Onda solar: porque sua empresa deve investir em energia fotovoltaica!

A chegada do verão faz com que o Sol ocupe uma posição central no interesse das pessoas. É época de aproveitar praias, piscinas e se divertir! No entanto, esse período é considerado a galinha dos ovos de ouro para empresários que desejam alavancar seus negócios no Brasil.

O motivo? A energia solar está crescendo anualmente em todo o território nacional por ser uma opção barata, eficiente e vantajosa para seus clientes, permitindo que pequenos, médios e grandes empreendedores possam economizar e otimizar suas produções.

Dados da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) mostram que a energia solar ainda ocupa apenas 0,8% de toda a Matriz Energética Nacional. Entretanto, o potencial é gigantesco. Até 2040, a meta é ampliar esse número para 32%. Em 2017, o Brasil conseguiu aumentar 0,9 GW (gigawatts) a sua capacidade de energia solar, ocupando a décima posição em todo o mundo. Além disso, está entre os 30 países com mais potência acumulada, de acordo com o relatório Snapshot of Global Photovoltaic Market, da IEA PVPS.

Como se não bastasse, as placas fotovoltaicas também contribuem para a rentabilidade do negócio a longo prazo. O consumo energético das empresas brasileiras cresce a cada ano e deve se intensificar ainda mais em 2019 com a retomada econômica do país.

Ao apostar na fonte solar, a empresa consegue produzir sua própria eletricidade a um custo bem mais baixo e ainda fica imune às tarifas impostas pela concessionária.

Outro aspecto importante tem a ver com a sustentabilidade, uma questão vital para o sucesso do negócio e que deve fazer parte da estratégia da companhia, já que os consumidores valorizam e respeitam marcas que adotam soluções ecológicas em seus processos.

A energia fotovoltaica não é apenas mais uma tendência; é o presente e o futuro da geração de eletricidade no país. O Brasil tem um potencial gigantesco devido à incidência constante de luz solar em praticamente todo o ano no território nacional. Cabe às empresas aproveitarem esta situação para potencializem seus negócios.

Ficou interessado? Fale por aqui com um consultor ECOA e tenha um orçamento para seu empreendimento de forma totalmente gratuita!

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A chegada do verão faz com que o Sol ocupe uma posição central no interesse das pessoas. É época de aproveitar praias, piscinas e se divertir! No entanto, esse período é considerado a galinha dos ovos de ouro para empresários que desejam alavancar seus negócios no Brasil.

O motivo? A energia solar está crescendo anualmente em todo o território nacional por ser uma opção barata, eficiente e vantajosa para seus clientes, permitindo que pequenos, médios e grandes empreendedores possam economizar e otimizar suas produções.

Dados da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) mostram que a energia solar ainda ocupa apenas 0,8% de toda a Matriz Energética Nacional. Entretanto, o potencial é gigantesco. Até 2040, a meta é ampliar esse número para 32%. Em 2017, o Brasil conseguiu aumentar 0,9 GW (gigawatts) a sua capacidade de energia solar, ocupando a décima posição em todo o mundo. Além disso, está entre os 30 países com mais potência acumulada, de acordo com o relatório Snapshot of Global Photovoltaic Market, da IEA PVPS.

Como se não bastasse, as placas fotovoltaicas também contribuem para a rentabilidade do negócio a longo prazo. O consumo energético das empresas brasileiras cresce a cada ano e deve se intensificar ainda mais em 2019 com a retomada econômica do país.

Ao apostar na fonte solar, a empresa consegue produzir sua própria eletricidade a um custo bem mais baixo e ainda fica imune às tarifas impostas pela concessionária.

Outro aspecto importante tem a ver com a sustentabilidade, uma questão vital para o sucesso do negócio e que deve fazer parte da estratégia da companhia, já que os consumidores valorizam e respeitam marcas que adotam soluções ecológicas em seus processos.

A energia fotovoltaica não é apenas mais uma tendência; é o presente e o futuro da geração de eletricidade no país. O Brasil tem um potencial gigantesco devido à incidência constante de luz solar em praticamente todo o ano no território nacional. Cabe às empresas aproveitarem esta situação para potencializem seus negócios.

