Consumidor residencial poderia deixar de emitir mais de uma tonelada de CO2 por ano com microgeração fotovoltaica

O crescente volume de emissão de gases de efeito estufa (GEE) é motivo de debate e preocupação no Brasil e no mundo. Por isso, na Semana Mundial do Meio Ambiente, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) alerta sobre a importância da mini e microgeração de energia residencial como uma das formas para alcançar as metas de redução de CO2 acordadas na COP21. Estudo desenvolvido pela Abesco revela que uma residência equipada com um sistema fotovoltaico capaz de gerar 180 kWh/mês pode reduzir cerca de 1,3 toneladas de CO2 na atmosfera em um ano. Em 25 anos, tempo de garantia dos módulos fotovoltaicos, esse volume pode alcançar cerca de 32 toneladas.

“A verdade é que o setor elétrico brasileiro tem sido um dos grandes emissores de CO2 nos últimos anos. Em 2014, auge da crise energética, 26% do nosso sistema elétrico foi abastecido por termelétricas, uma das fontes mais poluentes. Tanto que no mesmo período a emissão de CO2 derivada das termelétricas, em alguns períodos, ultrapassou a emissão causada pelo desmatamento. Por isso a mini ou microgeração fotovoltaica entra como opção de sustentabilidade”, explica o autor do estudo e especialista em eficiência energética associado da Abesco, Rodrigo Dalmonico.

Segundo Dalmonico, se 20 mil residências ou unidades consumidoras produzissem cerca de 180kWh/mês (o consumo médio mensal por residência no Brasil é de 166 kWh) seria possível reduzir a emissão de 26 mil toneladas de CO2 na atmosfera anualmente, além de gerar uma economia de até R$22 milhões por ano.
 

Acesse aqui a reportagem da ABESCO. Publicado em 03/06/2016.

Se você quer ser um microgeradores de energia fotovoltaica, entre em contato com a ECOA!

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O crescente volume de emissão de gases de efeito estufa (GEE) é motivo de debate e preocupação no Brasil e no mundo. Por isso, na Semana Mundial do Meio Ambiente, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) alerta sobre a importância da mini e microgeração de energia residencial como uma das formas para alcançar as metas de redução de CO2 acordadas na COP21. Estudo desenvolvido pela Abesco revela que uma residência equipada com um sistema fotovoltaico capaz de gerar 180 kWh/mês pode reduzir cerca de 1,3 toneladas de CO2 na atmosfera em um ano. Em 25 anos, tempo de garantia dos módulos fotovoltaicos, esse volume pode alcançar cerca de 32 toneladas.

“A verdade é que o setor elétrico brasileiro tem sido um dos grandes emissores de CO2 nos últimos anos. Em 2014, auge da crise energética, 26% do nosso sistema elétrico foi abastecido por termelétricas, uma das fontes mais poluentes. Tanto que no mesmo período a emissão de CO2 derivada das termelétricas, em alguns períodos, ultrapassou a emissão causada pelo desmatamento. Por isso a mini ou microgeração fotovoltaica entra como opção de sustentabilidade”, explica o autor do estudo e especialista em eficiência energética associado da Abesco, Rodrigo Dalmonico.

Segundo Dalmonico, se 20 mil residências ou unidades consumidoras produzissem cerca de 180kWh/mês (o consumo médio mensal por residência no Brasil é de 166 kWh) seria possível reduzir a emissão de 26 mil toneladas de CO2 na atmosfera anualmente, além de gerar uma economia de até R$22 milhões por ano.
 

Acesse aqui a reportagem da ABESCO. Publicado em 03/06/2016.

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    Adesão do Brasil à ASI será votada pelo plenário do Senado

    Adesão do Brasil à ASI será votada pelo plenário do Senado – Conteúdo publicado pelo Megawhat

    A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira, 29 de setembro, a participação brasileira no Acordo-Quadro sobre a Aliança Solar Internacional (ASI), que consta no Projeto de Decreto Legislativo (PDL) n° 271/2021. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a promoção, divulgação e incentivo a energia solar como fonte estratégica na geração de energia elétrica em 121 países, localizados entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio. O PDL segue agora para votação no Plenário da casa.

