book ‘Energia Solar Fotovoltaica para Iniciantes’. Nele explicamos tudo que você precisa saber para começar a gerar sua própria energia a partir do sol!
Se acaso prefira, entre em contato por AQUI com um especialista da Ecoa Energias Renováveis, ele irá te atender, explicar como funciona e fazer um orçamento sem compromisso.
Posso ter um sistema fotovoltaico e aderir a Tarifa Branca de energia?
Sim, é possível! O procedimento é exatamente o mesmo para um consumidor com sistema solar fotovoltaico. Você deve comparecer nos postos de atendimento da distribuidora de energia e solicitar a troca do modelo tarifário. Assim a concessionária terá 30 dias para fazer a adesão e realizar a troca do medidor para um medidor que além de medir a energia injetada, medirá o consumo de energia hora em hora.
Cresce uso de energia solar fotovoltaica no Brasil
Cresce uso de energia solar fotovoltaica no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). O país acaba de atingir a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar/fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, agricultura e órgãos públicos.
O co-fundador da Ecoa Energias Renováveis, Fábio Chaves, enfatiza que a energia solar nas instalações de uma empresa, por exemplo, pode ajudar a colocar as contas em dia, pois as placas fotovoltaicas promovem redução de mais de 90% da conta de energia.
“Dependendo do equipamento utilizado, a conta pode resumir-se somente às taxas mínimas cobradas pela concessionária de energia. Além da possibilidade de financiamento do kit, o investimento realizado se paga em poucos anos. E, depois desse período, toda a energia gerada é convertida em economia para a empresa“, explica.
Com baixa manutenção, as placas de energia fotovoltaica têm garantia de performance de até 25 anos, podendo durar bem mais que isso.
Os benefícios, no entanto, são permanentes: além da redução de custos, você ajuda o meio ambiente, por utilizar energia gerada a partir de uma fonte renovável, limpa, inesgotável e que não emite gases poluentes.
Outro ponto importante é que a energia solar vem se destacando como uma ação social – o que pode atrair mais clientes. Uma vez que existe uma preocupação cada vez maior com o futuro do planeta, empresas que usam fontes de energia limpas e renováveis são vistas com bons olhos pelo mercado, gerando um “marketing do bem”.
Quer saber mais sobre o sistema ECOA e como aproveitar todas essas vantagens? Comente ou entre em contato que vamos esclarecer todas as dúvidas.
Energia Solar Fotovoltaica em Santa Catarina: dados, iniciativas e potencial energético
Sustentabilidade é um dos fortes valores presentes em Santa Catarina. O Estado promove diversas ações e incentivos como o Prêmio Fritz Müller, ações e presença no Movimento Nacional ODS Santa Catarina, além de 8 indústrias Catarinenses aparecerem na lista de empresas mais sustentáveis do Brasil no Guia Exame de 2019. Todo esse movimento tem ligação direta com investimentos em energia solar fotovoltaica, uma fonte limpa e renovável de energia.
O Estado de Santa Catarina é o quarto estado do país com maior número de unidades consumidoras com sistemas solares fotovoltaicos. Até dia 31/12/2019 a ANEEL apontou 14.177 unidades consumidoras em Santa Catarina na Geração Distribuída Solar Fotovoltaica. O Estado fica atrás apenas de Minas Gerais (referência no Brasil em geração solar fotovoltaica), São Paulo e Rio Grande do Sul. Considerando a potência instalada Santa Catarina fica em 6º lugar no país.
Radiação solar em Santa Catarina
Quando comparamos todos os estados brasileiros, Santa
Catarina é o com menor índice médio de radiação. Mesmo assim, a radiação solar
do estado ainda é cerca de 40% mais alta do que o melhor lugar da Alemanha,
país referência no mundo inteiro no segmento de energias renováveis.
Então, podemos afirmar, que é um mito achar que energia solar
fotovoltaica em Santa Catarina não vale a pena. As condições climáticas do
estado são bem favoráveis a geração de energia a partir do sol.
Potencial de crescimento da energia fotovoltaica em Santa Catarina
Ainda temos muita margem para crescimento. O Sul do país de
maneira geral possui padrões elevados de consumo de energia. A exemplo, a média
do consumo das residências brasileiras é de 152,2 kWh/mês, já o sul do país
fica com a maior média, 267,2 kWh/mês, bem distante da média nacional.
Isso, somado a potente economia do estado com comércios e
indústrias com alto consumo energético, vemos um potencial enorme ainda a ser
explorado.
Iniciativas em destaque no Estado
Alguns projetos e iniciativas se destacam em Santa Catarina quando o assunto é Energia Solar Fotovoltaica.
1. Energia Solar em Santa Catarina no ensino básico: um ótimo exemplo é a Escola Municipal Adolpho Bartsch, localizada em Joinville/SC, que se tornou autossustentável em energia. O projeto e execução é da Ecoa Energias Renováveis. A iniciativa foi por meio do Programa Escola Sustentável, do Instituto General Motors, em parceria com a concessionária Chevrolet Metronorte e o Rotary Club Manchester de Joinville. Este foi o segundo projeto que a Ecoa Energias participou através do mesmo programa, a Escola Municipal Professor Júlio Machado da Luz foi a primeira beneficiada ainda no ano de 2016.
2. Energia solar em Santa Catarina na área acadêmica: uma iniciativa que chama atenção é a forte participação de universidades Catarinenses do Desafio Solar Brasil. O Desafio é um rali de barcos movidos à energia solar que visa estimular o desenvolvimento de tecnologias para fontes limpas de energias alternativas. A equipe da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC já venceu 12 vezes o campeonato.
3. Energia solar em Santa Catarina em centros tecnológicos: destacamos o projeto fotovoltaico do Ágora Tech Park, um parque tecnológico situado no Perini Business Park, maior empreendimento empresarial multissetorial da América do Sul. O Ágora HUB, onde está localizada a planta solar, é integrante da rede de Centros de Inovação do estado de Santa Catarina, e foi construído para ser um ambiente interativo, colaborativo e sustentável. O projeto e execução da planta solar fotovoltaica do Ágora HUB é da Ecoa Energias Renováveis.
Existem diversas iniciativas no Estado que ajudam a fomentar
a utilização do sol como fonte de energia. Mas, ainda temos muito trabalho pela
frente! A energia solar representa menos de 1% da fonte de energia do Estado.
De acordo com estudos da ABSOLAR, 2040 será o ano em que a energia solar alcançará a primeira colocação no ranking da matriz energética Brasileira.
Para isso acontecer precisamos fazer nossa parte. Contribuir
com investimentos na área, oferecer soluções adequadas para cada consumidor e
ter a consciência que precisamos utilizar uma fonte de energia limpa e
renovável, garantindo um futuro equilibrado para nosso planeta.
Se você está pronto para contribuir com essa mudança, entre em contato com a Ecoa Energias Renováveis solicitando um orçamento por AQUI.