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    Dúvidas sobre Energia Solar: saiba mais

    Um sistema de energia fotovoltaico é muito mais do que um gerador de energia, ele representa um investimento assertivo, tanto para residências quanto para empresas.

    Proveniente da radiação solar, essa fonte de energia proporciona diversos benefícios para quem toma a decisão certa de investir nesse sistema, tais como: redução de até 95% na conta de luz, vida útil de 30 anos, energia limpa, renovável e sustentável, baixo impacto ambiental, entre outros.

    Considerada uma das energias do futuro, a energia solar vem conquistando seu espaço no mercado de energias. Contudo, por ser um sistema relativamente novo, ainda existem diversas dúvidas acerca do assunto. Por isso, neste artigo, vamos responder as 10 dúvidas sobre a energia solar. 

    1. Energia solar é cara?

    Não, a energia solar NÃO é cara, visto que ela não é considerada um custo, mas, um investimento. 

    Isso porque o payback (retorno do investimento) da energia solar é de cerca de 4 anos para residências e 5 anos para empresas. Ou seja, em menos de 5 anos você irá recuperar todo o valor investido.

    2. Quanto tempo leva para economizar na conta de luz?

    Sem dúvidas, uma das maiores vantagens da energia solar é que a economia na fatura de energia começa a valer já na primeira conta de luz, chegando a economizar até 95% em alguns casos.

    3. As placas solares exigem muita manutenção?

    As placas solares exigem pouca manutenção, mas, como qualquer equipamento,  precisam de um cuidado preventivo para evitar problemas que possam comprometer o sistema.

    Para aumentar a vida útil das placas solares e manter a capacidade de produção, a recomendação é fazer uma limpeza nos painéis solares uma vez por ano.

    4. Com a energia solar, a fatura de energia irá zerar?

    Infelizmente, não. Mesmo com a aquisição do sistema de energia solar, o consumidor ainda precisará pagar os custos referentes às taxas obrigatórias cobradas pela distribuidora de energia elétrica.

    Contudo, como a economia na fatura de energia pode chegar até 95%, o valor pago para a distribuidora será bem reduzido (varia de caso para caso), o que faz com que a energia solar continue sendo um ótimo investimento com retorno garantido.

    5. Quanto tempo dura um sistema de energia solar?

    Um sistema solar possui uma vida útil de mais de 30 anos, mas pode ir além disso, pois alguns desenvolvedores estimam mais de 40 anos de utilização para os painéis solares fotovoltaicos.

    6. Quais os benefícios do sistema solar para o meio ambiente?

    A energia solar é uma fonte de energia limpa, renovável e ilimitada, por isso não causa prejuízos ao meio ambiente. Na verdade, ela é benéfica para o nosso planeta.

    Isso porque a energia solar ajuda na redução da dependência de combustíveis fósseis, não emite nenhum tipo de poluição ou gases de efeito estufa, auxilia na diminuição do desmatamento, entre outros.

    7. O painel fotovoltaico gera energia em dias nublados?

    A resposta é SIM! Um sistema fotovoltaico continua a funcionar mesmo em dias nublados, mantendo a produção de energia elétrica para seu local. Isso porque as placas solares funcionam a partir de raios solares e não do calor do sol.

    O que acontece é que em dias nublados ocorre uma diminuição da eficiência energética, mas fique tranquilo, pois isso não irá prejudicá-lo. 

    Isso porque ao desenvolvemos o seu projeto nossos profissionais mapeiam dias nublados, chuvosos, entre outras possíveis alterações de clima, e com o auxílio de um software, projetamos a quantidade necessária de placas solares para sua necessidade.

    8. Quem mora em prédio pode instalar o sistema fotovoltaico?

    É possível, sim, instalar um sistema fotovoltaico em prédios e condomínios desde que exista área suficiente para reduzir o consumo e, dessa forma, aproveitar todos os benefícios da energia solar.

    Em casos como esse, a opção mais comum é neutralizar o consumo global do prédio, reduzindo a fatura de energia do condomínio e trazendo maior economia para os moradores.

    9. Quantos painéis preciso para abastecer meu imóvel?

    Para essa pergunta, infelizmente, não existe uma responda padrão, pois o número de placas instaladas irão variar de caso para caso, dependendo da necessidade energética do local, da radiação onde se pretende instalar o sistema, bem como orientação do telhado, eventuais sombreamentos que houverem e sobretudo o tamanho das placas.