    O texto prevê diversas iniciativas conjuntas dos membros do ASI, como redução de custos com financiamento da tecnologia solar; investimentos na ordem de US$ 1 trilhão para implementação da fonte nos países até 2030; cooperação de relações mutualmente benéficas com entidades públicas e privadas; compartilhamento e atualização de informações relevantes; e incentivos aos novos projetos voltados a energia solar para países em desenvolvimento.

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    O programa foi anunciado pelos governos da Índia e da França em 2015, na Conferência do Clima em Paris. O pedido do Brasil para a entrada na Aliança Solar Internacional foi encaminhado pela presidência da República ao Congresso Nacional no dia 26 de fevereiro de 2018, em regime de prioridade.

    Segundo o Senador Carlos Portinho (PL-RJ), relator do texto na comissão do Senado, a geração fotovoltaica distribuída no Brasil foi a quarta em crescimento no mundo em 2021, atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Índia. Ele citou ainda que a energia solar deve ser responsável por 17% da matriz energética brasileira até 2031, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia. Segundo o relator, o acordo é importante para os interesses nacionais e também para o contribuinte consumidor de energia.

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    Cresce uso de energia solar fotovoltaica no Brasil

    Cresce uso de energia solar fotovoltaica no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). O país acaba de atingir a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar/fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, agricultura e órgãos públicos.

    O co-fundador da Ecoa Energias Renováveis, Fábio Chaves, enfatiza que a energia solar nas instalações de uma empresa, por exemplo, pode ajudar a colocar as contas em dia, pois as placas fotovoltaicas promovem redução de mais de 90% da conta de energia.

    Dependendo do equipamento utilizado, a conta pode resumir-se somente às taxas mínimas cobradas pela concessionária de energia. Além da possibilidade de financiamento do kit, o investimento realizado se paga em poucos anos. E, depois desse período, toda a energia gerada é convertida em economia para a empresa“, explica.

    Cresce uso de energia solar fotovoltaica no Brasil

    Com baixa manutenção, as placas de energia fotovoltaica têm garantia de performance de até 25 anos, podendo durar bem mais que isso. 

    Os benefícios, no entanto, são permanentes: além da redução de custos, você ajuda o meio ambiente, por utilizar energia gerada a partir de uma fonte renovável, limpa, inesgotável e que não emite gases poluentes.

    Outro ponto importante é que a energia solar vem se destacando como uma ação social – o que pode atrair mais clientes. Uma vez que existe uma preocupação cada vez maior com o futuro do planeta, empresas que usam fontes de energia limpas e renováveis são vistas com bons olhos pelo mercado, gerando um “marketing do bem”.

    Quer saber mais sobre o sistema ECOA e como aproveitar todas essas vantagens? Comente ou entre em contato que vamos esclarecer todas as dúvidas.

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    ABSOLAR propõe meta de 25 GW em GD até 2026 para presidenciáveis

    Por LIVIA NEVES, pv Magazine – A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica – ABSOLAR propõe meta de 25 GW em GD até 2026 para presidenciáveis através da ampliação de políticas públicas pelo próximo Governo Federal para promover o desenvolvimento da energia solar no Brasil, tanto dos pequenos sistemas em telhados, fachadas e pequenos terrenos quanto das usinas de grande interligadas no sistema nacional, além do fomento da cadeia produtiva nacional e da evolução do mercado de armazenamento energético por baterias. 

    A entidade tem recomendado a inclusão da fonte fotovoltaica como ferramenta estratégica nos programas de governo dos candidatos à Presidência da República, no sentido de promover a transição energética a partir de tecnologias limpas e renováveis e cumprir os compromissos internacionais assumidos no combate climática, de redução de emissão de gases do efeito estufa.  

    Como medida central, a Absolar recomenda a criação de programas nacionais para a energia solar fotovoltaica, sinalizando à sociedade brasileira, ao mercado e ao setor que a fonte será parte estratégica da política de desenvolvimento do país a partir de uma economia de baixo carbono, com medidas para acelerar a diversificar a matriz elétrica, aumentar a segurança energética, aliviar a pressão sobre os recursos hídricos, diminuir o uso de combustíveis fósseis, mais caros e poluentes, na geração de energia e, assim, ajudar a reduzir a conta de luz dos brasileiros    

    A associação também tem atuado junto às demais instituições de governo, como o Ministério de Minas e Energia (MME), propondo medidas de alto impacto e rápida implementação capazes de dinamizar o uso de energia solar fotovoltaica no País. 