    10. Vale a pena investir em energia solar?

    Por fim, a pergunta mais comum que recebemos é: vale a pena investir em energia solar? E nossa resposta não poderia ser outra senão, SIM. 

    Sim, vale a pena – e muito – investir em um sistema de energia solar!

    Isso porque a energia solar proporciona uma economia de até 95% na conta de luz, dispõe, ainda, de um dos melhores payback do mercado, além de ser um sistema democrático que pode ser utilizado por residências, comércios, indústrias, entre outros.

    Conclusão

    Com suas dúvidas sobre energia solar respondidas, agora chegou a hora de você fazer a melhor escolha para o seu bolso.

    Ao gerar sua própria energia através do sol (uma fonte sustentável e inesgotável), você garantirá uma alta economia todos os meses, além de ter a certeza de saber que fez um bom investimento. 

    👉 Por isso, pare de perder tempo. Entre agora mesmo em contato com um de nossos especialistas e aproveite você também o melhor da energia solar. 

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    Continue lendo
    China inaugura usina de energia solar em forma de urso panda

    A China acaba de inaugurar uma usina de energia solar diferente: do alto as placas solares formam o desenho de um urso panda gigante, um dos animais mais característicos do país asiático e que está ameaçado de extinção.

    A usina fica na cidade de Datong, na província de Shanxi, no norte do país e foi construída, segundo informações da ONU, em uma área equivalente a mais de 140 campos de futebol. Esta usina é a primeira de uma parceria entre a China Merchants New Energy (CMNE), Panda Green Energy e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

    De acordo com a CMNE, ao final de todo projeto, a capacidade total instalada será de 100 MW (megawatt). Segundo a empresa responsável pelo projeto, a estação poderá gerar 3,2 bilhões de kWh (quilowatt-hora) de energia em 25 anos, o equivalente a economizar 1,056 milhão de toneladas de carvão (usado na produção de energia térmica), ou a uma redução de 2,74 milhões de toneladas na emissão de dióxido de carbono (CO2) ao meio ambiente.

    Nos próximos cinco anos, o programa “Panda 100” construirá plantas solares no mesmo estilo em diversas regiões da China.

    Se você já pensou em começar a gerar sua própria energia através do sol, entre em contato com a Ecoa Energias!

    Com informações de: Economia UOL

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    Energia Solar Fotovoltaica em Santa Catarina: dados, iniciativas e potencial energético

    Sustentabilidade é um dos fortes valores presentes em Santa Catarina. O Estado promove diversas ações e incentivos como o Prêmio Fritz Müller, ações e presença no Movimento Nacional ODS Santa Catarina, além de 8 indústrias Catarinenses aparecerem na lista de empresas mais sustentáveis do Brasil no Guia Exame de 2019. Todo esse movimento tem ligação direta com investimentos em energia solar fotovoltaica, uma fonte limpa e renovável de energia.

    O Estado de Santa Catarina é o quarto estado do país com maior número de unidades consumidoras com sistemas solares fotovoltaicos. Até dia 31/12/2019 a ANEEL apontou 14.177 unidades consumidoras em Santa Catarina na Geração Distribuída Solar Fotovoltaica. O Estado fica atrás apenas de Minas Gerais (referência no Brasil em geração solar fotovoltaica), São Paulo e Rio Grande do Sul. Considerando a potência instalada Santa Catarina fica em 6º lugar no país.

    Radiação solar em Santa Catarina

    Quando comparamos todos os estados brasileiros, Santa Catarina é o com menor índice médio de radiação. Mesmo assim, a radiação solar do estado ainda é cerca de 40% mais alta do que o melhor lugar da Alemanha, país referência no mundo inteiro no segmento de energias renováveis.

    Então, podemos afirmar, que é um mito achar que energia solar fotovoltaica em Santa Catarina não vale a pena. As condições climáticas do estado são bem favoráveis a geração de energia a partir do sol.

    Potencial de crescimento da energia fotovoltaica em Santa Catarina

    Ainda temos muita margem para crescimento. O Sul do país de maneira geral possui padrões elevados de consumo de energia. A exemplo, a média do consumo das residências brasileiras é de 152,2 kWh/mês, já o sul do país fica com a maior média, 267,2 kWh/mês, bem distante da média nacional.

    Isso, somado a potente economia do estado com comércios e indústrias com alto consumo energético, vemos um potencial enorme ainda a ser explorado.

    Iniciativas em destaque no Estado

    Alguns projetos e iniciativas se destacam em Santa Catarina quando o assunto é Energia Solar Fotovoltaica.

    • 1. Energia Solar em Santa Catarina no ensino básico: um ótimo exemplo é a Escola Municipal Adolpho Bartsch, localizada em Joinville/SC, que se tornou autossustentável em energia. O projeto e execução é da Ecoa Energias Renováveis. A iniciativa foi por meio do Programa Escola Sustentável, do Instituto General Motors, em parceria com a concessionária Chevrolet Metronorte e o Rotary Club Manchester de Joinville. Este foi o segundo projeto que a Ecoa Energias participou através do mesmo programa, a Escola Municipal Professor Júlio Machado da Luz foi a primeira beneficiada ainda no ano de 2016.
    EM Adolpho Bartsch Energia solar
    • 2. Energia solar em Santa Catarina na área acadêmica: uma iniciativa que chama atenção é a forte participação de universidades Catarinenses do Desafio Solar Brasil. O Desafio é um rali de barcos movidos à energia solar que visa estimular o desenvolvimento de tecnologias para fontes limpas de energias alternativas. A equipe da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC já venceu 12 vezes o campeonato.
    • 3. Energia solar em Santa Catarina em centros tecnológicos: destacamos o projeto fotovoltaico do Ágora Tech Park, um parque tecnológico situado no Perini Business Park, maior empreendimento empresarial multissetorial da América do Sul. O Ágora HUB, onde está localizada a planta solar, é integrante da rede de Centros de Inovação do estado de Santa Catarina, e foi construído para ser um ambiente interativo, colaborativo e sustentável. O projeto e execução da planta solar fotovoltaica do Ágora HUB é da Ecoa Energias Renováveis.
    Ágora Tech Park Energia solar

    Existem diversas iniciativas no Estado que ajudam a fomentar a utilização do sol como fonte de energia. Mas, ainda temos muito trabalho pela frente! A energia solar representa menos de 1% da fonte de energia do Estado.

    De acordo com estudos da ABSOLAR, 2040 será o ano em que a energia solar alcançará a primeira colocação no ranking da matriz energética Brasileira.

    Para isso acontecer precisamos fazer nossa parte. Contribuir com investimentos na área, oferecer soluções adequadas para cada consumidor e ter a consciência que precisamos utilizar uma fonte de energia limpa e renovável, garantindo um futuro equilibrado para nosso planeta.

    Se você está pronto para contribuir com essa mudança, entre em contato com a Ecoa Energias Renováveis solicitando um orçamento por AQUI.

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    Energia solar fotovoltaica e mercado livre

    Quando consumidores procuram por opções para reduzir custos com a energia elétrica podem encontrar duas boas opções: a energia solar fotovoltaica e o mercado livre de energia.

    Mas será possível aderir às duas soluções ao mesmo tempo? Neste texto vamos explicar sobre os modelos de contratação de energia elétrica no Brasil, como funciona o Mercado Livre de energia e como a energia solar fotovoltaica se enquadra neste ambiente de contratação.

    Modelos de contratação de energia elétrica no Brasil: Mercado Livre x Mercado Cativo

    O mercado de energia elétrica no Brasil é dividido em dois grandes ambientes de contratação: Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Este modelo foi implantado por meio das Leis nº 10.847 e 10.848, de 15 de março de 2004, e pelo Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004.

    Ambiente de Contratação Regulada (ACR)

    O modelo ACR também é conhecido como mercado cativo. Consumidores cativos são aqueles que compram energia da concessionária e distribuidora que possuem a concessão na sua região. Neste caso cada unidade consumidora paga apenas uma fatura de energia por mês (tributos, geração, distribuição e outras taxas).

    Vale ressaltar que no ACR as distribuidoras contratam energia das geradoras por meio de leilões autorizados pelo governo e órgãos do setor regulam, contabilizam e constituem as regras. 