    Para isso, propõe a incorporação pelos candidatos de uma meta de estado de atingir cerca de 5 milhões de telhados solares até o final de 2026, que correspondem a aproximadamente 25 (GW) de capacidade instalada da fonte na geração própria de energia solar.  

    Com este compromisso, o setor pretende contribuir com a atração ao Brasil de R$ 124 bilhões em novos investimentos privados, proporcionando a geração de 750 mil de novos empregos qualificados e uma arrecadação aos cofres públicos da ordem de R$ 37,6 bilhões em tributos. 

    Para as usinas solares de grande porte, a proposta é desenvolver medidas de transição energética que alcancem a neutralidade de emissões de carbono até 2050 (net zero), com destaque para maior contratação de empreendimentos sustentáveis com tecnologias mais competitivas, sobretudo a solar, ampliação de investimentos em infraestrutura de transmissão, a fim de evitar gargalos para a conexão, a operação e o escoamento da geração de energia renovável, e promoção de licitações para contratação de energia elétrica, de potência e de reserva de capacidade com ampla participação das fontes renováveis e de sistemas de armazenamento energético. 

    No caso da cadeia produtiva nacional, a proposta da ABSOLAR é criar uma política industrial competitiva e sustentável para o setor solar, promovendo isonomia tributária entre os produtos nacionais e importados, via desoneração de insumos produtivos, a fim de agregar competitividade à fabricação local de equipamentos e componentes, entre outras medidas. 

    A entidade também propõe a ampliação do acesso ao crédito a toda a cadeia de valor do setor solar e o enquadramento legal para o armazenamento de energia, com o intuito de trazer segurança jurídica e regulatória, bem como viabilizar novos investimentos na área.         

    O Brasil está cerca de dez anos atrasado em comparação com os países desenvolvidos na área da energia solar fotovoltaica e, portanto, é necessária a estruturação de um programa nacional robusto para o desenvolvimento do setor no País”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. “Atualmente, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 86,2 bilhões em novos investimentos, R$ 22,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 479,8 mil empregos acumulados desde 2012. Com um total de 16 GW de potência instalada, também evitou a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade”, acrescenta. 

    De acordo com o CEO da entidade, Rodrigo Sauaia, o Brasil tem excelente recurso solar e possui condições privilegiadas para se tornar uma liderança mundial na área. “Com amplo apoio de mais de 90% da população brasileira e despertando o interesse de empreendedores e líderes do poder público, a fonte solar agrega inúmeros benefícios socioeconômicos, estratégicos, ambientais e energéticos ao País”, conclui Sauaia.

    A ECOA e o compromisso com o futuro

    O futuro da geração de energia limpa, sustentável e renovável é promissor e repleto de oportunidades. Assim sendo, é reconhecendo nosso passado que olhamos com grande entusiasmo para o futuro.

    A Ecoa está em um momento muito importante de transição de sua história, pois conta com projetos em andamento e crescimento sólido. Nos próximos anos, temos a missão clara de continuar atendendo com excelência nossos clientes. Desde projetos pequenos, como os residenciais, até projetos maiores no comércio e indústria.

    Estamos abrindo caminho para focar em mercados ainda maiores como o de Usinas Solares, nicho que entendemos ser atualmente nossa expertise. Pois, é no conhecimento de projetos maiores que conseguimos ser ainda melhores nos pequenos projetos.

    Faça parte você também dessa transformação. Fale conosco e invista hoje em energia fotovoltaica!

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    Energia solar atinge marca histórica de 14 GWp, ultrapassando a usina de Itaipu

    A energia renovável tem sido cada vez mais procurada entre as pessoas. Depois da crise hídrica que impactou o Brasil no último ano, buscar alternativas para economizar na conta de energia tem sido recorrente no país inteiro. Esse foi um dos fatores que fizeram com que a energia solar atinge marca histórica de 14 GWp, ultrapassando a usina de Itaipu.

    Além da produção da energia solar em grandes usinas, é possível produzi-la também em residências, pequenos negócios, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos, o que é ótimo para toda a sociedade, visto que a energia elétrica é proveniente de fontes renováveis, nesse caso, o Sol.

    Recentemente, uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em conjunto com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), constatou que a instalação de painéis solares já é um dos grandes desejos entre os brasileiros. E não é para menos, já que a produção se dá de forma limpa e mais econômica.