    Como ainda existem critérios mínimos de consumo de energia para se tornar um consumidor do mercado livre a maioria dos consumidores são cativos. Por exemplo, se sua fatura de energia é de uma residência, neste caso, você é um consumidor cativo, bem como, pequenos comércios e pequenas indústrias, que ainda não são elegíveis para migrar ao Mercado Livre por não atingir tais critérios.

    Ambiente de Contratação Livre (ACL)

    Já no mercado livre, os consumidores compram energia por meio de contratos bilaterais (compra e venda) com condições livremente negociadas entre as partes. Quem vende esta energia são empresas geradoras e comercializadoras.

    Assim, no fim do mês consumidores no mercado livre pagarão para cada unidade consumidora uma fatura referente a distribuição de energia para a concessionária (tarifa regulada) e uma ou mais faturas de energia sobre à compra de energia (conforme negociado em contrato).

    O órgão responsável por regular a comercialização dessa energia é a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Também é este mesmo órgão, que por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), realiza os leilões do mercado regulado.

    A CCEE também determina o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD). O PLD é utilizado para indicar a diferença entre energia contratada e consumida ou gerada no mercado livre. Isso determina um valor a pagar ou a receber por cada agente do setor além do valor de contrato.  Ele também é utilizado como referência para negociações de contratos futuros.

    Simule seu sistema de energia solar

    Quem pode aderir ao Mercado Livre de energia no Brasil?

    Existem dois tipos de consumidores dentro do mercado livre: Consumidor Livre e o Consumidor Especial.

    Você pode ser um Consumidor Livre se cada unidade consumidora possuir uma demanda contratada mínima de 1500 kW. O Consumidor livre pode contratar tanto a energia convencional quanto a especial.

    Energia especial é aquela gerada por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de outras fontes incentivadas especiais (eólica, biomassa ou solar).

    Para se tornar um Consumidor Especial cada unidade ou conjunto de unidades consumidoras localizadas em área contígua ou de mesmo CNPJ, deve possuir carga maior ou igual a 500 kW (soma das demandas contratadas) e pertencente ao Grupo A. O Consumidor Especial pode contratar apenas Energia especial conforme previsto na resolução normativa RN nº 1.005/22.

    Também foi definido um prazo para que ANEEL e a CCEE apresentem um estudo sobre as medidas regulatórias necessárias para permitir a abertura do mercado livre para os consumidores com carga inferior a 500 kW.

    Qual a principal vantagem em se tornar um consumidor do Mercado Livre?

    A principal vantagem é a redução direta do custo da energia. Como a energia é adquirida e negociada diretamente com um fornecedor, isso faz com que o preço fique mais competitivo do que no mercado cativo.

    Em geral, de acordo com o site Mercado Livre de Energia a adesão proporciona uma economia entre 10% a 20% na fatura de energia. Além disso você fica isento de bandeiras tarifárias e possui liberdade de escolha entre fornecedores e as mais diferentes formas de geração de energia, inclusive a energia solar.

    A desvantagem fica mais por conta da complexibilidade do modelo.  Sem uma gestão adequada, o consumidor pode comprar mais ou menos energia do que foi utilizado, o que pode levar a penalidades e gastos desnecessários. Outra desvantagem é mensurar o custo correto do SMF (Sistema de Medição de Faturamento) da Unidade Consumidora, que pode ter um alto valor a ser despendido.

    Energia solar como solução para consumidores livres e cativos

    Como comentamos na introdução, alguns consumidores se questionam se é possível estar no mercado livre e ainda produzir sua própria energia. Sim, é possível, mas existem diferenças das regras aplicadas.

    Consumidores cativos, ou seja, mercado regulado, que queiram produzir sua própria energia se enquadram na geração distribuída e são regulamentados pela Resolução 482/2015, bem como a Nova Legislação do Marco Legal, Lei nº 14.300. Já consumidores livres são considerados como autoprodutores. O consumidor categorizado como autoprodutor no mercado livre registra seu empreendimento na agência reguladora para produzir sua própria energia.