    O investimento em energia solar tem crescido tanto que nesse início de ano o Brasil ultrapassou 14 GWp  (potência instalada) operacional em fonte solar fotovoltaica – o que significa que ela já é maior do que a potência instalada da Usina de Itaipu.

    Falando de valores, segundo a ABSOLAR, o setor já soma quase R$ 74,6 bilhões investidos e mais de 30 mil sistemas de geração de energia solar instalados nesse primeiro trimestre de 2022,. Uma conquista e tanto!

    Mas o que tudo isso significa?

    Com o dinheiro investido nos equipamentos necessários para a geração de energia elétrica através do Sol, o Brasil também gerou mais de 420 mil empregos desde 2012. Além disso, como a fonte de energia é limpa, foram evitadas a emissão de 18 milhões de toneladas de CO2, segundo dados de empresas do setor .

    Com o aumento da produção de energia solar, os recursos hídricos do país ficam menos pressionados e, consequentemente, diminui o risco de novos aumentos na conta de energia.

    Até dezembro de 2021, o Brasil possuía 404.733 geradores on grid (sistema conectado diretamente à rede elétrica) instalados em residências e empresas – e a estimativa é que esse número cresça ainda mais, já que as novas regras da geração de energia passam a valer a somente partir de 2045 para quem se conectar até janeiro de 2023.

    Essa nova condição de direito adquirido se deu por conta da Lei n° 14.300/2022, responsável pelo marco legal da geração própria de energia. Diante disso, Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, afirma que “agora é a melhor hora para investir em energia solar, pois a pessoa irá se prevenir do aumento da conta de luz e ainda contar com uma energia limpa que gera milhares de oportunidades e empregos.”

    A Usina de Itaipu

    A Usina Hidrelétrica de Itaipu fica na cidade de Foz do Iguaçu (Paraná) e é uma das maiores usinas do mundo, além de ser um dos maiores empreendimentos de geração de energia elétrica na América Latina.

    Sua construção custou mais de US$ 27 bilhões e se deu depois de um termo assinado em 1973 para que a usina pudesse abastecer tanto o Brasil quanto o Paraguai – fato possível por conta de sua potência instalada de 14 GWp.

    Vantagens da energia solar

    Com todas essas informações, há de se compreender o tamanho da importância da energia solar para a economia brasileira. Ademais, investir em energia solar também possui inúmeras vantagens, tais como:

    Redução na conta de energia elétrica

    Com a instalação das placas fotovoltaicas, você produz a sua própria energia e consegue economizar até 95% dos seus gastos todos os meses com a conta de luz. Isso é possível porque com a geração de energia a partir do sistema fotovoltaico, você deixa de consumir uma grande parte da eletricidade da concessionária e a energia excedente gerada com seu sistema é devolvida à rede, gerando assim créditos para o abatimento da sua conta de luz no futuro, válidos por 5 anos.

    Alta durabilidade

    O sistema fotovoltaico possui uma vida útil bem extensa. As empresas fabricantes dos módulos fotovoltaicos, por exemplo, dão em torno de 25 anos de garantia de mais de 80% da performance da placa, ou seja, garantem que em 25 anos não poderá ter perdido mais do que 20% de performance, comprovando assim a alta vida útil do sistema.  

    Fonte renovável de energia

    Um dos grandes benefícios da energia solar é a sua fonte ser limpa e renovável. Como o Sol está presente em todas as partes do mundo e disponível todos os dias, seu recurso é infinito.

    Contribui para o meio ambiente

    Comparado com outras fontes de energia, como a hidrelétrica e a termelétrica, a energia solar é uma das que menos impactam o meio ambiente, já que não emite gás carbônico ao ser gerada.

    A Ecoa

    A Ecoa Energias Renováveis possui o objetivo de entregar aos seus clientes o melhor da geração de energia solar fotovoltaica, com soluções de ponta a ponta: desde a elaboração do projeto, trâmites com a concessionária, instalação do sistema e pós-venda para tirar todas as suas dúvidas. 

    Excelência no atendimento, seriedade na condução dos trabalhos e compromisso com o meio ambiente para que nossos clientes tenham acesso a uma energia mais sustentável.

    Entre em contato conosco pelo site ecoaenergias.com.br. Solicite agora um orçamento pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 3025-2700.

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