    É importante destacar que uma unidade consumidora ou está no mercado livre ou está no mercado cativo. Não existe a possibilidade, por exemplo, de uma unidade consumidora comprar energia no mercado cativo e ser um autoprodutor no mercado livre, ou vice-e-versa.

    Energia solar para consumidores no mercado livre

    Na autoprodução no mercado livre o consumidor além de investir em sustentabilidade, pode vender o excedente de energia gerada. O volume que é produzido pode tanto substituir ou complementar o consumo contratado de outro fornecedor por meio do mercado livre.

    Se o autoprodutor quiser produzir mais energia elétrica do que precisa e então vender este excedente, ele precisa registrar sua usina na CCEE. Esse registro não é necessário caso a produção de energia for no mesmo local em que ela será consumida e não injetar energia da rede.

    Um autoprodutor no mercado livre poderá gerar energia de duas formas:

    • Geração e consumo no mesmo local: não é utilizado o Sistema Interligado Nacional (SIN). A energia produzida vai direto para a unidade consumidora que recebe essa energia. Ou seja, a energia não passa pela rede de distribuição elétrica.
    • Geração diferente do local de consumo: também conhecido como autoprodução remota. Neste caso a energia é produzida, enviada para rede de distribuição e então enviada para a unidade consumidora beneficiada.

    De forma generalista, projetos solares de menor porte, possuem maior viabilidade no mercado livre quando a autoprodução for junto a carga. Quando se trata da geração em local diferente do consumo com foco mais na venda de energia, de acordo com o Canal Solar, projetos de energia solar fotovoltaica possuem maior viabilidade para potência acima de 100 MWp.

    Vale lembrar que o autoprodutor não precisa gerar toda a energia que consome. Ele pode contratar o restante da energia com outro fornecedor também do mercado livre. O autoprodutor que decide gerar energia por fontes renováveis, como a solar, possui redução na incidência de alguns encargos, como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e a Conta Proinfa (Programa de Incentivo às fontes alternativas de energia).

    O excedente ou déficit de energia é verificado mensalmente pela CCEE, por meio do balanço energético. Consumidores com excedente poderão vender a energia, consumidores com déficit deverão comprar energia no mercado. A ideia é sempre manter o balanço zerado.

    Mercado Livre, mercado cativo ou/e produzir minha própria energia a partir do sol?

    Para começar, se seu consumo for inferior a uma demanda contratada de 500 kW você ainda não poderá aderir ao Mercado Livre. Neste caso, com certeza, sua melhor opção para reduzir custos com energia é produzir sua própria energia com um sistema solar fotovoltaico na geração distribuída, dentro então das condições do mercado cativo.

    Agora, se você se enquadra dos critérios mínimos para contratação no Mercado Livre pode ter dúvidas sobre qual é a melhor escolha. Como sempre comentamos cada projeto possui especificidades que devem ser analisadas e a resposta vai variar muito conforme sua situação. Elencamos aqui alguns itens que você deve levar em consideração:
    ⦁ Tempo de retorno do investimento
    ⦁ Custo do investimento
    ⦁ Demanda de energia
    ⦁ Limitações técnicas e físicas
    ⦁ Possuir um sistema de geração próprio

    Conclusão

    Todas as questões aqui levantadas e análises fazem com que cada projeto seja único. O perfil do consumidor, as características técnicas e físicas, localização do sistema, tempo de retorno de investimento, variam de projeto a projeto. Para escolher a melhor opção é importante entender todas as especificidades caso a caso.

    Por isso, a importância de profissionais capacitados para auxiliar nessas decisões, traçar todos os possíveis cenários e chegar na melhor solução dentro das suas expectativas e condições. Para entender mais como aproveitar a energia solar fotovoltaica a seu favor, entre em contato com nossos especialistas clicando AQUI.

    Se você está no mercado livre e não pretende investir em um sistema de geração próprio, você pode optar por negociar a compra de energia por fontes renováveis, inclusive a solar. Nesta maneira você contribui para uma matriz energética mais limpa e renovável.

    Quer saber qual a melhor opção para sua casa, negócio ou indústria? Entre em contato conosco pelo site e faça uma simulação. Ou solicite agora um orçamento com nossos especialistas pelo e-mail ecoa@ecoaenergias.com.br ou ligue para (47) 3025-2700.

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